Sem papas na língua, Requião conta ‘onde’ tucano Richa enfiou o dinheiro

Indignado com denúncias seletivas da Vaza Jato, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), pelo Twitter, resolveu revelar 'onde' o tucano Beto Richa (PSDB) enfia o dinheiro do povo do Paraná: "Beto Richa, ja lá atrás, enfiava no CU todos os seus recursos. ( caixa único)", tuitou.

Senador Roberto Requião (PMDB-PR), pelo Twitter, mostrou-se indignado nesta quinta-feira (24) ao protestar contra vazamentos seletivos da operação Vaza Jato e acabou por revelar ‘onde’ o governador Beto Richa (PSDB), citado no listão da Odebrecht, costuma enfiar o dinheiro; “Beto Richa, ja lá atrás, enfiava no CU todos os seus recursos. ( caixa único)”; tuitou; pelas planilhas vazadas, governador tucano abiscoitou junto à empreiteira investigada R$ 200 mil para a campanha eleitoral de 2010; Requião, assim como as demais lideranças nacionais, estranhou que o segredo de Justiça tenha sido decretado após verificar-se que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff não faziam parte da lista; “De uma forma geral os brasileiros não têm as ‘garantias’ de um Daniel Dantas, de um Abdelmassi, de um Caranguejo. Um dia isto muda!”, ironizou o peemedebista lembrar o apelido do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), citado na lista da Odebrecht como “Caranguejo”.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), pelo Twitter, indignado com o vazamento seletivo de denúncias, decidiu revelar nesta quinta-feira (24) o local ‘onde’ o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), costuma enfiar todos os recursos:

O nome Beto Richa aparece anotado na planilha de propinas da Odebrecht, apreendida pela Polícia Federal, onde está registrado R$ 200 mil para a campanha eleitoral de 2010.

O parlamentar criticou a divulgação do listão da Odebrecht e, logo em seguida, o decreto de sigilo de Justiça. Segundo vazamento, 316 políticos — de todos os partidos — estão na lista de propina da empreiteira investigada pelo juiz Sérgio Moro.

“Desde o primeiro momento louvei e defendi a Lava Lato, mas não posso defender arbitrariedade e violação de direito. Assim eu sou e procedo”, disse o senador.

Requião, assim como as demais lideranças nacionais, estranhou que o segredo de Justiça tenha sido decretado após verificar-se que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff não faziam parte da lista.

“De uma forma geral os brasileiros não têm as ‘garantias’ de um Daniel Dantas, de um Abdelmassi, de um Caranguejo. Um dia isto muda!”, ironizou o peemedebista ao lembrar o apelido do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), citado na lista da Odebrecht como “Caranguejo”.

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