“PGR não pode mudar a História sobre o massacre de professores no Paraná”, diz Requião Filho

O deputado Requião Filho (PMDB) criticou a engavetadora-geral da República, Raquel Dodge, que ‘engavetou’ representação contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), acerca do massacre de 213 professores ocorrido em 29 de abril de 2015.

“Uma procuradora pode tomar uma decisão errada. Mas não mudar a história e a versão da maioria. No ano que vem, o resultado das eleições vai mostrar isso!”, disparou o parlamentar.

Raquel Dodge decidiu que “não há embasamento mínimo para deflagrar medidas investigativas, nem justa causa para instaurar inquérito em decorrência dos fatos narrados”. A engavetadora-geral desconsiderou, portanto, a existência de 213 pessoas feridas em decorrência da ação violenta da Polícia Militar.

A engavetadora-geral afirmou ainda em sua decisão que “os elementos colhidos nesta investigação não são suficientes para indicar conduta contra o direito de reunião pelas autoridades policiais e pelos detentores de foro funcional, ou de intenção deliberada de provocar lesões corporais nos manifestantes”.

O deputado Requião Filho vê aí uma tentativa de falsificar a História, mas, segundo ele, quem bate pode até esquecer, mas quem apanha jamais esquece a agressão. “No ano que vem, o resultado das eleições vai mostrar isso”, destacando o santo voto como remédio eficaz para conter a violência e a mentira.

O parlamentar do PMDB salienta que seu gabinete continua à disposição de professores e servidores públicos paranaenses que são vítimas de continuado massacre tucano.

Relembre (em vídeo) o massacre de 29 de abril de 2015:

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