Brexit significou um basta do Reino Unido ao neoliberalismo na União Europeia

temer_brexitA saída do Reino Unido da Zona do Euro representada pela sigla “Brexit” nada mais significou do que uma renúncia ao modelo de desenvolvimento neoliberal na União Europeia.

Os ingleses rejeitaram o modelo que reduz a presença do Estado da economia e, talvez, ambicionem reinventar o Estado Social na ilha.

O neoliberalismo econômico já desgraçou antes a Grécia, que teve de abrir mão de parte da soberania ao vender ilhas para pagar os juros da dívida, e a Espanha que ainda amarga um dos piores índices de desemprego do mundo.

O Brexit representa mais a falência do modelo econômico do bloco europeu do que um gesto de xenofobia em relação aos demais países em tempos de refugiados.

Faísca atrasada, o Brasil sob os auspícios do interino Michel Temer (PMDB) acelera rumo ao mesmo neoliberalismo que o Reino Unido rejeitou.

Após o impeachment, o golpista tende a radicalizar contra direitos adquiridos dos trabalhadores e conquistas sociais sobretudo nas áreas da saúde e da educação.

Portanto, Brexit é um alento à luta contra a insanidade e o endeusamento dos ditos mercados; a saída da Inglaterra da UE é importante ao Brasil porque sinaliza o erro das privatizações e a diminuição do Estado na economia e nos programas de proteção social.

19 Comentários

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  1. A manchete está correta. Mas a matéria diz o contrário da realidade. A saída da Grã Bretanha da União Europeia se deve sim ao neoliberalismo, que nada mais é do que a total intervenção do estado no mercado através de regulações que beneficiam apenas as empresas associadas aos burocratas. Impondo uma infinidade de leis, cotas e tarifas aos demais concorrentes. Assista o filminho aí vai…

    https://www.youtube.com/watch?v=QbjYi1QrTWY

  2. No Brasil deveriam cria o TEMEREXIT. PRONTO, NOVAS ELEIÇÕES E 2017 QUEM SABE COM UM PAÍS NO RUMO, OU SEM RUMO, DO JEITO QUE ESTÁ, TÁ DANDO TUDO NO MESMO.

    TEMEREXIT

  3. O governo do Reino Unido realizou o referendo sobre sua vinculação à União Europeia para aliviar a tensão interna no Partido Conservador, onde cerca de 40% dos parlamentares se opunham à adesão à UE por razões de soberania. O referendo havia sido também uma promessa de campanha do partido. O povo, incitado pela propaganda ufanista da ala do Partido Conservador contrária à adesão à UE, e amedrontado com a propaganda do Partido da Independência do Reino Unido (UKIP; partido de extrema-direita) contra a imigração, votou pela saída da UE.

    Portanto, por mais paradoxal que possa parecer, a votação britânica pela saída da UE não representa uma rejeição deste consórcio por seus fracassos percebidos e analisados. Os mais satisfeitos com o resultado são os partidos de extrema-direita europeus, que antecipam um ‘efeito dominó’ na Europa Ocidental com referendos em outros países e resultados idênticos.

    O fato é que a Europa Ocidental está inquieta. Lesado pelo desemprego e pela imigração que barateia o custo da mão-de-obra, e preocupado com a decadência dos serviços sociais, o povo está farto das mentiras dos políticos. Se dependesse da decisão do povo, a UE seria extinta.

    A verdade, no entanto, é que a crise global está por trás dos problemas enfrentados por todos os países do mundo. A crise no Reino Unido seria ainda pior se não participasse da UE, onde tem acesso ao maior mercado consumidor do planeta sem ter que pagar alfândega (‘free-trade’: livre comércio) – US $ 1,6 trilhões anualmente e 500 milhões de consumidores. Além disso, os trabalhadores britânicos têm seus direitos garantidos pela UE (segurança do trabalho, saúde, educação…), enquanto os capitalistas ingleses queixam-se de tais medidas. Os trabalhadores têm o direito de viver, trabalhar e se aposentar no continente. Privilegiado por sua aliança com a União Europeia, o Reino Unido também recebeu investimentos externos favoráveis à sua economia, como por exemplo ao sediar grupos de comerciantes chineses, japoneses e americanos que, por residirem na Grã-Bretanha, têm direitos especiais para fazer negócios na UE. E possivelmente o mais importante benefício ao povo do Reino Unido seja a política de proteção ambiental da EU, por ser mais à esquerda do que a do governo conservador, que dá prioridade aos negócios.

    Se todos esses fatores tivessem sido tomados em consideração no referendo, o resultado possivelmente teria sido bem diferente. E é por tudo isso também que, agora, está havendo uma reação dos setores mais afetados pelo resultado (mas tudo indica que não haverá nenhum retorno – os grupos mais reacionários ameaçam reagir se o resultado do referendo não for aceito).

    Isto não quer dizer que a UE está isenta de culpa pelos problemas enfrentados pelos países membros. Esta é uma organização que responde aos interesses do capital. Suas políticas são neoliberais, conforme recomendações do Fundo Monetário Internacional, as quais, agora, estão sendo criticada pelo próprio fundo: austeridade, controle fiscal, etc.

    Tudo indica ainda que um dos objetivos da UE consiste em controlar o destino político dos seus Estados-membros ao unificá-los em seu projeto ‘integracionista’. Além disso, mais recentemente, por razões geopolíticas, a UE tem estado sob forte pressão dos Estados Unidos: para reforçar sua posição hegemônica, os EUA se opõem à cooperação econômica entre a UE e a Rússia (que favoreceria a ambos). Muitas oportunidades de negócios estão sendo perdidas, ferindo a economia e o povo. Talvez seja por isso que outros países europeus estão considerando referendos. De qualquer forma, tudo indica que há descontentamento com as rédeas impostas pela UE.

    Pode-se dizer que a sobrevivência da União Europeia depende agora do bloqueio aos referendos ou, talvez, de uma revisão na postura submissa de Bruxelas em relação aos EUA, resultando no estabelecimento de relações econômicas, com países como a Rússia e outros, que permitam a adopção de medidas adequadas para combater a crise. Usando a nomenclatura dos analistas geopolíticos, os ‘integracionista’ talvez devam dar a vez aos ‘soberanistas’.

    A situação está ainda muito volátil…

  4. Dono da FOLHA DE SÃO PAULO: Frias, da Folha, é confrontado sobre golpismo e se irrita
    Representando o jornal Folha de S.Paulo, Otávio Frias Filho esteve em Londres para participar do debate “Mídia, Percepção e a Consolidação da Democracia Brasileira“, ao lado da chefe da BBC Brasil, Silvia Salek, e da jornalista britânica Sue Brandford.

    Agência Brasil
    Em debate em Londres, britânica diz que concentração da mídia em poucas famílias é prejudicial à democracia e Otávio Frias Filho não gostou de ouvir a verdadeEm debate em Londres, britânica diz que concentração da mídia em poucas famílias é prejudicial à democracia e Otávio Frias Filho não gostou de ouvir a verdade Acostumado a ser bajulado nos eventos onde vai e ouvir o que quer, Frias ficou irritado ao ser questionado sobre a postura da imprensa tradicional diante do processo que levou ao afastamento da presidenta eleita Dilma Rousseff. Frias classificou como “fascinante” a atual crise política no Brasil e fez adefesa do golpe, afiramando que os fundamentos do impeachment são legais. Disse ainda que ele e a jornalista britânica Brandford não deveriam estar no mesmo debate, pois, enquanto ele e Silvia Salek seriam jornalistas, ela seria, nas palavras do brasileiro, “militante do PT”.

    “Tenho uma crítica a fazer aos organizadores do evento porque, para esta mesa, parece que foram convidados dois jornalistas e uma terceira pessoa que tem uma visão que corresponde à militância do PT”, afirmou ele, que acretida que quem pensa diferente dele só pode ser petista. Depois, disse que na verdade o impeachment foi pelo “conjunto da obra”, termo usado pelas lideranças da direita que articularam o golpe.

    A certa altura disse que se fosse um golpe a presidenta Dilma, a rigor, deveria ter usado as Forças Armadas e predindo os golpistas, pois, para ele, é assim que se deve agir e portanro, se não o fez foi porque prevaricou. Na lógica de Frias isso demonstra que “é completamente improcedente a afirmação de que se trata que um golpe”.

    O motivo de tal irritação é que Sue Brandford havia dito antes que “parece que a imprensa brasileira sofre de uma fragilidade estrutural que realmente está dificultando a consolidação da democracia no Brasil”.

    Ela explicou que não faz referência a jornalistas individualmente, mas ao setor midiático. “Talvez seja um pouco de truísmo dizer que, no Brasil, a grande imprensa – os grandes veículos de comunicação – é dominada por poucas famílias, todas elas muito conservadoras”, argumentou. Frias contestou, alegando que discutir a propriedade dos meios de comunicação significa “fetichizar” esta questão.

    Brandford comentou a atuação da imprensa internacional diante do golpe, ressaltando a cobertura do “New York Times“, da “Al Jazeera“, “Wall Street Journal” e do “Washington Post”. Ao final, mostrou-se surpresa diante da tentativa do diretor de redação de desqualificá-la.

    A jornalista escreveu um texto comentando o assunto no site “Latin America Bureau” e sintetizou: “minha fala realmente irritou Frias”.

    Em sua exposição, a correspondente avaliou ainda que a hostilidade em relação ao PT existe desde que o partido foi fundado. E citou ainda a informação de que, nos primeiros 4 meses de 2016, o Estadão publicou 83 editoriais contra Dilma, o Globo 29, e a Folha 23.

    “De maneira pouco velada, os principais veículos da mídia nacional têm estimulado o público a ajudar na derrubada da Presidenta Dilma Rousseff”, disse a jornalista em sua intervenção, que durou 15 minutos.

    Frias disse ainda que ela falou “inverdades” e que “pessoalmente, foi contra o impeachment, enquanto cidadão brasileiro”, apesar de dizer antes que o impeachment tinha fundamento. Ele também saiu em defesa dos demais veículos de imprensa e disse que se tratam de meios plurais. Mas depois, ao comentar o posicinamento de cada um admitiu que esse veículos, como a Veja, tem posições anti-petistas,

    “Sinto falta de uma quarta pessoa na mesa que representasse a militância do PSDB”, tentou ironizar o diretor de redação. O debate está disponível no YouTube.

  5. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  6. A bem da verdade, há que se esclarecer que quem resgatou a Inglaterra e
    seus penduricalhos, da baderna socialista generalizada que grassou nos
    amos 70, foi Margareth Hilda Thatcher, que segurou o rojão, pôs ordem na
    casa, e norteou o caminho para o desenvolvimento do “Reino Unido”.
    Vinte e seis anos depois da era Thatcher, justamente os “coroas”, esqueceram
    das agruras dos anos 70, e caíram no “canto da sereia”.
    Foi a Dama de Ferro, a partir de 1979, que consertou os estragos feitos na economia britânica, pelos trabalhistas Harold Wilson e James Callagnan.
    Após o “veredicto”, as palavras mais pesquisadas no Google no território
    do “Reino Unido”, são: União Europeia.
    Parece que desinformação, desinteresse, e ignorância, não são exclusivas
    apenas de nós, brasileiros.
    Eles estão como aquele cachorro que late e persegue o carro, mas que
    quando o carro para, não sabe o que fazer: não sabe se continuar a latir,
    se mija na roda, ou se morde o pneu.
    Como em tudo, há o bônus, e… o ônus.
    A U. E. por sua vez, em sacramentada a decisão, exige que a retirada do
    Reino Unido seja imediata, pois a vida tem que seguir para a U. E.
    Estima-se que entre 20 e 30% dos “sim’s” já estejam arrependidos.
    A demagogia esperta, auxiliada pela ignorância, venceu!
    Que bom se o problema criado por eles, trouxesse consequências apenas
    para eles próprios, mas o mundo é global.
    Vamos ver o que sobra para nós, aqui do lado de baixo do Equador.
    É, “todo o reino que se divide contra si mesmo, perecerá, e não sobrará
    pedra sobre pedra”.
    E se o povo soubesse votar, não teria escolhido Barrabás a Jesus.
    Pelo menos povos desinteressados, desinformados, e em consequência
    ignorantes, não sabem.
    A Escócia será o primeiro país a deixar o “Reino Unido”.

    • Ano passado a Escócia já quis a separação do Reino Unido e não conseguiu. Tudo que vc. descreveu acima aconteceu justamente o contrário: Margarete Tatcher, a denominada dama de ferro foi quem levou a Inglaterra ao que ela está hj, implantando o neoliberalismo. Não sei se vc. sabe mas a Inglaterra é a 2ª maior dívida pública do mundo, a qual equivale hj. a 269% do PIB. Ela sobrevive graças ao seu principal paraíso fiscal que é a “city de Londres”, que não significa a cidade de Londres.
      A UE está sendo a ruína de todos os seus países membros. Procure se informar melhor a respeito da criação desse ente disforme.

  7. Neo-liberalismo foi o que fez Lerner ao entregar as rodovias do PARANA para as concessionarias..Depois quando quis vender a COPEL..Quem acha que isso vai dar certo no Brasil, que fique com as ideias de TEMER e de seus apoiadores..

  8. Tá de brincadeira né! Quer enganar a quem? A impressão que quer se dar no artigo é que a saúde e educação firam ruim nos últimos quatro meses depois que Temer assumiu. Os governos Lula e Dilma ficaram por mais de doze anos no poder, tempo suficiente pra dar a essas áreas condições descentes pra atender a população. Ao invés disso, roubaram, desviaram recursos, mentiram e transformaram a saúde e educação nesse lixo que conhecemos. Não distorça a história, os fatos estão aí. Quebraram o país por ganância e ânsia de permanecer no poder as custas do sacrifício do povo. Regime de ladrões do dinheiro público. Abutres do povo. Ainda bem que aos poucos estão conseguindo desmantelar essa quadrilha através das operações do MP, PF e do Poder Judiciário. Vida longa a Lava Jato e seus integrantes.

    • Ô troll. Assim VC perde a credibilidade até como troll.

      Rarará. Delete elle Esmael. Senaovou pensar que é troll do blog só para provocar os leitores.

      Essa GPI de lascar troll.

  9. O golpe do FEIJÃO,quer tirar direito conseguido ao logo dos tempos pelos cidadão ,como educação,saúde e cultura,e mais ainda direito das conquista do trabalhadores,Falta trabalho e feijão.

  10. Tentando confundir mais uma vez Esmael?
    Justamente o contrário….. a Inglaterra, o segundo país mais rico da Europa atrás da Alemanha, estava quebrando com a onda socialista Européia, vide Espanha, Portugal, França, Grécia….

    • Genildo, onda socialista da União Européia? Sabe o que é neoliberalismo? Agiotas?FMI? Leia sobre a carreira de Merkel, a urubua.

      Desinformação é perdoavel. Ma fé não.

      Recomendo:

      Blog do Esmael. Ler e não só postar.
      Lemonde Diplomatic e Outras Palavras
      Viomundo
      Blog do Miro

      The Guardian
      The Independente

      A questão é complexa. O “socialismo “inglês intermo existe. Foi implantado antigamente. Antes até do trabalhismo.Deve ter uns 60 anos ou mais. Ninguem abre mao.
      Funciona. Quem votou pelo Fica, usa o socialismo e adora.Mas nos negócios são bem capitalistas.

      Habitação. Todos tem e pagam 50 anos.
      Saúde. Tem fila. É básico. funciona.
      Trens. Sempre foi estatal. Privatizou uns 20 anos atras, piorou.
      Mas ainda funciona.
      Emprego. Não é possível dividir mais com a Europa. É superrestrito e sem luxo.
      Transporte. Não sei.
      Escolas. Boas e estatais. Introduziram cobranças, mas continua estatal.
      Mas tudo é muito controlado pelo estado. O estado funciona.E fiscaliza.

      Uma parte da sociedade que pode comparar pois é mais velha viu a diferença e perda. Votou pra sair.
      Simples assim.

      • Genildo, onda socialista da União Européia? Sabe o que é neoliberalismo? Agiotas?FMI? Leia sobre a carreira de Merkel, a urubua.

        Desinformação é perdoavel. Ma fé não.

        Recomendo:

        Blog do Esmael. Ler e não só postar.
        Lemonde Diplomatic e Outras Palavras
        Viomundo
        Blog do Miro

        The Guardian
        The Independente

        A questão é complexa. O “socialismo “inglês intermo existe. Foi implantado antigamente. Antes até do trabalhismo.Deve ter uns 60 anos ou mais. Ninguem abre mao.
        Funciona. Quem votou pelo Fica, usa o socialismo e adora.Mas nos negócios são bem capitalistas.

        Habitação. Todos tem e pagam 50 anos.
        Saúde. Tem fila. É básico. funciona.
        Trens. Sempre foi estatal. Privatizou uns 20 anos atras, piorou.
        Mas ainda funciona.
        Emprego. Não é possível dividir mais com a Europa. É superrestrito e sem luxo.
        Transporte. Não sei.
        Escolas. Boas e estatais. Introduziram cobranças, mas continua estatal.
        Mas tudo é muito controlado pelo estado. O estado funciona.E fiscaliza.

        Uma parte da sociedade que pode comparar pois é mais velha viu a diferença e perda. Votou pra sair.
        Simples assim.

        Só ha cobranças nas Universidades. Ate ensino médio é grátis e com merenda.

      • Querida Maria…… ler blogs de esquerda sustentados com dinheiro público disfarçado de “patrocínio” de estatais centenária ajuda formar opinião? Querida, se uma instituição como CEF, BB ou Petrobrás não for conhecida dos brasileiros vc acha que um banner em uma página a fará ser conhecida? Formar opinião é bem mais que isso tá, tem que sentar e conversar com quem viveu a experiencia e não formar opinião através de blogs de esquerda que tem mais a função de confundir e não dizer a verdade.
        Abaixo segue texto de um outro empresário que viveu na Inglaterra de 2001 a 2015, ano que retornou. A politica estabelecida é de ESQUERDA, a mesma adotada na América Latina em forma de Mercosul.

        O que eles desejam é retomar a controle e soberania sobre seus próprios lares e vidas. O sim foi mais contundente no interior do que na capital, Londres.
        Isso porque é no interior que se percebe a invasão de estrangeiros, mudando a vida, a cultura e as tradições do povo ingles, o qual é fortemente apegado à sua cultura.
        O fim da UE como um todo começou no dia 1º de maio de 2004, quando ingressaram no bloco os dez países pobres do leste europeu: Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia, Chipre e Malta.
        Eu estava lá, e o que vimos foi o país ser invadido literalmente por migrantes desses novos membros, principalmente poloneses.
        O governo do Lituânia dava cursos básicos de ingles para quem quisesse ir para a Inglaterra e mandava o povo em comboios de ônibus. Assim como fazem alguns prefeitos nossos que descarregam indigentes em outros municípios.
        Assim fizeram os governos desses países.
        O desemprego aumentou, o custo de vida aumentou.
        Poloneses chegaram tomando o emprego de ingleses, trabalhando por menos do que o salário mínimo.
        E depois, em 2007, vem Bulgária e Romênia!
        E muitos chegaram exclusivamente para depender das bolsas (benefits) do governo. Vinham uma vez por ano só para renovar os benefícios e continuavam em seus países recebendo dinheiro do governo ingles.
        Se estivesse lá, como eleitor que eu era, teria votado pelo sim.
        O mesmo irá acontecer no Brasil em breve, com essa invasão de chilenos, bolivianos e haitianos que estamos sofrendo.
        Logo, nós iremos votar pela saída do Brasil do Mercosul.

        • Quanta estupidez Genildo… vc anda lendo/assistindo o que? Certamente suas “leituras” vivem sem a “ajuda” estatal…

        • Meu Deus, quanta boçalidade, amigo. Pede pra sair da Terra e logo. Gente que pensa como você é um perigo pra humanidade. Cruel!

  11. Nós últimos dias a política Brasileira tem nos repugnado.Os jovens têm aprendido com os governantes o que existe de pior no ser humano. Não se faz política da maneira que vem acontecendo.Os politiqueiros só sabem fazer politicagem.

  12. A inglaterra está no caminho certo basta ver o noticiário da globo que condenou a saída.