A blitzkrieg da Globo contra a PM

Desde a semana passada, a TV Globo faz incansável blitzkrieg contra a greve da PM no Espírito Santo e baixa o pau nos milicianos do Rio.

Blitzkrieg é um termo que os nazistas utilizavam para designar “guerra-relâmpago” contra o inimigo.

Valeu até dedo nos olhos, isto é, no sábado (11) a Globo divulgou notícia falsa da Globo sobre o “fim” do movimento paredista em Vitória. Vergonhosamente, ressuscitou a figura do porta-voz do Saddam Hussein cujo papel ridículo coube ao ministro da inDefesa Raul Jungmann (PPS-PE).

A Globo vê ameaça ao status quo com as paralisações das PMs fluminense e capixaba. Teme que as revoltas se espalhem pelo resto do país e ameacem o poder central e a burguesia. Por isso o Exército faz a “segurança” naquelas plagas.

Talvez a emissora dos Marinhos defenda que os policiais — e os demais servidores públicos — trabalhem de graça (escravos) para os governos neoliberais que fizeram “ajustes fiscais” visando sobrar dinheiro para o pagamento de juros a esses barrigudos burgueses rentistas.

As greves supracitadas são apenas a ponta do iceberg de uma convulsão social em ebulição em virtude da degeneração da qualidade de vida do povo brasileiro.

São nesses momentos de panela vazia, desemprego e desespero que a sociedade enxerga o quão foi engabelada pelo falso discurso de “combate à corrupção” cuja consequência foi a derrubada da presidente eleita Dilma Rousseff (PT).

O golpe de Michel Temer (PMDB) já contabiliza mais de 13 milhões de desempregados e ainda vai criar mais 3,6 milhões de miseráveis até o fim deste 2017.

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