Dilma: tentativa de “impeachment cautelar” para impedir Lula em 2018

Dilma Rousseff disse neste sábado (5) que Lula foi vítima de tentativa de "impeachment cautelar" visando impedi-lo de disputar as eleições de 2018; presidente realizou visita de solidariedade ao antecessor, em São Bernardo do Campo; militantes do PT fizeram vigília em frente à residência do petista; juristas apontam que Lula foi vítima de um sequestro, pois, de acordo com eles, juiz Sérgio Moro pretendia encaminhar encaminhá-lo para Curitiba, mas recuou diante das manifestações em todo o país; próximo enfrentamento, entre defensores da legalidade e adeptos da parceria Moro-Globo, deverá ocorrer nas ruas de todo o país no próximo dia 13 de março.

Dilma Rousseff disse neste sábado (5) que Lula foi vítima de tentativa de “impeachment cautelar” visando impedi-lo de disputar as eleições de 2018; presidente realizou visita de solidariedade ao antecessor, em São Bernardo do Campo; militantes do PT fizeram vigília em frente à residência do petista; juristas apontam que Lula foi vítima de um sequestro, pois, de acordo com eles, juiz Sérgio Moro pretendia encaminhar encaminhá-lo para Curitiba, mas recuou diante das manifestações em todo o país; próximo enfrentamento, entre defensores da legalidade e adeptos da parceria Moro-Globo, deverá ocorrer nas ruas de todo o país no próximo dia 13 de março.

A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado (5) que seu antecessor, Lula, foi vítima de tentativa de “impeachment cautelar” visando impedi-lo de disputar as eleições de 2018.

Dilma realizou visita de solidariedade ao ex-presidente Lula, em São Bernardo do Campo, onde permaneceu uma hora na casa dele.

A residência de Lula ficou durante o dia sob vigília de militantes do PT, que também foram desagravá-lo pela condução coercitiva à Polícia Federal, no aeroporto de Congonhas.

Para muitos juristas, o ex-presidente foi vítima de um sequestro.

O juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, pretendia encaminhar Lula para Curitiba, mas recuou diante das manifestações em todo o país.

No próximo dia 13 de março, defensores da legalidade e adeptos da parceria Moro-Globo prometem disputar as ruas.

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