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Decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, que não chegou a ser publicada, determinava que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitasse pedido de abertura de processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer (PMDB); minuta de voto do magistrado, divulgada por engano na sexta-feira (1º), ensejou petição da mesa da Câmara contra o que ela denomina como intervenção; “Nunca, jamais, pode-se admitir tamanha intervenção em ato próprio de outro Poder da República, a ponto de autorizar a substituição da competência do órgão legislativo por decisão judicial”, diz a defesa preventiva de Cunha, contrário à abertura de impeachment do vice-presidente da República.

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