Por Esmael Morais

Novas ‘eleições gerais’ em Foz do Iguaçu?

Publicado em 15/12/2016

O prefeito Reni Pereira (PSB) foi afastado em julho depois que foi preso por corrupção em julho na 4ª fase da Operação Pecúlio. Ele ficou detido pouco mais de três meses, mas não voltou ao cargo. A vice Ivone Barofaldi da Silva (PSDB) assumiu interinamente a Prefeitura.

Apenas três vereadores iguaçuenses não foram presos: Dilto Vitorassi (PV), Nilton Bobato (PCdoB) e Gessani da Silva (PP).

Para piorar a situação política na cidade, o TSE cancelou esta semana a eleição que escolheu o novo prefeito. Realizará novo pleito em março de 2017. O Tribunal rejeitou a candidato de Paulo Mac Donald Ghisi (PDT), o mais votado na disputa de outubro.

Como desgraça pouca é bobagem, seis dos 12 vereadores presos nesta quinta (15) pela Polícia Federal foram reeleitos.

Há quem advogue a tese de que é preciso eleger não só o prefeito em março, mas também uma nova Câmara.

Será que Foz quer dizer alguma coisa ao país, como ‘eleições diretas já’ em todos os níveis? Será uma premonição? Afinal, como se diz no interior do Paraná, onde passa um boi passa também uma boiada…

Em Foz do Iguaçu, pelo visto, a PF e o Ministério Público Federal atenderam à orientação do ministro do STF Gilmar Mendes: ficaram com as chaves da Prefeitura e da Câmara Municipal.