13 de Abril de 2016
por esmael
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Despencou o apoio ao ‘golpe paraguaio’, diz Paraná Pesquisas

skaf_fiepLevantamento do instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela Fiesp, identificou queda no apoio ao ‘golpe paraguaio’ também chamado de impeachment no país.

Os números da sondagem realizada entre os dias 9 de 12 de abril, em 23 estados brasileiros, acenderam a luz amarela dos patos no sistema S.

13 de Abril de 2016
por esmael
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Damous denuncia: “Cunha e Temer chantageiam deputados”; assista

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional fluminense, em vídeo distribuído à militância, acusou nesta quarta-feira (13) o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o vice Michel Temer, estão chantageando os parlamentares para angariar apoio ao golpe.

“O cabo Anselmo da atualidade, o vice-presidente Michel Temer, e Eduardo Cunha, foi chantagear o deputado Aliel Machado (Rede-PR), que reagiu com muita firmeza e altivez”, denunciou Damous, comparando o vice ao agente infiltrado nos movimentos de esquerda pela ditadura militar.

Para Wadih Damous, a mídia é golpista e quer criar um “clima de já ganhou” para consumar a derrubada do governo. Segundo o parlamentar, os deputados têm medo de aparecer com antecipação, mas, assegura, estarão juntos em favor da democracia no próximo domingo (17).

Portanto, existem dois quadros sobre essa guerra de números: um falso, que é cantado pela Globo e pela mídia golpista, e outro verdadeiro, que é esse da resistência democrática.

A oposição precisará arregimentar 342 votos — ou dois terços de 513 deputados — para depor Dilma. A missão é praticamente impossível, segundo todos os institutos de pesquisas sérios do país.

13 de Abril de 2016
por esmael
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“Se ganhar, proponho pacto. Se perder, sou carta fora do baralho”

do Brasil 247

A presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira 13, em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, que irá propor um pacto, inclusive com a oposição, caso o impeachment seja derrotado. Questionada se aceitará participar de um pacto caso seja afastada do cargo, afirmou que, neste caso, será “carta fora do baralho”.

“Digo qual é o meu primeiro ato pós votação na Câmara. A proposta de um pacto, de uma nova repactuação entre todas as forças políticas, sem vencidos e sem vencedores. Seja pós-Câmara mas também pós-Senado, sobretudo. No pós senado é que isso será mais efetivo”, afirmou a presidente.

A dois dias do início da discussão no plenário da Câmara sobre o relatório favorável ao seu afastamento aprovado na comissão especial na última segunda-feira, a presidente recebeu em seu gabinete um grupo de jornalistas de dez veículos de comunicação para uma conversa que durou mais de duas horas.

Abaixo, reportagem da Agência Brasil divulgada nesta manhã sobre a entrevista:

Dilma concede entrevista a veículos de comunicação

Da Agência Brasil – A presidenta Dilma Rousseff deverá conceder entrevista a dez veículos de comunicação, hoje (13) às 11h, no Palácio do Planalto. A entrevista será acompanhada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva.

Com a publicação hoje no Diário da Câmara dos Deputados do parecer do relator do impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que pede a continuidade do processo, começa a contar o prazo de 48 horas para que o texto entre na pauta de votações.

A partir da manhã de sexta-feira (15), o parecer começa a ser discutido pelos 513 deputados. Como a expectativa é de que os debates se estendam por mais de um dia, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), antecipou ontem um calendário que segue até domingo (17), com previsão de concluir a votação do impeachment até as 21h.

Hoje à tar

13 de Abril de 2016
por esmael
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PDT decide votar contra impeachment de Dilma; PMDB, PP e PRB se dividem

O governo garantiu a bancada do PDT na votação contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Mesmo com alguns críticos à política econômica, os 20 parlamentares do partido fecharam questão em favor da democracia e contra o golpe.

Além de assegurar o PDT, o Palácio do Planalto discute avulso com deputados do PMDB, PP e PRB — que oficialmente anunciaram que votarão “sim” no próximo domingo (17).

O PP que tem 43 parlamentares, por exemplo, poderá dar até 20 votos contra o golpe. Os governistas também contabilizam 20 do PMDB, de uma bancada de 65.

O PSD também discute posição sobre o impeachment. O partido tem o Ministério das Cidades, ocupado por Gilberto Kassab, e há outros interesses em áreas do governo. Até agora, de uma bancada de 31 deputados, 15 estão contra o golpe.

A oposição precisará arregimentar 342 votos — ou dois terços de 513 deputados — para depor Dilma. A missão é praticamente impossível, segundo todos os institutos de pesquisas sérios do país.

Segundo o DataEsmael, que sempre acertou todas, dentro da margem de erro, o governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas.Os indecisos somam 16.

13 de Abril de 2016
por admin
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Frente Brasil Popular traz Tico Santa Cruz a Curitiba para debater o golpe

O cantor Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas Roque Clube, estará em Curitiba nesta quinta-feira (14), para debate a democracia e o golpe que está sendo tramado contra a presidente Dilma Rousseff (PT) . O evento, promovido pela Frente Brasil Popular, terá início às 18h30 e é aberto ao público.

Tico tem sido um importante defensor da democracia e dos movimentos sociais. O cantor se destacou na defesa dos estudantes paulistas que ocuparam as escolas públicas contra o fechamento programado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Da mesma forma que diversos artistas como Beth Carvalho e Chico Buarque, ele vem fazendo um importante debate sobre o momento político no país. Em posts no Facebook, página do artista com mais de 2 milhões de seguidores, Tico fala diariamente sobre política, democracia e corrupção.

Em suas participações em atos em defesa da democracia, Tico aponta a importância da democratização da mídia, a necessidade da mobilização por mídias alternativas e a participação coletiva nesse momento. Além disso, ele critica a hipocrisia de parlamentares que es

13 de Abril de 2016
por esmael
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Gleisi Hoffmann adverte em vídeo: ‘Não vai ter golpe da mídia’

Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), porta-voz informal antigolpe, gravou um vídeo especial nesta quarta-feira (13) desmentindo a velha mídia golpista.

Segundo ela, os veículos de comunicação estão atribuindo informações — “sempre em off” — a ministros visando desestabilizar a tropa contra o golpe.

“Isso não é verdade. Não vamos nos deixar influenciar pelo que a mídia está dizendo. Aliás, vamos lembrar o que disse ontem (12) o jornalista norte-americano Glenn Greenwald. Disse que ‘estava chocado’ com a parcialidade da imprensa brasileira”, afirmou Gleisi.

A parlamentar denunciou que “políticos corruptos querem fazer o impeachment de uma presidenta honesta” e asseverou que “nenhuma batalha é perdida de véspera”.

Ao falar da conspiração de Michel Temer, Gleisi foi direta ao ponto: “Não vamos nos esquecer que ficará como seu vice-presidente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha”.

O fato de as cúpulas partidárias tomarem decisão não quer dizer que os deputados vão segui-las, explicou, ao dizer que o governo busca maioria na Câmara.

13 de Abril de 2016
por esmael
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Requião não acredita que haja ‘2/3 de imbecis’ para votar pelo golpe da Globo

do Brasil 247

Senador Roberto Requião ainda acredita que o golpe não passará na Câmara: “Sou otimista, quero a prisão de corruptos. Mas acredito que a Câmara não tem 2/3 de ingênuos ou imbecis capazes de votar com a mídia-globo”, postou ele no Twitter.

Recentemente, ele divulgou uma carta aberta aos deputados federais e governadores, em que faz um duro alerta para o Brasil caso o impeachment da presidente Dilma Rousseff seja aprovado.

Requião chama a proposta do PMDB para o governo Temer de “pacto regressivo que visa a destruir os direitos sociais básicos conquistados pelo povo brasileiro em 88”. “Se essa posição ideológica prevalecer – e é certo que prevalecerá em caso de impeachment – o Brasil afundará numa crise sem precedentes, que arrastará Estados numa avalanche de desorganização fiscal e inadimplência, afetando profundamente o setor privado”, diz Requião. “Ciclos sucessivos de depressão estrangularão as contas públicas em ajustes recorrentes, estrangulando gastos públicos e salários, inclusive de aposentados e pensionistas. Em suma, todos, menos os ricos e a mídia, pagaríamos pelo impeachment”.

13 de Abril de 2016
por esmael
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Se perder no plenário, Cunha fará tantas quantas votações necessárias até aprovar o golpe

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não é afeito às regras nas votações. Exemplo disso foi a apreciação do substitutivo da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171/1993, em 30 de junho de 2015, que reduzia de 18 para 16 anos a idade mínima para a imputação penal em casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

Pois bem, Cunha perdeu a votação no plenário por 303 votos a favor e 184 contrários. O quórum mínimo para mudança no texto constitucional é de 308 votos.

Qual o quê! O presidente da Câmara não se fez de rogado e votou outra vez a mesma matéria na madrugada de 2 de julho do ano passado, quando conseguiu aprová-la com 323 votos favoráveis, 155 contrários. Na época, a atitude gerou protestos no mundo jurídico.

A tendência é que o golpista Eduardo Cunha sofra nova derrota no plenário domingo, dia 17, na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O diabo é que o presidente da Câmara deverá manipular o jogo, tal qual sua atitude naquela da redução da maioridade penal.

De acordo com o DataEsmael divulgado ontem (12), o governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas. Os indecisos somam 16. Ou seja, a tese golpista ruma para o lixo da História.

Mas a pergunta que não quer calar é: o diabólico Cunha votará tantas vezes forem necessárias até conseguir afastar Dilma?

13 de Abril de 2016
por esmael
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Sobrinho de Requião desmente puxadinho de Veja: “Não decidi”

O Antagonista”, espécie de puxadinho da revista Veja na internet, mentiu ontem (12) à noite ao registrar que o deputado federal João Arruda (PMDB-PR) votará “sim” pelo impeachment de Dilma.

O Blog do Esmael entrevistou o parlamentar às 23h58 de ontem, faltando dois minutos para as 12 badaladas “notúrnicas”.

O sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que “até” estava a favor do impeachment, mas ficou “indeciso” depois do assédio dos patos do sistema S.

É verdade que João Arruda anda bastante magoado com o governo e o PT, mas, daí, para “afrouxar a tanga” há uma distância enorme.

Aliás, o gângster Pato Skaf, da Fiep, também fez os golpistas perderem o voto do deputado Aliel Machado (Rede-PR) na comissão do impeachment depois de expô-lo em anúncio de jornais.

13 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba não se resume à desventura, Curitiba é Luz dos Pinhais

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Rafael Greca*

Terminei meu novo livro. “Luz dos Pinhais, História e Estórias de Curitiba“. Será publicado, ainda este ano, pela editora Solar do Rosário. São 99 capítulos, aproximadamente 600 páginas, onde reúno apontamentos para o estudo da mentalidade curitibana. Alegria pelo dever cumprido para com minha terra e minha gente.

Nas palavras deste livro, a Luz dos Pinhais vai revogando a escuridão e o silêncio da noite dos tempos em que jaziam imersas as terras que servem de berço ao rio Iguaçu. Acredito em Dante Alighieri quando diz que a “escuridão é o silêncio da luz”.

Invocamos a mesma Luz dos Pinhais para resgatar das névoas do esquecimento a memória coletiva de um povo singular: os curitibanos.

Aqui nascidos, ou que aqui escolheram viver. É extensa a bibliografia sobre a cidade de Curitiba, o povoamento da região da capital do Paraná, no vale do rio Iguaçu.

Ponto de passagem do Caminho do Peabirú, trilha indígena pré-cabralina, Curitiba fez-se marco da ocupação portuguesa do Brasil Meridional.

Já em 1639, o governador ibérico de São Paulo, autoriza a “posse dos Campos do rio Mbyrigüi” (o nosso atual rio Barigüi) em favor de Matheus Luiz Grou.

A “entrada” em território até então espanhol, favoreceria após a restauração do Reino de Portugal (em 1640)*, a revogação do Tratad

13 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: A dívida pública e o BNDES na pauta do processo de impeachment

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Alvaro Dias*

No debate de causas e consequências da crise político-econômica, entenderemos que há uma relação direta entre Operação Lava-Jato, corrupção no País, impeachment da Presidente da República e as mazelas que afligem o povo brasileiro.

A dívida pública do nosso País hoje passa de R$4 trilhões. Em 2015, gastamos R$962 bilhões no refinanciamento dessa dívida. Isso significa que aplicamos a metade do que arrecadamos no País. A Alemanha, por exemplo, consome menos da metade do que gastamos para a administração da dívida pública.

Até 2018, nossa dívida alcançara 85% do PIB. É uma tragédia com a qual o governo não se preocupa. E sem a administração da dívida, não encontraremos solução para tantos problemas que impedem o crescimento econômico do Brasil, como o caos na saúde, a inflação e o desemprego.

Um dos instrumentos do monumental endividamento do País se chama BNDES.O governo se utiliza do BNDES como artifício para tumultuar a administração pública com uma contabilidade anarquizada. O BNDES passou a ser, portanto, um instrumento de políticas desonestas adotadas pe