Vaza Jato pegou a Globo; e agora, o juiz Sérgio Moro engaveta ou investiga?

Documentos apreendidos pela 26a fase da Operação Lava Jato, a "Triplo X" encontraram, por acaso, documentos que ligam a família Marinho, donos das Organizações Globo, à mansão de Paraty, construída em área de preservação ambiental.

A Operação Lava Jato, na fase “Triplo X”, encontrou por acaso documentos que ligam a família Marinho, donos das Organizações Globo, à mansão na praia de Paraty, construída em área de preservação ambiental no Rio de Janeiro. A operação visava provar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o verdadeiro proprietário no triplex da praia do Guarujá, mas acabou tropeçando em provas que ligam a Rede Globo à empresa Mossack & Fonseca, especializada em ocultação de patrimônio e acusada de financiar o terrorismo, que administra o “triplex” dos Marinho. Abaixo, reproduzimos diversos documentos divulgados com exclusividade pelo blog Vi o Mundo, do jornalista Luiz Carlos Azenha, que apontam essa ligação. Resta saber se o juiz Sergio Moro, seu parceiro de vazamentos e ilegalidades, engavetar ou investigar os herdeiros da golpista Rede Globo.

Por Luiz Carlos Azenha, do Blog Viomundo

Documentos apreendidos pela Polícia Federal no “evento 26″ da Operação Lava Jato, a Triplo X, identificam quem está por trás de uma offshore que é dona da Paraty House e envolvem uma certa Paula Marinho de Azevedo, que investigadores terão de determinar se se trata da filha de João Roberto Marinho, um dos controladores do Grupo Globo.

A apreensão foi feita na sede da empresa Mossack & Fonseca, na avenida Paulista, em São Paulo.

A Mossack, do Panamá, é um dos maiores laranjais do mundo.

Oficialmente, faz o que define como “proteção patrimonial”: um empresário que queira guardar patrimônio para se proteger da eventual falência de seu negócio monta uma empresa de fachada, por exemplo.

Na prática, não é assim: as fachadas podem servir para sonegar impostos, transferir dinheiro de origem indeterminada ou lavar dinheiro de origem ilegal.

Segundo Ken Silverstein, que escreveu um longo artigo sobre a Mossack, ela serve a ditadores, terroristas e criminosos.

No âmbito da Lava Jato, a Mossack abriu empresas para que o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, o ex-gerente Pedro Barusco e o operador Renato Góes recebessem propina.

Além disso, a empresa Murray, criada pela Mossack, tem em seu nome 14 unidades do edifício Solaris, que se tornou conhecido por conta do triplex que teria sido reformado para o ex-presidente Lula — ele nega ser dono do imóvel.

Segundo o jornal O Globo de 28.01.2016, a Mossack é acusada de financiar ações de terrorismo.

O jornal da família Marinho reproduziu declaração do Ministério Público Federal segundo a qual “há indícios suficientes de que a Mossack pode ser utilizada na estruturação de operações por meio de offshores, visando à ocultação e à dissimulação da natureza, origem, localização, disposição e propriedade”.

A Paraty House, construída de forma irregular na praia de Santa Rita, em Paraty, litoral do Rio de Janeiro, é hoje uma mansão sem dono.

Oficialmente ela está registrada em nome da Agropecuária Veine Patrimonial, que por sua vez tem como sócia a Vaincre LLC, baseada em Nevada.

Nosso investigador descobriu registros oficiais segundo os quais a Vaincre LLC era gerenciada em Las Vegas por outra empresa, a Camille Services, também criada pela Mossack.

É uma forma de blindagem permitida pela lei de Nevada, em que os verdadeiros nomes dos donos nunca aparecem.

captura-de-tela-2016-03-21-axxs-23.41.36Como se vê no documento que reproduzimos, a empresa sócia da mansão de Paraty tinha como agente registrado em Las Vegas a empresa MF Corporate Services Limited.

Ironicamente, no dia 28 de janeiro deste ano o Jornal Nacional, da TV Globo, foi à sede da MF, em Las Vegas. Uma sede de fachada, onde funcionam, segundo o telejornal da emissora, 1.046 empresas de papel.

Pois a Polícia Federal, segundo documentos tornados públicos pelo juiz Moro, também encontrou a Vaincre LLC na sede paulistana da Mossack Fonseca.

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Numa lista de anuidades a receber aparece o nome da empresa controladora da Vaincre LLC: é a Glem Participações, que pertence ao ex-genro de João Roberto Marinho, Alexandre. Ele se separou de Paula, a herdeira global, no final do ano passado.

Nas anotações, a anuidade para manter a empresa dona da Paraty House custou U$ 1.535,00.

Ao lado da menção à Glem aparece o nome Rita e o número 120484.

Como informou o Viomundo anteriormente, a Glem Participações é a permissionária do estádio de remo da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Ela é uma das sócias da Lagoon, cujo nome aparece na fachada exterior do estádio.

Segundo o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, a permissão dada ao genro de João Roberto Marinho, então casado com Paula, foi irregular: faltou concorrência pública.

O contrato inicial foi assinado pelo então governador Marcelo Alencar, em 1997. A Glem se chamava Glen. Três aditivos foram assinados entre a empresa e o governo do Rio desde então. Quase vinte anos depois, o contrato “a título precário” continua valendo.

Várias ações correm na Justiça pela retomada do patrimônio público. O estádio sediará as competições de remo e canoagem das Olimpíadas de 2016.

Em valores atuais, cerca de R$ 30 milhões em dinheiro público foram investidos em reformas do estádio que beneficiaram, mesmo que indiretamente, a empresa do genro de João Roberto Marinho.

O MP do Rio move uma segunda ação para reaver o dinheiro, argumentando que os investimentos deveriam ter sido feitos pela permissionária — que explora cinemas, restaurantes e um clube noturno num dos endereços mais cobiçados da cidade.

Nos contratos com o governo do Rio, quem assina pela Glen/Glem é Alexandre Chiappetta de Azevedo. A esposa de Alexandre, Paula Marinho Azevedo, assinou o primeiro aditivo como fiadora, ao lado do marido e do então governador Anthony Garotinho.

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Na apreensão feita na sede paulistana da Mossack Fonseca pela Polícia Federal, o nome de uma certa Paula Marinho Azevedo aparece numa anotação.

No item número 11 do auto de apreensão, num papel com anotações manuscritas, o nome de Paula aparece ao lado do número 576764-15. Há dois valores associados.

O primeiro, de U$ 3.741,00, ligado à data 27 de julho.

A outra quantia, ao lado das anotações Total e Paula Marinho Azevedo, é de U$ 134.238,33.

Só a Polícia Federal, que agora está se debruçando sobre os papéis, pode determinar se se trata do saldo de uma conta bancária ou valor de uma transferência ou pagamento.

Os documentos apreendidos na Mossack foram tornados públicos na última sexta-feira, junto com os grampos telefônicos do ex-presidente Lula.

São uma verdadeira mina de ouro para a Polícia Federal, que abriu inquérito específico para investigar a Mossack. Há dezenas de nomes de empresas e controladores de empresas em paraísos fiscais. O primeiro trabalho será chamar aqueles que são citados nominalmente nos documentos.

Depois, a PF terá de identificar as sociedades mantidas pelas offshore com empresas que atuam no Brasil. Chegando aos verdadeiros donos, será possível apurar se houve casos de ocultação de patrimônio, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, dentre outros.

O fato de nomes de pessoas e empresas aparecerem em documentos da Mossack, em si, não significa atividade ilegal ou criminosa. É assim nos países em que subsiste a presunção de inocência.

Nos documentos apreendidos na Mossack, a Glem, do ex-genro de João Roberto Marinho, aparece associada a uma segunda offshore, a A Plus Holdings.

A empresa, sediada no Panamá, está na cadeia societária do consórcio que controla o estádio de remo da Lagoa.

Ao lado do nome da A Plus Holdings aparece outra vez a anotação Rita.

Os investigadores ainda não determinaram se se trata de Rita de Cássia de ******** *****, moradora de uma casa de fundos no bairro do Grajaú, no Rio de Janeiro.

Rita aparece como procuradora da Agropecuária Veine Patrimonial — uma das donas da Paraty House — na formação de um consórcio.

Do negócio participou empresa ligada à Brasif, do empresário Jonas Barcellos.

Outro inquérito, recém aberto pela Polícia Federal, vai investigar pagamentos feitos através da Brasif à jornalista Mirian Dutra, então na TV Globo. Mirian disse que fechou um contrato de fachada com a Brasif a pedido do ex-namorado, Fernando Henrique Cardoso. Quando o contrato foi fechado a Brasif controlava lojas em aeroportos brasileiros e FHC era presidente da República. Ele nega que tenha acionado uma concessionária de serviço público para fazer pagamentos à ex-namorada através de paraíso fiscal.

O consórcio formado entre a Brasif e a Agropecuária dona da Paraty House era para importar um helicóptero.

Procurada através do Facebook, a procuradora Rita de Cássia de ******** ***** negou ter tido participação no negócio. Na rede social, ela se identifica como ex-funcionária do setor administrativo da Lagoon, a empresa do genro de João Roberto Marinho.

Segundo documentos da Junta Comercial de Minas Gerais, Rita recebeu a procuração para importar o helicóptero da empresária Lúcia Cortes Pinto, outra moradora do Grajaú.

Lúcia foi sócia minoritária da Agropecuária Veine, uma das donas da mansão de Paraty.

O nome de Lúcia também aparece em documento apreendido na sede da Mossack Fonseca, em São Paulo.

É na formação de outra offshore, a Juste International, nas ilhas Seychelles. A Juste é outra empresa da Glem, do genro de João Roberto Marinho.

A empresa foi criada no dia 13 de junho de 2014, com um capital de U$ 5 mil. Os sócios que aparecem no documento são duas outras empresas, a Direhold Ltd. e a Shareton Ltd.

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Como se vê, neste e em muitos outros casos os investigadores terão pela frente um árduo trabalho.

Como as investigações se dão no âmbito da Lava Jato, ficarão sob o guarda-chuva do juiz Sérgio Moro, em Curitiba.

Em tese, a Polícia Federal poderá chamar para depor as moradoras do Grajaú cujos nomes aparecem em documentos de alguma forma associados, direta ou indiretamente, às offshore Vaincre LLC, A Plus Holdings, Juste International, Shareton e Direhold.

Elas poderão dar pistas de quem são os verdadeiros donos das empresas. Como as investigações ainda estão no início, a possibilidade de oferta de delação premiada no inquérito da Mossack Fonseca está longe de ser considerada.

Porém, os documentos e anotações apreendidos pela Polícia Federal demonstram que é apenas uma questão de tempo até que se determine quem se esconde por trás da Agropecuária Veine e da Paraty House — e se de fato é um caso de ocultação de patrimônio.

Por conta do tratamento isonômico garantido pela mídia brasileira no caso da Lava Jato, as descobertas feitas na Mossack em breve ocuparão as manchetes de jornais e longas reportagens nas emissoras de televisão, permitindo à opinião pública que, no molde desejado pelo juiz Sérgio Moro, exerça pressão para que o caso da Paraty House não fique impune.

Mais documentos aqui

 

41 Comentários

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  4. A Dilma e o Lula não está! E agora? O Moro não pode mais prender o Lula a #GloboGolpista o PIG não vai conseguir impeachment da Dilma. O jeito agora é acabar com a vaza jato; para limpar a barra do Aecim do PSDB dos fora PT. Antes que a Dilma consiga mandar todos para a Papuda.

  5. Agora é que eu quero ver a rapidez do MP em denunciar, mesmo com provas cabais, este caso. Do depoimento de Lula até a abertura do processo judicial na 13º Vara Criminal de Curitiba, decorreram menos de 24 horas. E olha que a denúncia tinha 179 páginas, recheadas de passagens contidas em “revistas”, “blogs” e vídeos do Youtube. Justiça relâmpago, tal qual o Juiz capapreta de Brasília.

    É lógico que neste caso em específico, o “devido processo legal” será seguido a risca e, quem sabe, dentro de uns 5 ou 6 anos, haverá uma denúncia.

  6. O PIG perdeu o comando do judiciário.
    Trata-se de uma decisão histórica que resgata a autoridade do STF e a hierarquia a que estão sujeitas as jurisprudências constituídas de forma apartidária e equilibrada.

  7. Daqui a pouco a mídia golpista vai começar a pedir a prisão para o juizinho!
    #NãoVaiTerGolpe!

    • Como que vocês querem que o Moro investigue a PODEROSA GLOBO se ele esta a serviço da propria Globo.

  8. Já vi esta história em 1964. É o mesmo modus operante.O que hoje faz Sérgio Moro utilizando de forma criminosa a justiça, fez ontem Carlos Lacerda utilizando a imprensa. Ambos diabólicos criminosos a serviço de interesses escusos em detrimento e prejuízo da Nação. Estranha coincidência: Nestas tramas, de ontem e de hoje, encontra-se no centro da trama a Petrobrás. Tenho certeza que a preocupação desses golpistas não é a corrupção dentro da empresa e o petróleo encontrado no pré-sal da bacia de campos. Cuidado ingênuos apoiadores deste teatro programado pelas organizações GLobo em conluio com políticos e empresários. Eu vivi 64 e não desejo para ninguém uma situação igual.

  9. Eu venho dos ensaios golpistas de 64. Sérgio Moro faz na justiça o que Carlos Lacerda fez na imprensa. Aliás,estranha coincidência,por traz dessas tristes figuras, sempre existiu um Marinho. Naquela altura o Roberto. Agora o Irineu. Será isso mesmo? Que triste é nosso País, não consegue se transformar em uma nação exemplar. Outra coincedência, em meio

  10. Estagiários, eu sei que vcs formaram nas escolas do governo PT mas por favor prestem atenção no título da reportagem. Vaza Jato??? O que seria isso??? Um vaza um jato de água…. Vaza um jato de #@@#.

  11. Balelas…. O que vemos hoje no Brasil é uma incitação ao ÓDIO, simples assim. Não há vontade jurídica, midiática e política para se prestar atenção nas CALAMIDADES brasileiras, no desemprego, na dengue, nas propostas emperradas no CONGRESSO. Estamos rodeados de pessoas querendo apenas seus 5 MINUTOS de fama. É INDECENTE, IMORAL o que está acontecendo no BRASIL, fico estarrecida ao ver tanta gente “inebriada” por esse circo armado. Somos são tolos assim????

  12. E agora, o que fará super herói do povo – coxinha??????
    Tirará o seu uniforme de terno e porá a Globo em seu devido lugar, ou seja, no lixo??????
    Tudo esclarecido e revelado, vamos ver tudo ser varrido prá debaixo do tapete, como na época de Brindeiro o engavetador geral da república dos tucanos de merda??????
    Irão os coxinhas pôr o dedo lá no caixa único (C.Ú.) e rasgar de raiva???????

    NÃO VAI TER GOLPE!!!!!!
    ABAIXO REDE GLOBO!!!!!!!

  13. Esta aí a hora da verdade. Quem realmente estão investigando, serão os infratores, ou apenas os políticos que contrariam o interesse da corja toda. Se o Estado é democrático de direito, agora veremos, caso contrário continuaremos na escuridão que nos impõe os opressores do poder.

  14. Se Sérgio Moro for um juiz na sua integra, ele irá dar sequência as investigações onde apontam a Globo, mas se for pau mandado como está parecendo ser irá arquivar. Aliás o Nobre Juiz até agora não abriu uma linha de investigação contra Aécio e outros políticos que foram delatados pelo Senador Delcídio Amaral, ou será que é somente o PT o corrupto neste país?
    E fico envergonhado da nossa bela terra Paraná ser conhecida como “República de Curitiba”, para mim é um expressão pejorativa e não um elogio. Eu quero o fim da corrupção, mas que seja todos os delatados investigados, se não isso para mim é coisa de pau mandado.

  15. a justiça em nosso pais colocou-se no âmbito do julgamento popular, perdeu totalmente a direção moral,em por a publico uma quetaõ de tal magnitude,todo ladraõ tem que ser preso,que justiça seja feita, mas nem toda verdade deve-se ser levado ao calor popular,,,isso chama-se segredo de justiça,,eu acho que os juízes mais que o povo consciente sabe disso, em nome da estabilidade,econômica, moral,e da segurança…meu vê!!!

  16. Uma situação dificílima para Rede Globo .

  17. Vai engavetar e colocar a culpa no PT, porque ele não vai prejudicar seu patrão a Rede Gobo.

  18. E agora juiz?
    Vai fazer o que? continuar com o rabinho preso com a globo?

  19. Simples, a PF vai se embrenhar em um labirinto de papéis de juridiquês indecifrável e não vai conseguir estabelecer de forma plausivel o caminho do dinheiro entre o ponto inicial e final.
    Será como aquelas perseguições em um nevoeiro, com tudo dissolvendo-se nas mãos do investigadores, que vão chegar ao fim sem ter ninguém a quem responsabilizar.
    Aliás, duvido que a esta altura dos acontecimentos os Marinhos já não tenham posto um esquadrão de limpeza em ação, enterrando qualquer digital que possa ter ficado para trás.

  20. Devem engavetar já que não passa de um golpe,contra o pt,corrupçao,lava jato ,crise,tudo mentira,o judiciario todo contra o pt. ME POUPE
    Chega de picuinhas pessoais o povo quer justiça seja para quem for..

  21. Se o moro pegar a globo a sua carreira de juíz acaba no dia seguinte.

  22. Cara… O juiz SERGIO MOURO não investiga, ele JULGA e vc n sabe disso!

    • Por um minuto de fama e holofotes o Juiz Sergio Moro, faz qualquer coisa, MPF e PF todos estão juntos, mas agora tudo o que nós vimos no texto acima, não vai dar em nada, a operação vaza a jato não existe para incomodar poderosos da mídia, até porque faz parte do consorcio golpista, mais do que isso, a Globo Pauta essa operação do Moro, como pauta a sua programação.

      • Moro não passa de funcionário informal(não registrado) da Rede Globo. É o típico relacionamento que, em um país decente, o levaria para trás das grades. Mas aqui em Pindorama…tudo é possível.

    • Deveria ser assim, mas ele é criticado justamente por fazer aquilo que não lhe compete “investigar”.
      Depois da Lava Jato, seguiu-se a Vaza Jato e chegaremos ainda na Engaveta Jato, quando chegarmos as provas contra PSDB e Rede BOBO.

    • Nao e o que parece…

    • Não há julgamento sem analise de investigações …

    • Parece que quem não sabe disto é o próprio Moro, ele não apenas auxilia na investigação, como depois julga.

    • Perfeita observação, Luiz Carlos!!!

    • Ele tem o poder de MANDAR (pedir, exigir, implorar) investigar ou ignorar (engavetar, vista grossa, esquecer). Assim como a decisão de divulgar os resultados das investigações.
      Ele pediu pra fazer grampo nessa Paula Marinho Azevedo? Ou é irrelevante?

  23. Com certeza nadica de nada disso vai ser comentado pelo William Bonner.

  24. .

    ESTADO DE EXCEÇÃO
    .
    Quando membros do Judiciário
    Inebriam-se com o poder
    E passam a ser arbitrários
    Agindo a seu bel prazer
    Transformam a Justiça
    Numa tênue baliza
    Que separa o ego da razão
    O que pode ter como efeito
    A troca do Estado de direito
    Pelo Estado de exceção.
    .
    Quando os meios de comunicação
    Imiscuem-se na vida Política
    Fazendo uso da manipulação
    Nas matérias jornalísticas
    Deixam de ser instrumentos
    De informação e entretenimento
    Afastando-se da sua real função
    E disfarçados de reduto artístico
    Se transformam em partidos políticos
    Indignos da pública concessão.
    .
    Quando o cidadão comum
    Não repudia tais desmandos
    Se transforma em mais um
    Membro dos criminosos bandos
    Que em busca de privilégios
    Cometem o sacrilégio
    De enganar a maioria
    Transformando o grito das ruas
    No decreto de nulidade das urnas
    Para golpearem a democracia.
    .
    Eduardo de Paula Barreto
    18/03/2016.

    .