Nota da Fiesp transforma “patos” em “burros”

A Federação das Indústrias de São Paulo, a Fiesp, emitiu nota nesta quarta-feira (29) “elogiando” a tungada de Michel Temer (PMDB) no empresariado brasileiro.

A sabujice de Paulo Skaf, presidente da entidade, chegou à mais vergonhosa escala ao declarar falsamente que o governo “não optou pela criação ou aumento de impostos”.

A Fiesp faz os patos — os empresários associados — de burros. E pior, passa recibo público.

Ora, até os prédios da Avenida Paulista sabem que o ilegítimo Michel Temer traiu os empresários ao “desonerar” — que significa onerar — a folha de pagamento e ao retirar isenção de IOF para as cooperativas, que agora passarão a pagar pelo imposto.

O governo pretende cortar R$ 42,1 bilhões do orçamento, o que diminuirá a circulação de dinheiro e consequentemente aumentará a recessão e — ainda mais — o desemprego no país.

A seguir, leia a íntegra da nota da Fiesp:

“Felizmente, houve sensibilidade por parte do governo, em especial, do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em não optar pela criação ou aumento de impostos para assegurar o equilíbrio das contas públicas. O bom senso prevaleceu e optou-se por contingenciar recursos do Orçamento, buscar receitas com concessão de ativos da União e promover a isonomia na forma de recolhimento de algumas contribuições e impostos. Foi uma medida sensata e responsável, que evita um mal maior.

Em momentos de crise o governo precisa buscar soluções criativas e não pode mais empurrar a conta para a sociedade.

Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Pauloe do Centro das Indústrias do Estado São Paulo –Fiesp e Ciesp”

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