12 de abril de 2016
por Esmael Morais
7 Comentários

Governo negocia avulso com deputados do PP

O líder do PP na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), acabou de sair de uma reunião no Palácio do Planalto com o ministro da Secretaria Geral da República, Ricardo Berzoini. O parlamentar progressista estava acompanhado do colega Ricardo Barros (PR).

Ribeiro e Barros foram levar ao governo a decisão do partido pelo encaminhamento do “sim” em plenário, no próximo domingo (17), mas, contraditoriamente, informaram que não haverá retaliação aos deputados que votarem contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Dos 43 deputados do PP no exercício do mandato, os governistas contabilizam entre 15 e vinte votos contra o golpe.

O próprio Estadão, órgão de mídia alinhado ao golpe, estima que o governo poderá chegar a 213 votos em plenário.

“As contas mais reais, contudo, não chegam a 180, o que significa uma arriscada e estreita margem de segurança em uma votação tão importante. O voto aberto, em microfone, no plenário da Câmara, trabalha contra a presidente Dilma”, reconhece a publicação golpista.

São necessários apenas 172 votos para barrar a autorização para que o Senado abra o processo de afastamento da presidente da República.

Para a consumação do golpe, entretanto, a oposição precisará arregimentar 342 votos dos parlamentares — ou dois terços de 513 — um quórum matematicamente impossível de alcançar.

Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
10 Comentários

Eduardo Cunha já definiu como será o golpe neste domingo; votação será concluída à noite

Cunha define rito do impeachment; votação final deve ser na noite de domingo

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), definiu hoje (12), em reunião com o colégio de líderes, o rito de discussão e votação do pedido de abertura de processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo plenário da Casa. As discussões serão iniciadas às 8h55 da próxima sexta-feira (15) e finalizadas domingo (17) à noite, com a votação do parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao prosseguimento do processo de afastamento.

Eduardo Cunha ainda não divulgou como será a ordem de votação. A base do governo defende a adoção do mesmo critério usado na votação do impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992, que foi por ordem alfabética. Para os defensores do impeachment de Dilma, não há relevância no critério.

Nos bastidores, parlamentares da base aliada temem que Cunha adote a votação alternada por estados de diferentes regiões. Isso, segundo governistas ouvidos pela Agência Brasil, poderia provocar uma votação inicial grande a favor do impeachment, influenciando deputados indecisos.

Na sexta-feira, os trabalhos serão abertos com a fala dos autores da denúncia e a manifestação da defesa da presidenta Dilma Rousseff. Será concedido prazo de 25 minutos para ambas as partes. Depois disso, cada um dos 25 partidos com representação na Câmara e os líderes da maioria e da minoria terão uma hora para discussão. Esse tempo poderá ser dividido com até cinco parlamentares, independentemente do tamanho da bancada.

Pelo cronograma, serão necessárias, pelo menos, 28 horas para a discussão inicial. Com isso, a discussão iniciada na sexta poderá se prolongar até as 13h de sábado (16), ultrapassando o horário previsto por Cunha para início da sessão deste dia, 11h. Os trabalhos começam com a fala dos deputados que se inscreverem no dia anterior (de 9h às 11h) para discutir o relatório. No sábado, todos os líderes terão direito a falar por suas bancadas pelo tempo correspondente ao tamanho das bancadas.

A cada nova sessão, os líderes terão direito a usar da palavra conforme prevê o regimento da Casa. A intenção do presidente da Câmara é encerrar os debates no sábado. Cada um dos deputados inscritos terá direito a 3 minutos de fala. Se os 513 optarem por discursar, serão gastos 1.539 minutos, o equivalente a quase 26 horas.

Com início previsto para as 11h de sábado, se não houver interrupções, essa fase deverá durar até as 13h de domingo. Pelo cronograma definido hoje Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
30 Comentários

Deputado denuncia que foi ameaçado por Cunha para votar pelo golpe. Cadê o Supremo nessas horas?

do Brasil 247

Integrante da comissão do impeachment, que votou contra o relatório do deputado Jovair Arantes, o deputado federal da Rede Aliel Machado (PR) revela em entrevista ao jornal Gazeta do Povo articulações pesadas de bastidores e até ameaças em busca de votos para aprovar o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Ele diz ter sido procurado por pessoas ligadas ao vice-presidente, Michel Temer, que perguntaram “o que ele queria, do que precisava”. “O Cunha falou: ‘Você não vai mais andar em Ponta Grossa. O Temer vai ser presidente, você vai ver'”, contou Machado. “Os caras que estão a favor do impeachment estão montando o governo com o Temer, eles vão assumir o comando de tudo. DEM, PSDB, todos esses caras. É o jogo aqui”.

Segundo ele, Temer está articulando abertamente em prol do impeachment. “Ele foi para o Rio de Janeiro conquistar os deputados do PMDB. E foi para outros estados. E quem está operacionalizando isso para ele é o Cunha”. Seu partido, a Rede, liderado por Marina Silva, se manifestou a favor do impeachment nesta segunda-feira.

Em discurso feito nesta terça no Palácio do Planalto, a presidente Dilma disse que a acusaram de “usar expedientes escusos para recompor a base do governo”. “Me julgando pelo seu espelho, pois são eles que usam tais métodos. Caluniam enquanto leiloam oposições no gabinete do golpe, no governo dos sem voto”, criticou.

Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
7 Comentários

Na guerra de guerrilha contra governo, liminar suspende ‘outra vez’ nomeação do ministro da Justiça

da Agência Brasil

Justiça Federal suspende nomeação do ministro Eugênio Aragão

A juíza federal substituta da 7ª Vara do Tribunal Regional Federal da Primeira Região Distrito Federal Luciana Raquel Tolentino de Moura suspendeu hoje (12) o decreto que nomeou o ministro da Justiça, Eugênio Aragão. A decisão liminar (provisória) vale até o julgamento final da ação popular em que foi pedida a suspensão.

Na decisão, a juíza lembra que a Constituição Federal proíbe que membros do Ministério Público, do qual Aragão fez parte antes de assumir a pasta da Justiça, ocupem outros cargos ou funções.

Em março, o Conselho Superior do Ministério Público Federal aprovou, por maioria de votos, o afastamento do subprocurador-geral da República Eugênio Aragão, que tinha sido nomeado ministro da Justiça.

Ele foi designado para a pasta em substituição a Wellington César Lima e Silva, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que este teria de pedir exoneração do cargo de promotor de Justiça do Ministério Público (MP) da Bahia se quisesse permanecer no cargo de ministro. A decisão foi tomada após a corte ser questionada sobre a impossibilidade de membros do Ministério Público assumirem cargos do Executivo.

A Advocacia-Geral da União (AGU)  informou que ainda não foi notificada, mas vai recorrer da decisão.

Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
7 Comentários

#NãoVaiDarNaGlobo: somente vereador petista não foi preso por corrupção em Itaipulândia (PR)

O vereador Roberto Piano, do PT, único que não foi preso em operação deflagrada na madrugada desta terça-feira (12) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), na Câmara Municipal de Itaipulândia, no Oeste do Paraná, não será notícia na Rede Globo — evidentemente.

Em tempo de fascismo e de seletividade, tanto da mídia quanto do judiciário, a honestidade de político ligado ao PT é escondida do distinto público. Fato não é reverberado porque há uma guerra ideológica no país contra petistas e seus aliados.

De nove, 8 vereadores foram presos por suposta fraude em diárias que teria causado prejuízos de R$ 700 mil ao erário nos últimos três anos. Também foram presos outros servidores da Câmara.

O município de Itaipulândia fica no Oeste do Paraná a 630 km de Curitiba.

Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
27 Comentários

DataEsmael divulga novo placar do impeachment: 326 contra, 171 a favor

Após placar de ontem (11) com sabor de derrota na comissão do golpe, agora a oposição caminha para a derradeira e fragorosa derrota no plenário da Câmara no próximo domingo (17).

Levantamento do DataEsmael*, concluído ao meio dia desta terça-feira (12), aponta que o governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas. Os indecisos somam 16.

Na sondagem anterior, na última sexta-feira (8), o DataEsmael havia contabilizado 321 deputados contra o golpe e os mesmos 171 a favor.

Cabe ao plenário da Câmara a tarefa de autorizar ou rejeitar a abertura, pelo Senado, do processo de impeachment da presidente da República; são necessários 342 votos dos parlamentares — ou dois terços de 513 — um quórum matematicamente impossível para oposição alcançar.

O aumento de apoios do Palácio do Planalto tem a ver com os seguintes fatores: 1- derrota moral na comissão do impeachment, onde os oposicionistas ficaram aquém do esperado (apenas 58% dos votos); 2- mobilização da base social contra o golpe; 3- pesquisa que põe Lula à frente na corrida presidencial de 2018, o que dá mais perspectiva de poder ao PT.

A virada do governo foi expressa ontem no voto do deputado Aliel Machado (Rede-PR), único representante do partido de Marina Silva na comissão.

O parlamentar pontagrossense se livrou do assédio “coxinha” ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe de Estado em curso. Igual a ele, no próximo domingo, data da votação do impeachment, deverá surgir dezenas de “Aliels” se libertando do “carimbo” golpista.

Entretanto, há aqueles deputados, como Fernando Francischini (SD-PR), que se orgulham de serem chamados de “golpistas” se o objetivo for derrubar Dilma Rousseff.

Portanto, a tendência é que o placar contra o golpe se amplie no plenário da Câmara. É aguardar e conferir.

*DataEsmael é instituto de pesquisa criado e patrocinado pelo Blog do Esmael, que nunca errou uma sondagem dentro da margem de erro.

Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
8 Comentários

Ex-senador Gim Argello é preso em Brasília na 28ª fase da Lava Jato

da Agência Brasil

O ex-senador Gim Argello foi preso preventivamente hoje (12), em Brasília, na 28º fase da Operação Lava Jato, sob suspeita de ter recebido propina em troca de sua atuação política em comissões parlamentares de inquérito que investigavam a Petrobras, informou o Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR).

Segundo o MPF-PR, a prisão do ex-senador foi autorizada após terem sido recolhidas provas de que ele recebeu R$ 5 milhões em propina da empreiteira UTC Engenharia, conforme depoimento do dirigente da empresa, Ricardo Pessoa, em delação premiada, à força-tarefa da Lava Jato.

Argello teria orientado o empreiteiro a destinar o dinheiro na forma de doações eleitorais aos diretórios nacionais de quatro partidos indicados por ele: DEM (R$ 1,7 milhão), PR (R$ 1 milhão), PMN (R$1,15 milhão) e PRTB (R$1,15 milhão). Em 2014, as siglas integravam uma coligação com o PTB, partido pelo qual o ex-senador tentava a reeleição.

O MPF-PR disse ter comprovado o depósito do dinheiro nas contas dos partidos por meio de recibos. Em 2014, Ricardo Pessoa não foi convocado para depor nem na CPI da Petrobras no Senado, nem na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investigou a estatal. Gim Argello integrou ambas.

Outro indício contra o ex-senador foi encontrado no celular do executivo Léo Pinheiro, da empreiteira OAS, apreendido ainda na 7ª fase da Operação Lava Jato.

Em mensagens, trocadas com Otávio Marques de Azevedo, presidente da empreiteira Andrade Gutiérrez, é mencionado o pagamento de R$ 350 mil para uma paróquia frequentada por Argello, que recebeu a alcunha de “Alcoólico”, em uma referência à bebida destilada “gim”. O dinheiro teria ligação com a obra da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras, em Pernambuco.

Pinheiro também não foi convocado a depor nas comissões que investigavam a Petrobras no Congresso.

Os procuradores dizem ter recolhido ainda outras provas que corroboram o pagamento de propina, tais como registros de ligações telefônicas e reuniões.

Vitória de Pirro

Deflagrada hoje, a 28º fase da Lava Jato recebeu o nome de Vitória de Pirro e cumpre 21 mandados judiciais em Brasília, Rio de Janeiro, Taguatinga (DF) e São Paulo.

Além da prisão preventiva de Gim Argello, estão sendo cumpridos outros dois mandados de prisão temporária e quatro de condução coercitiva – quando o investigado é levado para depor e depois liberado – além de 14 ordens judiciais de busca e apreensão.

São investigados os crimes de associação criminosa, concussão, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. O nome dessa fase da Lava Jato faz referência ao rei Pirro (318 aC – 272 aC), de uma região na antiga Grécia que apesar de ter derrotado os romanos em uma batalha, Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
11 Comentários

Senador Requião “vaza” carta contra golpe do vice Temer

Carta aos Governadores e Deputados Federais,

À margem de ideologias e de querelas político-partidárias, o governo ou governos anunciados para depois do impeachment prenunciam consequências econômicas e sociais desastrosas para a sociedade brasileira. Já vivemos a maior crise econômica de nossa história, com uma contração da economia de cerca de 8% em dois anos, e a perspectiva concreta de taxas de desemprego sem precedentes levando a um progressivo estágio de degeneração social com conflitos no campo e nas cidades, e de convulsões sociais generalizadas.

A maioria dos Estados está literalmente falida. Salários de servidores estão sendo cortados ou adiados, obras públicas estão sendo paralisadas, funções fundamentais dos governos estaduais tem sido canceladas. É preciso reconhecer com franqueza que a crise se deve sobretudo à política econômica adotada a partir de 2015 na forma de um ajuste fiscal absolutamente injustificável no contexto de uma depressão econômica. Embora involuntariamente, a operação Lava Jato também contribuiu para o agravamento da crise.

Mas o impeachment, isoladamente, não resolverá esses problemas. Da mesma forma a derrota do impeachment, sem outras consequências, não os resolverá. O fato é que temos uma estreita margem de manobra entre uma alternativa e outra. A derrota do impeachment dará à Presidenta Dilma uma oportunidade de rever sua política conforme a demanda universal daqueles que lhe dão apoio. A aprovação do impeachment, por sua vez, pela palavra de seus proponentes principais, significará um aprofundamento do ajuste depressivo.

A Ponte para o Futuro pregada pelo PMDB de Temer é um pacto regressivo que visa a destruir os direitos sociais básicos conquistados pelo povo brasileiro em 88. Mais grave ainda é a política fiscal anunciada pelo senador José Serra, sob forma de projeto de lei congelando o teto da dívida pública e portanto impedindo a realização de investimentos deficitários em tempos de recessão e depressão. A consequência direta disso seria a quebra definitiva dos Estados, estrangulados que estão pela draconiana Lei de Responsabilidade Fiscal, que ele considera cláusula pétrea.

A síntese da crise se manifesta na questão fiscal, ainda manejada segundo os cânones neoliberais, de interesse exclusivo dos especuladores financeiros. A desorganização orçamentária do Governo federal e dos Estados reflete a quebra da soberania nacional em questões financeiras. A política econômica brasileira, com exceção dos anos 2009 e 2010, renunciou voluntariamente ao crescimento. A despeito de recessão e da depressão, nos recusamos a recorrer ao investimento deficitário e ao aumento temporário da dívida, embora sabendo que, numa depressão, a única Leia mais

12 de abril de 2016
por admin
19 Comentários

Coluna do Marcelo Araújo: Gustavo Fruet; nosso Midas ao avesso

Download áudio

Marcelo Araújo*

Imagine comigo uma pessoa posando na frente de um quadro de medalhas e troféus, defronte a um pano azul, todo sorridente e se vangloriando da realização. Mas você olha com mais atenção e vê que essas honrarias não são do personagem, pois sua única obra foi pendurar o pano azul no fundo!

Dia desses eu não acreditei ao ver aquele que dizem ser o prefeito de Curitiba numa propaganda partidária mostrando as realizações de sua gestão, e não é que me aparece a imagem da trincheira da Rua Chile, com seus inconfundíveis ladrilhos azuis!

Eu estava lá! No dia 24 de março de 2012 o prefeito Luciano Ducci inaugurava a dita trincheira no primeiro período da manhã daquele sábado, e logo em seguida, na mesma manhã, inaugurava a trincheira do Bacacheri/ Bairro Alto, obras de R$ 23 milhões para atender diretamente 200 mil pessoas de sete grandes bairros da cidade, além da estrutura viária como um todo.

Nas redes sociais pipocaram algumas postagens indignadas mostrando fotos da época e desmentindo o que havia acabado de ser mostrado. Estranhamente a tal propaganda sumiu, mas tem gente que viu! O Gustavo é o personagem do primeiro parágrafo. Ele aparece diante das grandes obras herdadas e quando você vê com mais atenção de Leia mais

12 de abril de 2016
por admin
3 Comentários

Coluna do Enio Verri: “Quanto vale uma vida, governador?”

Download áudio

Enio Verri*

Quanto vale uma vida? Imensurável e incalculável para a grande maioria, uma vida para o Governador Beto Richa (PSDB), o comando da Polícia Militar do Paraná e a uma minoria fascista e endinheirada que promove a violência e comemora a morte de trabalhadores, é insignificante

Prestes a completar um ano do massacre contra os professores, no dia 29 de abril de 2015, quando o governador e o ex-secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini (SD), colocaram a PM contra os servidores públicos que exigiam apenas os seus direitos, o Governo do Paraná apronta, novamente. Agora, o resultado foi duas mortes e noves feridos.

Na última quinta-feira (07), a Polícia Militar, covardemente, entrou em confronto com trabalhadores do Movimento Sem Terra (MST), acampados no Dom Tomás Baduíno, em Quedas do Iguaçu, vitimando Vilmar Bordim, pai de três filhos e Leomar Bhorbak, que deixa a esposa grávida de nove meses. Uma tragédia que envolve a madeireira Araupel, que há décadas, segundo o Incra, explora ilegalmente a área.

Após a Araupel perder em todas as instâncias julgadas até o momento, as fazendas foram destinadas a União. O MST, que ocupa as terras, pede rapidez na destinação das mesmas a reforma agrária. Já a madeireira, que financiou a campanha de Richa, entre outros candidatos tucanos, questiona a decisão judicial e a presença do movimento na região.

Sob fortes indícios que comprovam uma emboscada e execução dos trabalhadores por parte da Leia mais

Esmael Morais 2009-2018. O Blog do Esmael é liberto das excludentes convenções mercantis Copyright ©. O site não cobra pelos direitos autorais, portanto, pode e deve ser reproduzido no todo ou em parte, além de ser liberado para distribuição desde que preservado seu conteúdo e o nome do autor. | A política como ela é em tempo real.

Topo