João Santana, ex-marqueteiro do PT, é alvo da 23ª fase da Operação Lava Jato

do Brasil 247

Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Acarajé, nesta segunda-feira (22); a ação é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador; um dos alvos desta etapa é o publicitário João Santana, que foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006; há um mandado de prisão contra Santana, que, no entanto, ainda não foi detido porque está fora do país; com a colaboração da promotoria suíça, a força-tarefa da Lava Jato investigava repasses atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro; o juiz Sergio Moro negou acesso à defesa de João Santana aos autos da investigação e ainda ironizou o pedido dos advogados; "Evidente, querendo, poderá o investigado antecipar-se à conclusão da investigação e esclarecer junto à autoridade policial seu eventual relacionamento com o grupo Odebrecht", afirmou; também são alvo desta etapa a empreiteira Odebrecht e o engenheiro Zwi Skornicki, que, segundo as investigações, operava propinas no esquema da Petrobras investigado pela Lava Jato; há mandado de prisão preventiva contra ele.

Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Acarajé, nesta segunda-feira (22); a ação é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador; um dos alvos desta etapa é o publicitário João Santana, que foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006; há um mandado de prisão contra Santana, que, no entanto, ainda não foi detido porque está fora do país; com a colaboração da promotoria suíça, a força-tarefa da Lava Jato investigava repasses atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro; o juiz Sergio Moro negou acesso à defesa de João Santana aos autos da investigação e ainda ironizou o pedido dos advogados; “Evidente, querendo, poderá o investigado antecipar-se à conclusão da investigação e esclarecer junto à autoridade policial seu eventual relacionamento com o grupo Odebrecht”, afirmou; também são alvo desta etapa a empreiteira Odebrecht e o engenheiro Zwi Skornicki, que, segundo as investigações, operava propinas no esquema da Petrobras investigado pela Lava Jato; há mandado de prisão preventiva contra ele.

A Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato nesta segunda-feira (22). A ação, batizada de Acarajé, uma referência ao apelido usado pelos alvos para designar dinheiro, é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

Um dos alvos desta etapa é o publicitário João Santana, que foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Há um mandado de prisão expedido contra ele, mas Santana está no exterior. Além dele, a empreiteira Odebrecht e o engenheiro Zwi Skornicki, que operava propinas no esquema da Petrobras, são alvos.

Com a colaboração da promotoria suíça, a força-tarefa da Operação Lava Jato investigavarepasses atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro João Santana; o publicitário comandou todas as campanhas presidenciais do partido desde a reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. O juiz Sergio Moro negou acesso à defesa de João Santana aos autos da investigação e ainda ironizou o pedido dos advogados: “Evidente, querendo, poderá o investigado antecipar-se à conclusão da investigação e esclarecer junto à autoridade policial seu eventual relacionamento com o grupo Odebrecht”, afirmou.

Nova fase ocorre menos deu mês depois da operação Triplo X, realizada em 27 de janeiro em São Paulo e Santa Catarina, que investigava a abertura de offshores e a compra de apartamentos no Condomínio Solaris, no Guarujá (SP), construído pela OAS, que, segundo investigações, teriam sido usados para repasse de propina do esquema de corrupção da Petrobras.

O despacho do juiz Sérgio Moro diz que uma cunhada de o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, Marice Correa de Lima, pagou R$ 200 mil por um apartamento em construção no Solaris, até 2012. No ano seguinte, desistiu do negócio e recebeu como devolução da OAS R$ 430 mil.

Comentários encerrados.