“Financial Times” não entende nada de Brasil

Os correspondentes dos jornalões estrangeiros já foram melhores no passado, vide o inglês “Financial Times”.

Em sua apressada análise, FT afirma que “as grandes esperanças dos investidores para o Brasil provavelmente não passarão de um sonho” em virtude das eleições.

“Mesmo que Mr. Temer sobreviva, seu mandato termina no próximo ano. Se as pesquisas estiverem certas, seu mais provável sucessor, Jair Bolsonaro, é um populista de extrema-direita que pensa que a polícia deve ter licença para matar. As perspectivas de reforma liberal são sombrias”, crava erroneamente o FT.

Mal sabe o jornalão que Bolsonaro tem voo de galinha. Tão logo a elite paulistana defina o candidato da direita, adeus “bolsomito”.

E a título de informação: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera todas as pesquisas de opinião para o ano que vem. Portanto, a opinião do “Financial Times” não passa de torcida.

Na semana que passou o Washington Post também arriscou falar do Brasil. Disse que o cancelamento do show de Lady Gaga, no Rock in Rio, causou mais comoção do que as denúncias contra a corrupção de Michel Temer.

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