Governo Dilma decide partir para o ataque contra golpismo da Globo

Governo da presidente Dilma Rousseff, ao que parece, resolveu partir para a ofensiva contra a “Rede Golpe”; aos poucos, sistema de comunicação do Palácio do Planalto vai se soltando para cumprir seu papel em defesa do estado democrático de direito; primeiro foi a TV Brasil que iniciou um belo processo de reação ao golpe exibindo no domingo, por exemplo, debate sobre o golpismo da TV dos Marinho; emissora estatal pode crescer política e tecnicamente nessa crise e, quiçá, ocupar espaço perdido pela “vênus platinada”; agora, outros setores governamentais trataram de desmentir reportagens “barrigudas” e “preconceituosas” como aquela da capa do jornal O Globo desta segunda-feira (4); portanto, ainda falta o governo Dilma parar de anunciar na Globo cuja campanha #AnunciouNaGloboNaoCompro já ganhou as redes sociais.

Governo da presidente Dilma Rousseff, ao que parece, resolveu partir para a ofensiva contra a “Rede Golpe”; aos poucos, sistema de comunicação do Palácio do Planalto vai se soltando para cumprir seu papel em defesa do estado democrático de direito e quebra a censura da velha mídia; primeiro foi a TV Brasil que iniciou um belo processo de reação ao golpe exibindo no último domingo (3), por exemplo, debate sobre o golpismo da TV dos Marinho; emissora estatal pode crescer política e tecnicamente nessa crise e, quiçá, ocupar espaço perdido pela “vênus platinada”; agora, outros setores governamentais trataram de desmentir reportagens “barrigudas” e “preconceituosas” como aquela da capa do jornal O Globo desta segunda-feira (4); portanto, ainda falta o governo Dilma parar de anunciar na Globo cuja campanha contra financiares do golpe –#AnunciouNaGloboNaoCompro — já ganhou as redes sociais.

#GovInforma: O Globo despreza a verdade com preconceito disfarçado

do Blog do Planalto

Ao cravar em sua primeira página que ‘Dilma usará o Bolsa Família para se defender do impeachment’, o jornal induz o leitor a pensar que o programa que retirou 36 milhões de pessoas da miséria, e contribuiu para mover outras 40 milhões à nova classe média, será usado como moeda de troca na Câmara contra o processo de impeachment. Engano.

Tão enganoso quanto o equívoco original da reportagem: tentar antecipar uma linha de defesa que não se cumpriu – no jargão jornalístico, uma clássica barriga.

Os argumentos da defesa apresentada pelo chefe da Advocacia-Geral da União, ministro José Eduardo Cardozo, são cristalinos. Num deles, lembra que nas alegadas pedaladas fiscais não há qualquer ato da presidenta da República que possa ser configurado como crime de responsabilidade relacionadas a atos de 2015. Noutro, mostra que os decretos de crédito suplementar – também objeto do pedido de impeachment – estão de acordo com a meta de superávit primário. Não aumentaram o gasto público e permitiram a todos os poderes reprogramar uma determinada política pública de acordo com a realidade.

A reportagem do Globo optou pela pressa na antecipação da defesa pelo preconceito contra as conquistas da população mais necessitada do país. População que foi, é e continuará sendo prioridade do governo da presidenta Dilma – como passou a ser desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência da República, em 2003.

Ao distorcer a informação, O Globo despreza a verdade e amplia o preconceito contra a parcela mais pobre da população.

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