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Sem condições morais de votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, deputados e senadores querem pressioná-la a renunciar ao cargo já na semana que vem; presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são investigados por corrupção na Petrobras; eles preferem a renúncia porque temem a História, em perspectiva, e a reprovação internacional, de imediato; senadores trocaram informações pelo WhatsApp – e por telefone – com o objetivo de preparar uma ofensiva na semana que vem para “convencer” a presidente jogar a toalha; até agora, Dilma continua inerte e aceita o jogo da judicialização da política e do seu mandato; até agora, ela também não apresentou um projeto econômico “à esquerda” para sair da crise, como pedem as ruas; Dilma topou o jogo dos golpistas que ameaçam derrubá-la antes na virada do mês – tal qual o golpe de 1964.

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