Presidente Dilma sobre boato de renúncia: ‘Nem a pau, Juvenal’

Presidente Dilma Rousseff, em coletiva à imprensa, nesta sexta-feira (11), respondeu à especulação de que renunciaria ao cargo: ‘nem a pau, Juvenal’; ela também disse que o impeachment não tem base legal, por isso a mídia golpista e oposicionistas pedem para que deixe o cargo; Dilma ainda afirmou que, pela história que tem, não pode estar resignada (conformada com a possibilidade de renunciar à Presidência); à imprensa, mandatária criticou promotores do Ministério Público de São Paulo diante do pedido de prisão do ex-presidente Lula; "Não existe base nenhuma para esse pedido. É um ato que ultrapassa ao bom senso, um ato de injustiça", fuzilou.

Presidente Dilma Rousseff, em coletiva à imprensa, nesta sexta-feira (11), respondeu à especulação de que renunciaria ao cargo: ‘nem a pau, Juvenal’; ela também disse que o impeachment não tem base legal, por isso a mídia golpista e oposicionistas pedem para que deixe o cargo; Dilma ainda afirmou que, pela história que tem, não pode estar resignada (conformada com a possibilidade de renunciar à Presidência); à imprensa, mandatária criticou promotores do Ministério Público de São Paulo diante do pedido de prisão do ex-presidente Lula; “Não existe base nenhuma para esse pedido. É um ato que ultrapassa ao bom senso, um ato de injustiça”, fuzilou.

A presidente Dilma Rousseff (PT) disse nesta sexta-feira (11), em entrevista coletiva, que não vai renunciar ao cargo como apregoa a mídia golpista e oposicionistas. Segundo ela, pela história que tem, não pode estar resignada (conformada) nem renunciar à Presidência.

“Ninguém, nem da oposição, nem de nenhum setor, tem o direito de pedir a minha renúncia”, destacou Dilma.

“Por interesses políticos de quem quer que seja, eu não sairei desse cargo sem que haja motivo para tal. Mesmo porque aqueles que pretendem a minha renúncia deviam proceder de acordo com a Constituição”, acrescentou Dilma. “Solicitar a minha renúncia é reconhecer que não há base para o impeachment”, ressaltou.

Após reportagens divulgadas na imprensa, como uma da Folha de S. Paulo, de que ela estaria “resignada com a possibilidade de não terminar o mandato”, Dilma afirmou: “Não estou resignada diante de nada”.

Ela pediu “mais seriedade” da imprensa e criticou o “clima de vazamento absolutamente seletivos” no País. “Por que, de 400 páginas, vazaram só páginas que diziam respeito a mim?”, questionou Dilma, em referência à suposta delação do senador Delcídio Amaral (PT-MS).

A respeito do pedido de prisão do Ministério Público de São Paulo contra o ex-presidente Lula, a presidente comentou que ele “passou de todos os limites”. “Não existe base nenhuma para esse pedido. É um ato que ultrapassa ao bom senso, um ato de injustiça”, criticou.

Questionada se Lula será ministro de seu governo, Dilma afirmou que teria “o maior orgulho” disso, mas não comentou se irá efetivamente ocorrer. “Eu teria o maior orgulho de ter o presidente Lula no meu governo. É uma pessoa com grande experiência, com grande capacidade de formular políticas. Posso garantir que teria um grande orgulho em ter ele no meu governo. Mas não vou discutir com vocês como é que vai ser e se vai ser”.

Dilma também fez “um apelo às pessoas para que possam se manifestarem de forma pacífica”. Segundo ela, as manifestações “não devem ser manchadas por nenhum ato de violência. Como presidente da República, peço que temos que manter as grandes vitórias da Democracia. E uma delas é o direito de expressão”.

Com informações do Brasil 247.

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