Blog do Esmael

Últimas notícias da política em tempo real

TCHAU, QUERIDO: Cassação de Temer será julgada terça-feira, 4

Compartilhe agora

O TSE definiu a próxima terça, 4 de abril, o início do julgamento da cassação de Michel Temer (PMDB).

Além do ilegítimo, a Corte também decidirá sobre as contas da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) — derrubada em 31 de agosto de 2016.

Originalmente, o pedido do PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer eleita nas eleições de 2014.

Gilmar Mendes, que preside a corte eleitoral, marcou a sessão para as 9 horas.

O ministro-relator da cassação Herman Benjamin vai pedir no voto a cassação da chapa.

Processo

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidenta Dilma Rousseff e de seu companheiro de chapa, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas, por unanimidade, no TSE. No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil da presidenta e do vice-presidente é julgada em conjunto.

A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado. No início do mês, a defesa do presidente Michel Temer sustentou no TSE que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. De acordo com os advogados, não se tem conhecimento de qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.

Autor: Esmael Morais

Esmael Morais, jornalista e bacharel em Direito, é autor do Blog do Esmael desde 2009. É uma página independente, plural e suprapartidária, que oferece conteúdos gratuitos sobre política, direito e cidadania em tempo real. É um dos blogs especializados em política mais lidos no Brasil. Tudo sobre eleições 2020, a corrida pelas prefeituras municipais, a disputa pela Presidência da República, em 2022, e pelos governos estaduais, Senado e Câmara.

Comentários desativados.