Requião e Gleisi avaliam o ‘golpe contra a democracia’ em curso no país

Senador Roberto Requião (PMDB-PR), tal qual Gramsci, se diz um pessimista no prognóstico e otimista na ação; "Hoje, Dilma está praticamente cassada pelo Congresso", avalia a pedido do Blog do Esmael; ele diz que falta “mexer na economia” para barrar o golpe em curso no país; "Tudo o que vi até agora favorece o rentismo e ferra capital produtivo e trabalho. Que tal um projeto para mudar o Brasil?", tuitou o peemedebista neste domingo (27); ele confirmou a existência de um grupo suprapartidário no Congresso, do qual ele não participa, que lançará uma ofensiva esta semana pela renúncia da presidente; Blog do Esmael também entrevistou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil, que discorda do colega de parlamento acerca dos motivos do golpe: "o problema é político, pois já fizemos ajustes para garantir a execução dos programas sociais"; “O golpe não passará, mas se consumado, teria um elevado custo para todos e isso não valeria a pena nem para os golpistas”, alerta Gleisi; "Dilma está praticamente cassada pelo Congresso. Agora resta a força da economia e das ruas para defender a democracia", diz o gramsciano Requião.

Senador Roberto Requião (PMDB-PR), tal qual Gramsci, se diz um pessimista no prognóstico e otimista na ação; “Hoje, Dilma está praticamente cassada pelo Congresso”, avalia a pedido do Blog do Esmael; ele diz que falta “mexer na economia” para barrar o golpe em curso no país; “Tudo o que vi até agora favorece o rentismo e ferra capital produtivo e trabalho. Que tal um projeto para mudar o Brasil?”, tuitou o peemedebista neste domingo (27); ele confirmou a existência de um grupo suprapartidário no Congresso, do qual ele não participa, que lançará uma ofensiva esta semana pela renúncia da presidente; Blog do Esmael também entrevistou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil, que discorda do colega de parlamento acerca dos motivos do golpe: “o problema é político, pois já fizemos ajustes para garantir a execução dos programas sociais”; “O golpe não passará, mas se consumado, teria um elevado custo para todos e isso não valeria a pena nem para os golpistas”, alerta Gleisi; “Agora resta a força da economia e das ruas para defender a democracia”, diz o gramsciano Requião.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), tal qual Gramsci, se diz um pessimista no prognóstico e otimista na ação. “Hoje, Dilma está praticamente cassada pelo Congresso”, avalia a pedido do Blog do Esmael.

Perguntado sobre o que falta para barrar o golpe em curso no país, Requião foi taxativo: “mexer na economia”.

Segundo o senador peemedebista, a presidente Dilma prefere cair empunhando a bandeira dos banqueiros e do capital vadio em detrimento do desenvolvimento nacional.

A crença de Requião na economia pode ser traduzida pela tuitada que ele deu na manhã deste domingo (27): “Tudo o que vi até agora favorece o rentismo e ferra capital produtivo e trabalho. Que tal um projeto para mudar o Brasil?”, provoca.

O Blog do Esmael também entrevistou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Ela discorda do colega de parlamento acerca dos motivos do golpe: “o problema é político, pois já fizemos ajustes para garantir a execução dos programas sociais”, disse.

“O golpe não passará, mas se consumado, teria um elevado custo para todos e isso não valeria a pena nem para os golpistas”, alerta.

Requião confirmou a existência de um grupo suprapartidário no Congresso, do qual ele não participa, que lançará uma ofensiva esta semana pela renúncia da presidente Dilma.

“Dilma já foi torturada, ela não renuncia. Vai ter luta, que se preparem os golpistas!”, exclamou Gleisi.

“Dilma está praticamente cassada pelo Congresso. Agora resta a força da economia e das ruas para defender a democracia”, diz o gramsciano Requião.

8 Comentários

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  2. Tenho grande respeito pelo senador Requião. Mas temos que admitir: o impeachment só vai acontecer com o apoio do PMDB, ou melhor, o impeachment pode acontecer porque o Temer viu a possibilidade real de ser presidente sem precisar de voto. A oposição faz o papel dela. Mas a dobradinha Cunha – Temer, do partido do senador, vai entrar na história do Brasil como a união símbolo do oportunismo e mesquinharia do vice com a corrupção e a vingança do evangélico presidente da Câmara. Na realidade, a proposta do Requião não passa nem no PMDB. Imagine essa proposta vindo da Dilma…

  3. O que observamos nesse momento de turbulência política, são inúmeras posturas oportunistas, nós temos que cuidar para não haver um indução, em todos os aspectos, a Mídia quer uma coisa, os políticos outra, a lei julgam as vezes de forma diversa, estamos vendo muita insegurança jurídica, em resumo, muito cuidado nessa hora, para que nós Brasileiros não percamos a democracia que com muito custo adquirimos por situações imediatista e achismos, sem falar dos urubus de plantão e hienas.

  4. Requião tem razão, pra variar. Se Dilma não tivesse adotado essa política econômica burra teria alguma chance de enfrentar a batalha no congresso e angariar apoios. Mas fez tudo errado.

  5. Triste um Pais onde a maior parte do povo avalisa golpistas a tirar do governo uma pessoa honesta e colocar lá dois bandidos,Cúnha e Temer.

  6. É necessário uma nova eleição. Porque trocar seis por meia dúzia é muita burrice. As lideranças políticas defensoras do impeachment, estão simplesmente preocupadas em tirar o PT do poder. O PMDB, PSDB e os demais grupescos, em conjunto, já estão fazendo seus acordos. Sair para as ruas exigindo, única e exclusivamente, o impeachment da Dilma é muita idiotice.