Garganta Profunda de Londrina: Beto Richa, o novo caçador de marajás

A velha mídia, de tempos em tempos, escolhe seu “herói” para combater adversários que lhe obstaculizem acesso a nacos do poder (pixulecos); antes era Collor, agora é Beto Richa quem “caça marajás” para sair do foco de denúncias cabeludas; magistratura promete não dar trégua nas ações das operações Publicano e Quadro Negro.

A velha mídia, de tempos em tempos, escolhe seu “herói” para combater adversários que lhe obstaculizem acesso a nacos do poder (pixulecos); antes era Collor, agora é Beto Richa quem “caça marajás” para sair do foco de denúncias cabeludas; magistratura promete não dar trégua nas ações das operações Publicano e Quadro Negro.

O governador Beto Richa (PSDB) iniciou uma implacável cruzada contra os “marajás” no judiciário, conforme anotou o Blog do Esmael na última terça-feira (16) — clique aqui.

Até as capivaras do Parque Barigui sabem que as flechas disparadas contra as mordomias de juízes, promotores e procuradores de Justiça foram disparadas da vizinhança.

O expoente dessa caçada se utiliza de freelancers para atingir o “inimigo”.

Garganta Profunda de Londrina, principal informante desta página no Palácio Iguaçu, compara o tucano ao então governador das Alagoas “caçador de marajás” Fernando Collor de Mello — que chegou à Presidência graças ao conluio com a velha mídia. Depois foi cassado por corrupção. (A História se repete de forma invertida: o primeiro queria entrar, o segundo luta para ficar no cargo).

Não é somente o nosso Julian Assange das Araucárias que vê semelhança entre Collor e Richa. Outros tantos observadores da política paranaense e brasileira detectam em ambos “a síndrome do galã”.

O X-9 do Blog do Esmael instalado na antessala do governador tucano relata que, depois de iniciado o bombardeio contra o Poder Judiciário, a entourage de Beto Richa agora teme retaliações de promotores e juízes que podem ser implacáveis nas ações da Operação Publicano (corrupção na Receita Estadual) e da Operação Quadro Negro (escolas não construídas).

Ao atacar a magistratura, os “luas pretas” palacianos esperam tirar o chefe da linha de fogo.

Entretanto, para consumo externo, Beto Richa dissimula se dizendo “surpreso” com a folha de pagamento do judiciário.

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