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Palavra de ordem do vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, pela entrega imediata dos cargos que dispunha em nome do golpe contra Dilma Rousseff não foi cumprida por ele próprio uma semana após anúncio do “rompimento”; dirigente peemedebista mantém intactos cargos comissionados no governo federal, dentre os quais, o mais emblemático, é o caso do assessor da Vice-Presidência, Rodrigo Rocha Loures, uma espécie de “sombra” do capitão do golpe; Rocha Loures era um dos mais entusiasmados na reunião de 29 de março, que definiu pela entrega dos cargos ocupados pelo PMDB, entretanto, segundo o Portal da Transparência, ele continua lotado em função comissionada (sem concurso) no Palácio do Planalto; bravata do vice Michel Temer pegou muito mal entre a opinião pública, a frente política, e entre seus correligionários; presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), considerou a reunião do rompimento “precipitação” e “burrice”.

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