Trabalhadores do Brasil se preparam para barrar golpe jurídico-midiático

O frustrado golpe jurídico-midiático expresso no sequestro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sexta-feira (4), deixou evidente a importância estratégica de sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais para barrar retrocessos democráticos no país. Os trabalhadores foram os primeiros a se mobilizarem contra a parceira Moro-Globo em São Bernardo do Campo, São Paulo e demais capitais e cidades brasileiras. A velha mídia se surpreendeu com a rápida resposta, nas ruas, da companheirada do ex-presidente. Há uma agenda de mobilizações articulada pela Frente Brasil Popular (FBP), que deve sacudir o país inteiro. O desafio, portanto, é utilizar essa energia aflorada para inverter a pauta conservadora no Congresso em relação à economia e à política.

O frustrado golpe jurídico-midiático expresso no sequestro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sexta-feira (4), deixou evidente a importância estratégica de sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais para barrar retrocessos democráticos no país. Os trabalhadores foram os primeiros a se mobilizarem contra a parceira Moro-Globo em São Bernardo do Campo, São Paulo e demais capitais e cidades brasileiras. A velha mídia se surpreendeu com a rápida resposta, nas ruas, da companheirada do ex-presidente. Há uma agenda de mobilizações articulada pela Frente Brasil Popular (FBP), que deve sacudir o país inteiro. O desafio, portanto, é utilizar essa energia aflorada para inverter a pauta conservadora no Congresso em relação à economia e à política.

O frustrado golpe jurídico-midiático expresso no sequestro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sexta-feira (4), deixou evidente a importância estratégica de sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais para barrar retrocessos democráticos no país.

Os trabalhadores foram os primeiros a se mobilizarem contra a parceira Moro-Globo em São Bernardo do Campo, São Paulo e demais capitais e cidades brasileiras. Até os cães de guarda da velha mídia se surpreenderam com a rápida resposta, nas ruas, da companheirada do ex-presidente.

A partir dessa tentativa de golpe, o movimento sindical deve refletir agora: ‘se está ruim com o governo Dilma, pode piorar muito mais ainda num golpe jurídico-midiático no país’.

O desafio, portanto, é utilizar essa energia aflorada para inverter a pauta conservadora no Congresso em relação à economia e à política. Há uma agenda de mobilizações sendo gestada pela Frente Brasil Popular (FBP), que deve sacudir o país inteiro.

Os representantes dos trabalhadores vão cristalizando a consciência de que vivem sob indisfarçável censura dos monopólios de comunicação quando o assunto é “direitos sociais”. Os barões da velha mídia sempre se perfilarão ao lado do poder econômico para subjulgar a classe laboral, sobretudo politicamente.

A tarefa posta aos trabalhadores brasileiros é muito mais do que defender a democracia, a legalidade, e as conquistas sociais: apresentar um novo projeto de desenvolvimento nacional que contemple o povo e garanta a paz.

Dilma criticou neste sábado o “espetáculo” da operação da 24ª fase da Lava Jato ao afirmar que Lula é muito importante para o país e para os trabalhadores. Ela tem razão, pois a barbeiragem do juiz Sérgio Moro — e da aliada Globo — enseja um “cavalo de pau” nesse status quo.

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