Por Esmael Morais

Japonês da Federal rouba cena em Curitiba no lançamento de livro sobre a Lava Jato

Publicado em 22/06/2016

O Japa foi preso no começo de junho pela PF porque, segundo a Justiça, ele facilitava a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná.

Numa das gravações que levou o ex-senador Delcídio Amaral à prisão, em novembro de 2015, também foi declinado o nome de Ishii — identificado como “japonês bonzinho” — como agente que vazava e vendia informações da Lava Jato para as revistas semanais (Veja, IstoÉ, Época, etc.).

O juiz federal Sérgio Moro, chefe da operação Lava Jato na vida e na arte, também esteve presente ao encontro ocorrido num shopping da “República de Curitiba”.

Moro andava mais sumido que as moedas de 10 centavos nas padarias. Há teses e teses acerca do desaparecimento do homem da Lava Jato das manchetes da velha mídia.

Há quem acredite em censura, mas também há quem acredite em jogo combinado – entre Lava Jato e mídia — para preservar tucanos e ferrar petistas (mais uma vez).

A bola da vez seria Lula e as próximas delações premiadas atingiriam a presidente eleita Dilma Rousseff — coincidentemente nas vésperas da votação do impeachment no Senado.