Secretária da Educação faltava mais que fantasma quando lecionava Paraná

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Aqui se faz, aqui se paga, diz o adágio popular. E é verdade. Veja o caso da secretária de Estado da Educação Ana Seres Comin.

Quando lecionava numa escola no município de Pato Branco, no Sudoeste, a secretária vivia de atestado e em afastamento de função.

Agora, na SEED, segundo educadores que a flagraram no Portal da Transparência, Ana Seres faz pose de “santinha”.

Além disso, conforme a xeretagem dos colegas de magistério, a professora Ana Seres ainda ficou suprida em 64 horas, o que é considerado um “exagero” no acúmulo de cargos.

É a secretária Ana Seres quem assina a resolução 113/2017 punindo o profissional que faltou por doença, cursos, licença-prêmio e morte do cônjuge nos últimos cinco anos. Uma incoerência levantada pelo “chão da escola”.

A secretária faltosa quer castigar o professor com a redução de 50% nos salários, proibindo-o de assumir mais 20 horas extraordinários — caso ele tenha tido uma falta nos últimos tempos, mesmo que para tratamento de câncer ou luto familiar.

Se o governador Beto Richa (PSDB) tivesse utilizado o mesmo critério para escolher seu secretariado, a assiduidade, muito provavelmente Ana Seres Comin não seria a Secretária da Educação.

Além das faltas da secretária, os professores também levantaram quanto ela ganha no contracheque: R$ 47.712,74 (dezembro/2016).

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