Próximo governador terá papel de ‘acabar’ ou ‘continuar’ pedágio mais caro do mundo

Daqui a menos de 4 anos, em novembro de 2021, chegará ao fim as concessões das rodovias paranaenses às atuais pedageiras. Caberá ao próximo governador, a ser eleito em 2018, a decisão de ‘acabar’ ou ‘continuar’ com a tarifa mais cara do mundo nas 27 praças de pedágios espalhadas pelo Paraná.

A lembrança ao tema foi do engenheiro mecânico Ronald Renê, de Curitiba, que enviou ao Blog do Esmael a seguinte mensagem:

“Prezado Esmael,
Como você já deve saber, o próximo governador do Paraná será quem decidirá se o pedágio continuará além de 2022. Precisamos alertar constantemente o eleitor disso. Favor postar algo sobre isso. Obrigado.
Atenciosamente,
Ronald Renê, engenheiro mecânico – Curitiba -PR”

O atual governador Beto Richa (PSDB) tem sido apontado como “advogado” das concessionárias em detrimento dos interesses dos paranaenses e do setor produtivo, haja vista que os preços proibitivos no pedágio roubam a competitividade de mercadorias e serviços locais em relação aos demais unidades da Federação.

O último tarifaço autorizado pelo tucano ocorreu há menos de um mês, no dia 1º de dezembro, garantindo o título de pedágio mais caro do mundo nas estradas do Paraná.

A empresas de pedágio agem como párias da economia popular. Até mesmo o líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, Luiz Claudio Romanelli (PSB), vê esgotamento desse modelo que vigora há mais de 20 anos. Em tempo de neoliberalismo, a posição do parlamentar destoa da sanha privatista ao propor que os pedágios sejam estatizados nas rodovias paranaenses.

“Sou favorável à criação de uma empresa pública para ser a nova concessionária das rodovias do Paraná, a ser administrada pelo governo do Estado, a partir do vencimento dos atuais contratos”, escreveu recentemente Romanelli aqui neste Blog do Esmael.

Em março do ano passado, Beto Richa tentou favorecer as pedageiras com um golpe que acabou barrado pela 1ª Vara Federal de Jacarezinho. Uma liminar proibiu o governador de renovar até 2050 os contratos de pedágio nas rodovias paranaense sem a realização de nova licitação. A decisão foi proferida em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), também de Jacarezinho, município do Norte do Paraná.

11 Comentários

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  1. Não acredito que o roubagio acabe, pois patrocina alguns políticos e então sobra sempre para o povo trabalhador que é obrigado a pagar a conta.

  2. beto lixo e os 12 ladões mais o bando do camburão ,não se pode esperar nada,já os ladrões do pedágio mais caro do mundo coma justiça imunda e corrupta vergonha …pode sim se acabar com isso se o governo for Requião.

  3. Augusto, talvez vc tenha a admire um boa pinta como o “betolixo”, aí o negócio jah é outro, eu acho que nunca o Paraná tenha sob um governo um sujeito mais safado do que este teu ídolo! Requião volta em 2018 para tirar o Brasil e o Brasil deste Estado larvar.

  4. OU o pedagio baixa ou acaba, kd senardozinho de meia tijela, nao acabou nem baixou, mais uma mentira do velho gaga.

    • Augusto, talvez vc tenha a admire um boa pinta como o “betolixo”, aí o negócio jah é outro, eu acho que nunca o Paraná tenha sob um governo um sujeito mais safado do que este teu ídolo! Requião volta em 2018 para tirar o Brasil e o Brasil deste Estado larvar.

  5. Enquanto isso no parana até cavalos tem tornozeleira eletrônica .já beto lixo e os 12 ladrões,a solta justiça vergonha.cavalos///

  6. Requião o único que pode expulsas estes ladões com o aval da justiça.vergonha de justiça de covardes.

  7. se depender da justiça…vergonha por mais 40 anos …mas se o Governador foi Roberto Requião ai sim devera acabar ou 2,99 de inicio de conversa,pois não possivel derrubar ??? derrubar os contratos pois a justiça de canalhas e covardes não quis nem saber nem ouvir so a propina interessa.

  8. Pingback: Próximo governador terá papel de ‘acabar’ ou ‘continuar’ pedágio mais caro do mundo | BRASIL S.A

  9. Obrigado por avisar, estimado Esmael.
    Saudações, feliz ano novo.
    Ronald Renê – engenheiro mecânico, mestrando em Engenharia Térmica na UFSC.