Em giro pelo interior, Beto Richa colhe vaias e protestos; assista ao vídeo

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Viajando pelo interior em busca da popularidade perdida, o governador Beto Richa (PSDB) colheu vaias e protestos. Quinta e sexta-feira da semana passada (dias 3 e 4), o tucano visitou quatro cidades. Em União da Vitória e Telêmaco Borba ele foi “inaugurar” batalhões da PM que ainda não existem. Em Maringá e Umuarama garante que “inaugurou” equipamentos hospitalares. Sempre cercado de forte aparato policial, o governador do PSDB não se livrou de protestos que refletem o desastre de seu governo.  Em Maringá, Beto Richa, embora seu governo esteja mergulhado na lama da corrupção,  defendeu “punição exemplar” dos denunciados na operação Lava Jato. Abaixo, assista ao vídeo.

O governador Beto Richa (PSDB) visitou algumas cidades do interior do Paraná na quinta (3) e sexta-feira (4) da semana passada. Embora esteja com o governo mergulhado na lama da corrupção, o tucano defendeu “punição exemplar” aos denunciados na operação Lava Jato ao comentar o sequestro do ex-presidente Lula.

Sempre tentando reaver um pouco da popularidade perdida com as ações desastrosas de seu governo, Richa atrai protestos por onde passa. Mesmo cercado por forte aparato policial, que impede a aproximação de qualquer pessoa não alinhada a ele, os constrangimentos são inevitáveis.

Foi assim nos municípios de União da Vitória e Telêmaco Borba, na quinta-feira (3).

Nas duas cidades os compromissos foram para a “inauguração” de Batalhões da Polícia Militar que ainda nem existem. Segundo a população de Telêmaco, o futuro batalhão da cidade vai servir mesmo é para defender o patrimônio da empresa Klabin.

Na sexta-feira (4) os compromissos do governador foram em Maringá e Umuarama. Em ambas as cidades, Richa participou de inaugurações de equipamentos hospitalares. Em Umuarama, mesmo afastadas por uma cerca montada pela PM, os manifestantes fizeram bastante barulho, atrapalhando o discurso de Richa. Confira a seguir.

Além do tradicional “Fora Beto Richa”, os manifestantes gritavam a seguinte palavra de ordem: “Esse é o governador, que bate em professor”.

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