Gerdau é alvo da 6ª fase da Operação Zelotes da Polícia Federal

do Brasil 247

Buscas da PF estão sendo realizadas em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Pernambuco, em sedes do grupo siderúrgico Gerdau, na manhã desta quinta-feira; a operação Zelotes investiga fraudes em julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf); há um mandado de condução coercitiva para André Gerdau, presidente do Comitê Executivo do Grupo e filho de Jorge Gerdau; suspeita é que o grupo tenha tentado interferir no Carf no pagamento de multas que somariam R$ 1,5 bilhão; a Gerdau alega que contrata "escritórios externos" para assessorá-la em questões tributárias e que pagamentos estão condicionados ao êxito dos processos.

Buscas da PF estão sendo realizadas em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Pernambuco, em sedes do grupo siderúrgico Gerdau, na manhã desta quinta-feira; a operação Zelotes investiga fraudes em julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf); há um mandado de condução coercitiva para André Gerdau, presidente do Comitê Executivo do Grupo e filho de Jorge Gerdau; suspeita é que o grupo tenha tentado interferir no Carf no pagamento de multas que somariam R$ 1,5 bilhão; a Gerdau alega que contrata “escritórios externos” para assessorá-la em questões tributárias e que pagamentos estão condicionados ao êxito dos processos.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) mais uma fase da Operação Zelotes, tendo como alvo é a empresa Gerdau (GGBR4). A siderúrgica éinvestigada por suposta compra de decisões no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

A PF cumpre 18 mandados de busca e apreensão e 20 de condução coercitiva (quando a pessoa presta depoimento na delegacia e depois é liberada) no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e no Distrito Federal. Nenhum mandado é de prisão. Um dos mandados de condução coercitiva é para o presidente do Conselho Consultivo do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau.

Ele também é integrante do Conselho de Desenvolvimento Econômico, o “Conselhão”, ligado à Presidência da República.

A suspeita é que o grupo tenha tentado interferir no Carf no pagamento de multas que somariam R$ 1,5 bilhão. A PF está nos endereços da empresa cumprindo mandado de busca.

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