Beto Richa prepara nova farra com cargos comissionados

O deputado licenciado Artagão Junior (PSB), em solenidade no Palácio Iguaçu, rebola e dança no bambolê; na tribuna da Assembleia, Requião Filho, da oposição, havia dito que o novo secretário da Justiça e do Trabalho tinha “sentado no colo” do governador Beto Richa; “Agora rebolou”, observou outro oposicionista. (Foto do deputado Márcio Nunes/Facebook).

O deputado licenciado Artagão Junior (PSB), em solenidade no Palácio Iguaçu, rebola e dança no bambolê; na tribuna da Assembleia, Requião Filho, da oposição, havia dito que o novo secretário da Justiça e do Trabalho tinha “sentado no colo” do governador Beto Richa; “Agora rebolou”, observou outro oposicionista. (Foto do deputado Márcio Nunes/Facebook).

O governador Beto Richa (PSDB) não está nem aí para a crise que ele e seu pateta secretário de Fazenda, Mauro Ricardo, meteram o Paraná. Por isso mesmo, o tucano articula uma nova farra com cargos comissionados.

Segundo a bancada de oposição na Assembleia Legislativa, o governo pretende criar 17 novos cargos DAS-5 – com salário de R$ 7.072,07 – para livre nomeação política na Secretaria da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos (SEJT).

Nos últimos anos, Richa institui farra com “assessores estratégicos” na Sanepar e outros órgãos da administração indireta.

O tucano também chutou o balde ao promover reajuste de até 128% para os comissionados e, concomitantemente, deixou à mingua os demais servidores do quadro próprio.

O líder da oposição, deputado Requião Filho (PMDB), disse que a bancada lutará para impedir mais essa farra no governo do Paraná.

Para ele, é inadmissível o governo Richa contratar mais funcionários por indicação política, enquanto o Estado prevê um rombo de R$ 1,7 bilhão para 2017.

“Por que contratar mais apadrinhados agora? O governador ainda não se satisfez de quebrar o Paraná e saquear o dinheiro dos depósitos judiciais e da previdência?”, questionou Requião Filho.

Além de Requião Filho, assinaram a emenda os deputados Tadeu Veneri, Professor Lemos e Péricles de Mello (PT), Anibelli Neto e Nereu Moura (PMDB) e Tercílio Turini (PPS).

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