Terceirização defendida por Greca na saúde de Curitiba levou à prisão prefeito e veradores de Foz

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A deflagração pela Polícia Federal de uma nova Operação Pecúlio, em Foz do Iguaçu, é um alerta para o modelo de terceirização na saúde. A recente proposta do prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), terminou na prisão de seu homólogo na tríplice fronteira, Reni Pereira (PSB), e de praticamente todos os vereadores daquela cidade.

Na manhã desta quinta-feira (24), a PF voltou a cumprir novos 26 mandados judiciais no âmbito da Operação Pecúlio dentre os quais 14 de condução coercitiva, 12 mandados de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados.

De acordo com a PF, entre os anos de 2014 e 2015 foram incluídos plantões médicos fictícios que beneficiaram uma empresa credenciada junto à prefeitura de Foz do Iguaçu.

Além do ex-prefeito Reni Pereira e ex-vereadores da cidade, a ação da PF também atinge cinco médicos iguaçuenses.

No início desta semana, a Câmara Municipal de Curitiba aprovou a discussão em regime de urgência, pelo placar de 20 votos favoráveis a 7 contrários, a proposta de Greca de introduzir as organizações sociais (OS) na capital paranaense.

O projeto de lei de Greca revoga artigo que dispõe sobre restrições à atuação dessas entidades em Curitiba. As Organizações Sociais são impedidas, atualmente, de prestar serviços de assistência médica em unidades de saúde e inerentes à educação, ligados à rede municipal.

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