O escravocrata “sistema S” e os R$ 6,9 bilhões de calote do diretor da Fiesp no governo

skaf_fiep_sonegacaoO Estadão, sabe-se por que cargas d’água, deu uma sabugada no empresário Laodse de Abreu Duarte, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O moço deve a “bagatela” de R$ 6,9 bilhões ao tesouro, segundo a denúncia do jornalão.

Nós, reles mortais, talvez não saibamos a fundo por que o caloteiro esteja apanhando do Estadão, mas ele, Laodse, deve saber o motivo de está apanhando do Estadão [além da dívida, é claro].

A escravocrata entidade do “sistema S” tem entre seus quadros uma gama de quebrados, que, se exigisse uma checagem no SEPROC daqueles que frequentam Palácio do Planalto, com o intuito de puxar o saco do interino Michel Temer (PMDB), muitos seriam barrados na porta.

O presidente da Fiesp, Pato Skaf, rápido no gatilho, distribuiu nota à imprensa dizendo que não tem como controlar a vida individual de seus mais de 2 mil diretores e que “todos” são abnegados que colaboram com o “sistema S” sem remuneração.

Não é verdade. Skaf falta com a verdade. Basta ele olhar mais ao Sul, no Paraná, para verificar que sua coirmã Fiep (Federação das Indústrias do Paraná), paga a “bagatela” de R$ 40 mil por mês ao seu presidente Edson Campagnolo dentre outras cositas mas.

O diabo é que a Fiep e outras entidades do sistema S, no Paraná, abriram fogo contra professores a pedido do governador Beto Richa (PSDB). Essas organizações defenderam em carta que o tucano dê calote no reajuste dos salários de servidores públicos no estado, quebrando compromisso assumido anteriormente que pôs fim à greve de 2015.

Se o Ministério Público Federal passar a lupa encontra mais coisas cabeludas por aí…

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