O espectro da greve geral dos servidores públicos volta a assombrar Beto Richa

richa_greve_educadoresCerca de 200 mil servidores públicos do Paraná podem deflagrar, de maneira unificada, uma greve geral contra o governador Beto Richa (PSDB) no mês de agosto.

É a segunda vez, em pouco mais de um ano, que o tucano conseguiu a proeza de reunir todos contra o calote em avanços e progressões, bem como contra a precarização dos serviços públicos no estado.

No ano passado, os educadores puxaram o movimento paredista que durou 43 dias na rede pública. Para Richa, isto foi convertido em mais de 80% de rejeição na popularidade.

Dos 200 mil servidores da ativa, a categoria mais numerosa é a do magistério com 70 mil funcionários.

Várias categorias profissionais já decretaram estado de greve. A primeira foi a APP-Sindicato, que desde 25 de junho vem construindo a greve geral para agosto. Na mesma linha, os professores e técnicos da Unioeste também aprovaram “estado de greve”.

Também constroem a greve geral os servidores da saúde, da agricultura, e das demais universidades estaduais.

Portanto, Beto Richa, ao dar novo calote no funcionalismo, forma condições para um novo 29 de abril — ou seria 30 de agosto?

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