Chega de assédio, Beto Richa

O assédio moral a que são submetidos nos últimos anos os trabalhadores da educação do Paraná, uma categoria majoritariamente feminina, evidencia o caráter sexista do governo Beto Richa (PSDB).

A penúltima patifaria do tucanato consiste na revisão da carga horária de pedagogos e também de professores readaptados.

No começo deste ano letivo, Richa já havia demitido 10 mil professores PSS ao reduzir a hora-atividade nas escolas; ele igualmente puniu os mestres ao não lhes atribuir aulas extraordinárias que, por motivo justificado ou não, faltaram ao trabalho.

Não importava se a professora tivesse dado à luz, adoecido, falecido os pais ou o cônjuge; se o profissional obteve uma falta, isso serviu de critério na (des)classificação das extraordinárias, etc.

Agora Beto Richa mexeu nos direitos de pedagogos e professores readaptados nas 2,2 mil escolas da rede pública do estado.

A APP-Sindicato convocou assembleia de educadores para este sábado, em Curitiba, cuja palavra de ordem será “mexeu com uma mexeu com todas” as vítimas do assédio moral praticado pelo governo Beto Richa.

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