Por Esmael Morais

Requião Filho: novo ‘pacote de maldades’ de Richa será contra funcionalismo público

Publicado em 05/02/2017

“O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni (PMDB), que manda no governo, jura que não aumentará impostos, que o novo pacote não versará sobre economia, logo deduz-se que será mais um ataque ao funcionalismo”, opinou o líder oposicionista.

A onda de ataques contra direitos dos 300 mil servidores do estado — e especificamente contra os 100 educadores – teve início após a reeleição do governador Beto Richa (PSDB).

O massacre começou com o confisco da poupança previdenciária (aposentadorias e pensões), seguido de surra que deixou 213 feridos no Centro Cívico; aumento da alíquota de desconto da previdência; calotes em avanços e progressões; calote na data-base que reporia a inflação; redução da hora-atividade (fim de 7 mil vagas de professor); e punição aos mestres que ficaram doentes não lhes atribuindo aulas extraordinárias.

No próximo dia 11 de fevereiro, na cidade de Maringá, a APP-Sindicato realiza assembleia da categoria que deverá deflagrar greve por tempo indeterminado. Portanto, por culpa de Beto Richa, a tendência é que o ano letivo de 2017 não comece em 15 de fevereiro.