Ano letivo de 2017 pode não começar, diz dirigente da APP-Sindicato

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O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) poderá enfrentar uma nova greve dos educadores já no início do ano letivo de 2017, a exemplo do que ocorreu em fevereiro de 2015 na histórica paralisação de 44 dias.

De acordo com o secretário de Comunicação da APP-Sindicato Núcleo Cascavel, Daniel Matoso, a possibilidade de deflagração da greve na abertura do ano letivo é grande porque o governo do estado ainda não pagou as promoções e progressões em atraso, além da data-base e o reajuste de 1% no salário.

Depois de reeleito, em 2014, Richa abriu a caixa de maldades contra os trabalhadores do magistério nos anos de 2015 e 2015. No primeiro ano, em 29 de abril, o tucano mandou massacrar os educadores no Centro Cívico e confiscou a poupança previdenciária dos servidores; no ano passado, o governador do PSDB roeu a corda de um acordo que pôs fim à greve de 2015 e deu calote na data-base, bem como aprofundou o sucateamento das 2,1 mil escolas da rede pública.

Poder-se-ia dizer que Beto Richa gastou o cartão de crédito achado que deixaria a fatura somente para 2019, ou seja, para o próximo governo do estado. Entretanto, acabou o crédito (faz tempo) do tucano e todos os credores batem ao mesmo instante nas portas do Palácio Iguaçu para receber o que lhe é de direito.

Pelo calendário escolar de 2017, a Semana Pedagógica ficará reduzida nos dias 13 e 14 de fevereiro. As aulas, conforme a APP-Sindicato, poderão começar no dia 15. Portanto, o início do ano letivo dependerá exclusivamente de Beto Richa que teima não honrar os compromissos com professores e servidores da educação básica paranaense.

Com informações do portal CGN Notícias, de Cascavel.

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