Temer e mídia golpista ficam ensandecidos com iminente derrota no Senado

michel_temerO presidente interino Michel Temer (PMDB) e a mídia golpista ficaram ensandecidos esta semana diante da iminente derrota do impeachment no Senado e, consequentemente, a volta da presidente eleita Dilma Rousseff.

A baixaria e a mesquinharia se somaram a mais uma queda de ministro, agora da AGU, ampliando para três o numero de autoridades defenestradas em pouco mais de três semanas.

A água bateu na bunda dos golpistas no Senado, por isso ficaram enlouquecidos esta semana.

Desde o início do governo provisório, dia 12 de maio, a mídia golpista havia determinado censura a Dilma, isto é, ela não deveria aparecer em mais nada. Entretanto, o desastre de Temer fê-la surgir naturalmente.

Os meios de comunicação também mantém firme o propósito de censurar as ruas, não mostrando os protestos Brasil afora pelo “Fora Temer” e em defesa da democracia, dos direitos sociais e dos trabalhadores.

O desespero golpista é tão grande que “revogaram” a censura à presidente eleita para tentar desqualificá-la, deslegitimá-la para o retorno ao cargo.

Primeiro limitaram o acesso de visitas a Dilma no Palácio Alvorada, depois acusaram-na de pagar o cabeleireiro com propina, cortaram o avião, a comida, planejam ainda cortar a água e a luz da residência da presidente da República.
Numa blitzkrieg de fazer inveja ao exército nazista na 2ª Guerra Mundial, a mídia golpista desencavou delações por certo seletivas e editorializadas para impedi-la de votar ao Palácio do Planalto.

Mais do que nunca, o consórcio golpista liderado pela Globo remoçou aquela velha máxima de Carlos Lacerda — contra Getúlio Vargas — que agora emprega contra Dilma: “Não pode ser candidato. Se for, não pode ser eleito. Se eleito, não pode tomar posse. Se tomar posse, não pode governar”.

Portanto, Karl Marx tinha razão quando profetizou que “a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”. Ou seja, a farsa do golpe de Estado desmorona com o tempo, por isso a desesperada gincana para antecipar a votação do impeachment no Senado.

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