Deputados temem ‘carimbo do golpe’

Ao menos parte dos 65 deputados, que compõem a comissão do impeachment, entrará para a História amanhã, segunda-feira, 11; eles temem serem inscritos na posterioridade como “golpistas”; não haverá “folgada maioria” para nenhum dos lados na votação do relatório, amanhã, cuja sessão será transmitida ao vivo pelo Blog do Esmael a partir das 10 horas; nessas horas que antecedem à tentativa de golpe na Câmara, aumentam as especulações sobre possível afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que desorganizaria seu exército e o ritmo da vingança contra a democracia e o mandato de Dilma Rousseff.

Ao menos parte dos 65 deputados, que compõem a comissão do impeachment, entrará para a História amanhã, segunda-feira, 11; eles temem serem inscritos na posterioridade como “golpistas”; até a poderosa Rede Globo receia esse maldito rótulo; não haverá “folgada maioria” para nenhum dos lados na votação do relatório, amanhã, cuja sessão será transmitida ao vivo pelo Blog do Esmael a partir das 10 horas; nessas horas que antecedem à tentativa de golpe na Câmara, aumentam as especulações sobre possível afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que desorganizaria seu exército e o ritmo da vingança contra a democracia e o mandato de Dilma Rousseff.

Ao menos parte dos 65 deputados, que compõem a comissão do impeachment, entrará para a História amanhã, segunda-feira, 11. O problema é como eles serão inscritos na posterioridade. Muitos deles têm consciência de que podem ser lembrados como “golpistas”.

Até mesmo a poderosa Globo receia o maldito rótulo de golpista.

Depois de concluída a leitura do parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), na madrugada de sábado (9), favorável ao golpe, nesta segunda o documento será votado pela comissão.

Não haverá “folgada maioria” para nenhum dos lados. Se aprovado o relatório, na sequência – provavelmente na sexta, dia 15 — irá para o plenário (onde matematicamente o golpe já está enterrado).

O Blog do Esmael vai transmitir ao vivo a sessão de amanhã, a partir das 10 horas, quando 27 líderes partidários, o ministro José Eduardo Cardozo, e Jovair Arantes deverão se pronunciar sobre o relatório encomendado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Em contagem regressiva para o golpe na Câmara, fortes emoções ainda podem abalar as estruturas.
Especula-se que Cunha poderá ser afastado pelo Supremo Tribunal Federal, o que desorganizaria o exército do presidente da Câmara e o ritmo da vingança contra a democracia e o mandato de Dilma Rousseff.

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