Por 6 a zero, Eduardo Cunha vira réu no Supremo Tribunal Federal

do Brasil 247 

Responsável direto pela crise política, com seu pedido de impeachment e suas pautas-bomba, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se tornou réu por corrupção e lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira 2; em um resultado parcial de 6 a 0, a maioria do plenário aceitou a acusação de que Cunha usou seu cargo para pressionar o empresário Julio Camargo via requerimentos na Câmara a fim de receber propina e ainda pelo crime de lavagem de dinheiro; relator, Teori Zavascki rejeitou a acusação por crimes relacionados à celebração de contrato fraudulento; seu voto foi seguido pelos ministros Cármen Lúcia, Luiz Carlos Fachin, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber; julgamento continua nesta quinta.

Responsável direto pela crise política, com seu pedido de impeachment e suas pautas-bomba, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se tornou réu por corrupção e lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira 2; em um resultado parcial de 6 a 0, a maioria do plenário aceitou a acusação de que Cunha usou seu cargo para pressionar o empresário Julio Camargo via requerimentos na Câmara a fim de receber propina e ainda pelo crime de lavagem de dinheiro; relator, Teori Zavascki rejeitou a acusação por crimes relacionados à celebração de contrato fraudulento; seu voto foi seguido pelos ministros Cármen Lúcia, Luiz Carlos Fachin, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber; julgamento continua nesta quinta.

O ministro Teori Zavascki, relator do processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta quarta-feira 2 que “elementos básicos para recebimento da denúncia [contra o deputado] encontram-se presentes”.

Primeiro a votar, Teori disse ainda ser consistente a acusação de que Cunha pressionou o empresário Julio Camargo via requerimentos na Câmara para receber propina. Desta forma, o ministro recebeu a denúncia de que o deputado usou seu cargo para cometer crime.

O magistrado disse ainda que há indícios suficientes para receber a denúncia contra Cunha também por lavagem de dinheiro. Ele rejeitou, porém, a acusação contra o peemedebista por crimes relacionados à celebração de contrato fraudulento.

O julgamento não deve ser concluído nesta quarta. A tendência é que a maioria do plenário siga a posição de Teori Zavascki, fazendo com que Cunha se torne réu por corrupção e lavagem de dinheiro.

Após Teori, os ministros Cármen Lúcia, Luiz Carlos Fachin, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber adiantaram seus votos e informaram que acompanhavam o relator.

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