25 de Março de 2016
por esmael
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Golpistas disfarçados de congressistas articulam “renúncia” de Dilma

Sem condições morais de votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, deputados e senadores querem pressioná-la a renunciar ao cargo já na semana que vem.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são investigados por corrupção na Petrobras. O primeiro é alvo de 7 inquéritos na Lava Jato e o segundo já é réu no Supremo.

Parlamentares das duas Casas desejam evitar desgastes que poderiam causar um golpe na Constituição Federal, pois, sem legitimidade, eles também temem a História, em perspectiva, e a reprovação internacional, de imediato.

Neste feriadão de Páscoa, um grupo suprapartidário de senadores trocaram informações pelo WhatsApp – e por telefone – com o objetivo de preparar uma ofensiva na semana que vem para “convencer” a presidente jogar a toalha.

Os congressistas golpistas não terão trabalho fácil pela frente, a julgar pelas últimas declarações da presidente publicadas nesta sexta-feira (25) nos jornais estrangeiros.

Ao jornal espanhol El País, por exemplo, Dilma repetiu que a oposição teme tirá-la da Presidência sem motivo para tal. “Querem a renúncia para evitar o constrangimento de me tirar de forma ilegal”, afirmou.

Já o francês Le Monde registrou que a presidente disse que para tirá-la do poder é preciso ter provas. “Um impeachment sem base jurídica é um golpe de Estado. É perigoso e pode causar cicatrizes profundas na democracia brasileira”, alertou Dilma.

É fato que os golpistas não dormem, eles conspiram. Entretanto, a presidente Dilma Rousseff, até agora, continua inerte e aceita o jogo da judicialização da política e do seu mandato.

Até agora, Dilma não apresentou um projeto econômico “à esquerda” para sair da crise, como pedem as ruas de todo o país. Ela topou o jogo dos golpistas que ameaçam derrubá-la antes na virada do mês – tal qual o golpe de 1964.

25 de Março de 2016
por esmael
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‘Apoiar o golpe contra Dilma é indigno para a história do PMDB’

[email protected],

Antecipo a vocês a posição que defenderei no dia 29/03 na reunião do diretório Nacional:

Dia 24 de março o PMDB completou 50 anos de existência. Nosso partido foi criado para lutar e defender a democracia.

A democracia e a sua defesa são dispositivos pétreos do nosso PMDB.

Sair ou não do governo, não é a questão principal neste momento histórico. Sofremos sim muitos desrespeitos e muitos atos de leviandade que fortalecem a posição pelo desembarque.

A saída do governo pode ser admitida pela história, mas jamais será digno da nossa história apoiar ou participar do impedimento de um presidente se não houver crime de responsabilidade para isso.

Derrubar um governo sem motivos ou infrações jurídicas comprovadas não se chama democracia. Isso tem outro nome.

A questão central neste momento é referendarmos e defendermos a vontade do povo. Esta vontade foi expressa na última eleição presidencial.

O povo escolheu um projeto. Ser fiel e defender este projeto é a missão do PMDB.

Fomos às ruas de todo o País para dizer que não mexeriam nos direitos trabalhistas, sociais e previdenciários nem que a vaca tussa.

Fomos às ruas de todo o País para dizer que não mudaríamos as regras de exploração do Pré-sal, pois isso representa nossa soberania e foi nosso Partido que construiu esta legislação.

Fomos às ruas de todo o País para dizer que implementaríamos uma política de desenvolvimento, de defesa do emprego e da renda do povo.

O povo escolheu e votou nesta proposta.

A oposição perdeu com suas posições antagônicas ao desejo do povo. E a democracia é medida pelo voto e não por estimativas de pessoas na rua que apontam para o lado A ou lado B. Não é foto, mas voto que determina a maioria.

Portanto, meus companheiros, apoiar um governo que traia o projeto escolhido pelo povo nas urnas ou assumir um governo para implementar o projeto rejeitado pelo povo nas urnas é romper com as tradições democráticas do nosso País e, principalmente, com as fundamentações do PMDB.

E neste sentido quero render uma homenagem ao nosso Presidente Michel Temer, que tem mantido, como sempre, uma postura serena, conciliadora, estadista e comprometida com o País, buscando sempre o caminho da união e da conciliação política e social.

Por isso

25 de Março de 2016
por esmael
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Governo Dilma financia o golpe da Globo, revela estudo do Ibope

O governo da presidente Dilma Rousseff está entre os quinze maiores financiadores do golpe contra o governo da presidente Dilma Rousseff, segundo o IBOPE Media – Monitor Evolution. Os recursos de propaganda são drenados ao comitê central golpista que funciona na Rede Globo de Televisão.

Caixa Econômica Federal, Petrobras e Banco do Brasil figuram entre os 15 maiores financiadores do golpe contra o estado democrático de direito, ocupando as 4ª,  7ª, e 10ª posições de investimentos comerciais na televisão dos Marinhos.

De acordo com levantamento do IBOPE Media – Monitor Evolution, entre janeiro e dezembro de 2015, os quinze maiores investidores em publicidade direta na Globo foram: 1º Genomma (Asepxia, Cicatricure); 2º Via Varejo (Casas Bahia, Ponto Frio); 3º Unilever (Hellmanns, Dove, Omo…); 4º Caixa; 5º Ambev; 6º Hypermarcas (Engov, gelol, Epocler); 7º Petrobras; 8º Reckitt Benckiser (Vanish,Veja, Luftal); 9º Cervejaria Petropolis (Itaipava, Crystal); 10º Banco do Brasil; 11º Nestlé; 12º Oi; 13º Procter e Gamble (Downy, Gillette, Pantene); 14º Claro; e 15º Telefonica.

O governo de Dilma financiou o golpe contra o governo de Dilma, no ano de 2015, com investimentos diretos na ordem de R$ 3,6 milhões, revela o  IBOPE Media – Monitor Evolution (veja a tabela abaixo).

É evidente que o grosso não aparece nessa tabela porque ele se dá através de patrocínios, apoios a eventos (Fórmula 1, vôlei, BBB 16, Plano Safra, etc.). Muitas estatais preferem “ocultar” seus investimentos no golpe contra o governo Dilma.

Leia as tabelas detalhadas com os 15 maiores financiadores do golpe contra a democracia no país:

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25 de Março de 2016
por esmael
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Veja desmoraliza o golpe

Nem mesmo os arautos da direita aturaram as mentiras de Veja. Por isso a revista da Abril se transformou em pinto pequeno em termos de credibilidade (caminho inexorável, também, para a Globo em tempos de golpe).

Veja cravou na capa desta semana uma mentirosa fuga do ex-presidente Lula. Até O Antagonista, blog de direita, se envergonhou.

O site de Diogo Mainardi disse que a revista terá de se esconder… “junto com Lula e Dilma Rousseff” e classificou a reportagem de capa como uma “patetice” de Veja.

Veja desmoraliza a direita e acelera o sepultamento do golpe do juiz Sérgio Moro e da Globo.

Com erros toscos como esse, desmentido pela Embaixada da Itália, não há golpista sério que resista por muito tempo!

A seguir, leia o que registrou O Antagonista:

Minha terra tem palmeiras…

Brasil 25.03.16 10:43
A Veja terá de se esconder junto com Lula e Dilma Rousseff.

A reportagem sobre a fuga de Lula para a Itália é de uma patetice jamais vista.

A embaixada italiana, em nota oficial, não teve muito trabalho para desmenti-la. A revista conseguiu errar até na fotografia:

Em relação à matéria “O plano secreto” publicada na última edição da revista Veja, a Embaixada da Itália declara:

1. As informações referentes à Embaixada e às supostas conversas do Embaixador Raffaele Trombetta são inverídicas.

2. Relativamente ao evento no Palácio do Planalto, a pessoa destacada na fotografia e sentada em uma das primeiras fileiras não é o Embaixador Trombetta, como pode-se constatar facilmente. O Embaixador Trombetta estava sentado, junto a todos os demais embaixadores, no espaço reservado ao corpo diplomático.

3. Na conversa telefônica citada, foi dito ao jornalista que não se queria comentar fatos que, no que tange à Embaixada, eram e são totalmente inexistentes.

25 de Março de 2016
por esmael
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Sérgio Moro encontra adversário à altura na República de Curitiba

Um prefeito para a República de Curitiba

por Dante Mendonça, no blog Gazeta do Povo

Não foi Luiz Inácio Lula da Silva que proclamou a independência da República de Curitiba. Muito antes de Sergio Moro tornar a cidade um paradigma da Justiça, Curitiba era exemplo de civilidade e planejamento urbano.

Num Brasil diferente – para lembrar o nosso saudoso Wilson Martins –, tudo nesta Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais deve estar no seu devido lugar. Se não está, temos humildade para reconhecer, é por falha nossa. Nós, os curitibanos, somos tão ordeiros que fazemos fila até para pular poça d’água; somos tão metódicos na loucura que as caminhadas peripatéticas do Vampiro de Curitiba têm hora marcada; somos de tal maneira avançados que nossos arquitetos fizeram da galeria da Praça Osório a primeira linha do metrô de superfície do Brasil; somos tão organizados que até dois anos atrás Curitiba tinha nove urbanistas a cada dez habitantes e hoje contamos com oito juristas em cada dez cidadãos, sendo que, dos dois restantes, um é urbanista e o outro é juiz.

Dentro desse contexto – com a “Cidade Sorriso” deixando de ser uma referência urbana para se consagrar como uma referência jurídica –, no fim do ano devemos escolher o próximo prefeito. O prefeito da República de Curitiba, com atributos de chefe de Estado.

Contando com o apoio de expressivo eleitorado de irrenunciável paixão curitibana, o Partido do Pão com Banha (PDPCB) vai lançar a candidatura de Carlos Fernando Mazza a prefeito da República de Curitiba. Oriundo de boa cepa de Paranaguá, Mazzinha só não é uma unanimidade na cidade por suas origens no Alto da Glória. Irmão do jornalista Luiz Geraldo Mazza, o candidato Pão com Banha é o filho mais novo de uma generosa família italiana que, como se fosse um paradoxal fenômeno genético, chegou a ser presidente da Escola de Samba Não Agite com apenas 17 anos.

Sem desmerecer o juiz Sergio Moro e ignorar a corrupção, Mazzinha tem o espírito talhado para empunhar a bandeira da República de Curitiba, com seus melhores defeitos e piores qualidades: bem-humorado, espirituoso, generoso, agregador, vacinado do mal da inveja e, principalmente, avesso à intolerância, o candidato do Partido Pão com Banha tem como uma de suas propostas de governo erguer no Passeio Público, o parque do coração da cidade, o Vagão do Armistício da República de Curitiba. Um centro de ressocialização política. Ponto de encontro de antagonistas, espaço democrático para reunir em torno de uma mesma mesa prós e contras, pica-paus e maragatos, carnívoros e vegetarianos, sogras e genros, coxas e atleticanos, petistas e tucanos. Versão revista e ampliada da Boca Maldita, desprovida de rancores e ress

25 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: A ruptura do PMDB com Dilma; será que vai?

Bruno Meirinho*

Ontem, quinta-feira, o jornal Extra, um veículo da imprensa ligado à globo, noticiou, afoito, que o “PMDB do Rio [de Janeiro] decide deixar o governo Dilma Rousseff”. A notícia é surpreendente, afinal, tanto o prefeito do município do Rio de Janeiro como o governador são peemedebistas e aliados do governo.

E não é só isso, o “líder” do partido na câmara federal, deputado federal Leonardo Picciani, é do Rio de Janeiro e briga há meses para preservar o cargo de liderança. Por outro lado, esse é também o estado do presidente câmara, Eduardo Cunha. Ou seja, o humor dos peemedebistas deste estado representa muita coisa na base de apoio.

Mas, normalmente, o PMDB não diz coisa com coisa. O partido é dado a ser notícia desse jeito: fala-se em plena quinta-feira santa que o partido teria desembarcado do governo, sem fonte, sem decisão oficial. Se alguém for desmentir esse boato, só daqui a três ou quatro dias, depois do feriado, e da segunda-feira, para dar mais suspense.

Nesse prazo, aumenta a cotação dos peemedebistas.

Mas a tendência é que a decisão do diretório nacional do PMDB, a ser tomada na terça-feira 29, não tenha grande significado prático na definição da base de apoio da presidenta Dilm

25 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: “Prefeito, não deixe fechar o Centro Odontológico para pessoas com deficiência”

Download áudio

Marcelo Belinati*

Com muita tristeza no coração vi o anúncio de que o Centro de Saúde Especial Bárbara Daher, o Getexcel (Grupo de Estudos para o Desenvolvimento do paciente Excepcional de Londrina), que faz o tratamento – prevenção e cuidados odontológicos das pessoas com deficiência vai fechar.

Após quase 27 anos de excelentes serviços prestados à sociedade de Londrina e região, anunciou o encerramento das atividades no dia 31 de março em razão de dívidas geradas pela falta de maior apoio financeiro por parte da prefeitura de Londrina.

Infelizmente os portadores de deficiência vão ficar sem o humanitário tratamento, o que, certamente, além de dor e sofrimentos, vai trazer sérias complicações de saúde para milhares de pacientes, vítimas do descaso do poder público.

A entidade tem atualmente 5.800 pacientes cadastrados, oferecendo em média 200 atendimentos/mês, a grande maioria de famílias de baixa renda e que não têm outras opções para realizar esse importante atendimento social. O Getexcel tem o seu inestimado valor justamente pelo atendimento diferenciado que faz às pessoas com deficiência.

Atendimento especializado (muitos pacientes necessitam inclusive serem anestesiados para fazerem o tratamento odontológico), muito amor, carinho, atenção, compreensão e comprometimento, são o diferencial dessa instituição que tem pro