Judas Sérgio Moro é vandalizado na República do Grampo, em Curitiba

Boneco simbolizando o juiz federal Sérgio Moro foi malhado na madrugada deste sábado (26), na República do Grampo, em Curitiba, seguindo a tradição cristã de malhar o Judas; fantoche (esquerda) foi pendurado em frente ao prédio da 13ª Vara da Justiça Federal; manifestantes já haviam apresentado semana passada, em São Paulo, o magistrado como “traidor” na Avenida Paulista; ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também atribuiu ao chefe da Lava Jato a crise econômica que assola o país durante plenária de sindicalistas; enfraquecimento de Moro, que é alvo de protestos, acende a luz amarela no comitê central golpista (Globo), que pede para acelerar o golpe contra o mandato constitucional da presidente Dilma Rousseff -- uma repetição do que foi o golpe contra o ex-presidente paraguaio Fernando Lugo -- que consiste no "convencimento" de que ela tem de "renunciar" logo ao cargo, sem precisar votar o impeachment.

Boneco simbolizando o juiz federal Sérgio Moro foi malhado na madrugada deste sábado (26), na República do Grampo, em Curitiba, seguindo a tradição cristã de malhar o Judas; fantoche (esquerda) foi pendurado em frente ao prédio da 13ª Vara da Justiça Federal; manifestantes já haviam apresentado semana passada, em São Paulo, o magistrado como “traidor” na Avenida Paulista; ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também atribuiu ao chefe da Lava Jato a crise econômica que assola o país durante plenária de sindicalistas; enfraquecimento de Moro, que é alvo de protestos, acende a luz amarela no comitê central golpista (Globo), que pede para acelerar o golpe contra o mandato constitucional da presidente Dilma Rousseff — uma repetição do que foi o golpe contra o ex-presidente paraguaio Fernando Lugo — que consiste no “convencimento” de que ela tem de “renunciar” logo ao cargo, sem precisar votar o impeachment.

Um boneco simbolizando o juiz federal Sérgio Moro foi malhado na madrugada deste sábado (26), na República do Grampo, em Curitiba, seguindo a tradição cristã de malhar o Judas traidor.
Durante a semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuiu ao magistrado da Lava Jato a crise econômica que assola o país.

“Agora eu queria que vocês procurassem a força-tarefa, procurassem o juiz Moro para saber o seguinte: se eles estão discutindo quanto essa operação já deu de prejuízo à economia brasileira”, disse em uma plenária de sindicalistas.

O crescimento do desemprego e o desaquecimento da economia foi um dos motivos da malhação de Moro.
O boneco foi pendurado hoje em frente ao prédio da 13ª Vara da Justiça Federal, no bairro Ahú, na capital paranaense. Ao amanhecer, o fantoche já estava vandalizado.

Além das questões econômicas, setores da opinião pública também identificam o juiz Sérgio Moro com a tentativa de golpe no país.

A condução coercitiva de Lula, a participação de evento político para lançamento de candidatura do PSDB (João Dória), divulgação de grampos ilegais, tudo isso e um pouco mais, culminou com a Carta de Curitiba que pediu “Fora Moro” – na última terça-feira (22), na UFPR –, sinalizando o esgarçamento do modelo golpista (jurídico-midiático-policial).

Por conta do enfraquecimento de um membro desse tripé, no caso Moro, é preciso que os golpistas acelerem o golpe contra o mandato constitucional da presidente Dilma Rousseff — uma repetição do que foi o golpe contra o ex-presidente paraguaio Fernando Lugo — que consiste no “convencimento” de que ela tem de “renunciar” ao cargo.

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