Beto Richa compra blindagem em horário nobre da Globo

Investigado pela PGR por "crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica para fins eleitorais e corrupção passiva", governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), abriu as burras do estado para blindar noticiário na Globo sobre caso de propina na Receita Estadual que teria irrigado a campanha de reeleição de 2014; prejuízo ao erário seria de R$ 1 bilhão, segundo o Ministério Público; farra publicitária exalta “pujança econômica” do Tucanistão do Sul; Richa tentou dispensar de depoimentos auditores fiscais Márcio de Albuquerque Lima e Luiz Antonio de Souza (delator), bem como o lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador, que são peças-chave no inquérito da Operação Publicano.

Investigado pela PGR por “crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica para fins eleitorais e corrupção passiva”, governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), abriu as burras do estado para blindar noticiário na Globo sobre caso de propina na Receita Estadual que teria irrigado a campanha de reeleição de 2014; prejuízo ao erário seria de R$ 1 bilhão, segundo o Ministério Público; farra publicitária exalta “pujança econômica” do Tucanistão do Sul; Richa tentou dispensar de depoimentos auditores fiscais Márcio de Albuquerque Lima e Luiz Antonio de Souza (delator), bem como o lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador, que são peças-chave no inquérito da Operação Publicano.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), determinou a veiculação na Globo, em horário nobre, de propaganda sobre a “pujança econômica” do Tucanistão do Sul.

Embora a velha mídia esconda, o tucano está sendo investigado – com autorização do Superior Tribunal de Justiça – pela Procuradoria Geral da República no caso de propina na Receita Estadual que teria irrigado a campanha de reeleição de 2014. O prejuízo ao erário seria de R$ 1 bilhão, segundo o Ministério Público do Paraná.

Quando o STJ autorizou a investigação da PGR, até a Globo noticiou o fato. Mas, com o início da farra publicitária do governo do estado na emissora nenhuma menção ao fato.

Nos últimos dias, Richa tentou dispensar de depoimentos os auditores fiscais da Receita Márcio de Albuquerque Lima e Luiz Antonio de Souza (delator), bem como o lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador, que são peças-chave no inquérito da Operação Publicano.

A subprocuradora-geral da República, Ela Wiecko, no inquérito, investiga o tucano Beto Richa por “crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica para fins eleitorais e corrupção passiva”.

Comentários encerrados.