Emprego, trabalho e renda, é isso que o povo precisa

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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia, aponta o Paraná como “locomotiva” da região Sul na geração de novos empregos com carteira assinada nos primeiro cinco meses de 2017.

Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (26), também observa a política, que, na opinião dele, tem “a situação é gravíssima, com o presidente ilegítimo protagonizando um vexame internacional e prestes a ser denunciado por corrupção.”

Emprego, trabalho e renda, é isso que o povo precisa

Luiz Claudio Romanelli*

“Se não buscarmos o impossível acabamos por não realizar o possível” Leonardo Boff

Felizmente o Brasil real começa aos poucos se descolar do Brasil do caos político.

No Paraná todos os esforços do governo estão concentrados em criar empregos, seja por meio do programa Paraná Competitivo e sistema de fomento ao setor produtivo e pelo programa de investimento realizado diretamente pelo governo e estatais.

Pelo segundo mês consecutivo e pela terceira vez no ano, após dois anos de saldo negativo, o Brasil registra mais contratações do que demissões.

Em maio, o mercado brasileiro abriu 34.253 novos postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho.

No acumulado do ano, o Caged contabiliza a criação de 48.543 postos de trabalho. De janeiro a maio de 2016, o Caged havia registrado fechamento de 448.011 vagas e, no mesmo período de 2015, 243.948 vagas foram suprimidas.

O Paraná gerou 25.182 novos empregos com carteira assinada nos primeiro cinco meses de 2017, já descontadas as demissões. No mesmo período do ano passado, o Paraná registrava um saldo negativo de 9.382 vagas.

Em maio, pelo quinto mês consecutivo, o saldo (diferença entre contratações e demissões) foi positivo, em 2.379 vagas. Em maio do ano passado, o saldo no mês estava negativo em 3.388 postos de trabalho. Nesses números uma boa notícia de municípios que represento: Cambará e Cornélio com 216 vagas novas e Pirai do Sul com 134 vagas.

O Estado obteve o melhor resultado da região Sul, tanto no mês quanto no acumulado do ano. De janeiro a maio, Santa Catarina registrou saldo de 22.729 postos e Rio Grande do Sul (8.568). Em maio, Santa Catarina e Rio Grande do Sul tiveram resultados negativos de 614 e 12.360 vagas respectivamente.

O resultado do Paraná foi impulsionado pela indústria da transformação, que obteve saldo de 11.772 vagas, seguida pelos serviços, com 10.902, e construção civil, com 2.847

A agropecuária registrou um saldo de 1.849 vagas, seguida da administração pública, 414 e serviços de utilidade pública, 51. As contribuições negativas vieram do setor extrativo mineral (menos 45 vagas) e do comércio (com 2.608 vagas).

Entre as atividades, os destaques foram abate de suínos, aves e outros animais, 1.004, construção de edifícios, 547 e construção de rodovias e ferrovias, 314.

As cidades que mais geraram emprego nos primeiros cinco meses do ano foram Cascavel 574, Maringá 467 e Sengés 281. Em Cascavel as contratações foram principalmente no abate, com 274 postos e na construção de edifícios, 145 postos. Em Maringá, puxaram as novas vagas a construção de edifícios, rodovias e ferrovias, que somaram 98 postos. Em Sengés, destaque para a indústria da madeira e atividades de apoio florestal, com 276 postos.

Outro dado positivo foi divulgado pelo IBGE. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,16% em junho e ficou abaixo da taxa de 0,24% de maio. Desde junho de 2006, quando o índice situou-se em -0,15%, não há registro de resultado mais baixo para os meses de junho.

No ano, o indicador acumula alta de 1,62%, bem abaixo dos 4,62% referentes ao primeiro semestre do ano anterior. Segundo o IBGE, este resultado (1,62%) é o menor para um primeiro semestre desde 1994, quando teve início o Plano Real.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa chega a 3,52% – a menor para junho desde 2007, quando ficou em 3,44%.

Ainda não temos motivos para celebrar, mas esses sinais positivos demonstram que ao menos na economia, as coisas começam a melhorar, sendo o primeiro passo para que possamos mais uma vez reconstruir o sistema de distribuição de renda por meio da geração de empregos. Dados recentes mostram que apenas uma dezena de famílias brasileiras detém juntas a mesma riqueza que metade da população mais pobre do país – 100 milhões de pessoas -, sempre acreditei que a única maneira de reparar essa injustiça é por meio da qualificação profissional e trabalho decente, que diminuem a desigualdade social e a distância para uma vida digna.

Já na politica, a situação é gravíssima, com o presidente ilegítimo protagonizando um vexame internacional e prestes a ser denunciado por corrupção.

Se você quiser conhecer melhor o mercado de trabalho acesse o site: www.trabalhohoje.com.br.

Boa Semana! Paz e Bem!l

*Luiz Claudio Romanelli, deputado estadual pelo PSB, é líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná.

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