Por Esmael Morais

Renan reconhece ilegalidade em votação da Câmara e exclui orientação de bancada no Senado

Publicado em 11/05/2016

“Como esse é um julgamento, qualquer orientação de líderes ajudaria a partidarizar o assunto, o que não é bom que aconteça”, justificou Renan — à luz do artigo 23 da lei 10.079, de 1950, que diz: “Encerrada a discussão do parecer, será o mesmo submetido a votação nominal, não sendo permitidas, então, questões de ordem, nem encaminhamento de votação”.

Horas antes do golpe, portanto, o STF terá mais uma oportunidade de reparar a derrapada cometida por Cunha na Câmara, em 17 de abril – e confessada por Renan. Está nas mãos do ministro Teori Zavascki a chance de interromper um estupro ao Estado Democrático de Direito.