Senador Roberto Requião chuta “países baixos” dos golpistas: “não somos bonecos da Globo”

do Brasil 247

Senador Roberto Requião (PMDB) continua a fazer reflexões lúcidas e a alertar sobre os riscos de um possível, porém remoto, governo de transição se o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff for aprovado no Congresso; ele também critica a Rede Globo por seu comportamento pró-golpe e por incitar o ódio; "Nosso dever é preservar a democracia, defender conquistas sociais, falar a verdade e deixar claro o que pensamos. Não somos bonecos da Globo".

Senador Roberto Requião (PMDB) continua a fazer reflexões lúcidas e a alertar sobre os riscos de um possível, porém remoto, governo de transição se o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff for aprovado no Congresso; ele também critica a Rede Globo por seu comportamento pró-golpe e por incitar o ódio; “Nosso dever é preservar a democracia, defender conquistas sociais, falar a verdade e deixar claro o que pensamos. Não somos bonecos da Globo”.

Apesar de ser do PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer, o senador paranaense Roberto Requião continua a fazer reflexões lúcidas e a alertar sobres os riscos de um possível, porém improvável, governo de transição se o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff for aprovado no Congresso.

Ele também criticou a Rede Globo por seu comportamento pró-golpe e por incitar o ódio contra Dilma, o ex-presidente Lula e o PT. “Nosso dever é preservar a democracia, defender conquistas sociais, falar a verdade e deixar claro o que pensamos. Não somos bonecos da Globo”.

Requião alerta ainda para um cenário ainda pior num possível governo Temer. “Aprovado o impeachment, o país se levanta, esquerda e direita contra Temer. Resultado imprevisível. O caos. Não vale a pena. Precisamos de mudança na economia e não da aventura imprevisível do impeachment. Brasil em 1° lugar”, disse o senador em seu perfil no Twitter neste domingo.

Requião lembrou ainda que foi exatamente num clima de instabilidade e vulnerabilidade política que Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha e protagonizou um dos maiores horrores da história da humanidade. A Itália, lembra ele, viveu seus piores capítulos com Silvio Berlusconi.

“Crise econômica e apoio midiático levaram Hitler ao poder. E na Itália, o Berlusconi”.

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