Após entrega do pré-sal, direita agora quer privatizar a Petrobras

do Brasil 247 

Animada com a aprovação do projeto que determina o fim da participação obrigatória da Petrobras na exploração do pré-sal, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), a direita brasileira se excita com a possibilidade de privatização da estatal; em artigo publicado na Veja desta semana, o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega apresenta a proposta, que para ele "beneficiaria os funcionários da empresa e o Brasil"; "Contesto a ideia de que o petróleo é estratégico, brandida pelos que consideram a empresa uma vaca sagrada, intocável", escreveu o economista, em um texto publicado no Facebook.

Animada com a aprovação do projeto que determina o fim da participação obrigatória da Petrobras na exploração do pré-sal, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), a direita brasileira se excita com a possibilidade de privatização da estatal; em artigo publicado na Veja desta semana, o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega apresenta a proposta, que para ele “beneficiaria os funcionários da empresa e o Brasil”; “Contesto a ideia de que o petróleo é estratégico, brandida pelos que consideram a empresa uma vaca sagrada, intocável”, escreveu o economista, em um texto publicado no Facebook.

Poucos dias depois da aprovação, no Senado, do projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que determina o fim da participação obrigatória da Petrobras na exploração do pré-sal, o que abre o negócio para empresas estrangeiras, a direita brasileira, empolgada, já quer privatizar a estatal.

Em um artigo publicado na Veja deste fim de semana, o economista e ex-ministro da Fazenda do governo Sarney Maílson da Nóbrega propõe o debate, argumentando que a mudança “beneficiaria os funcionários da empresa e o Brasil”.

“Contesto a ideia de que o petróleo é estratégico, brandida pelos que consideram a empresa uma vaca sagrada, intocável”, escreveu o economista em sua página no Facebook, na última sexta-feira, em um texto em que adiantava a ideia do artigo. “Na verdade, a Petrobras foi privatizada pelos que a assaltaram com objetivos de manter-se no poder, financiar projetos políticos e enriquecer”, disse ele.

Abaixo, a íntegra de seu texto publicado no Facebook:

Meu artigo na Veja que circula neste fim de semana sugere discutir a privatização da Petrobrás. Contesto a ideia de que o petróleo é estratégico, brandida pelos que consideram a empresa uma vaca sagrada, intocável. Essa ideia predominou no mundo na primeira metade do século XX, mas foi seguidamente abandonada diante da globalização, da paz mundial e de novas reflexões sobre o tema. Na verdade, a Petrobras foi privatizada pelos que a assaltaram com objetivos de manter-se no poder, financiar projetos políticos e enriquecer. A Petrobrás, vítma de objetivos megalomaníacos do PT, está superendividada, perdeu prestígio internacional e as condições de participar ativamente da exploração do petróleo. Sua privatização beneficiaria os funcionários da empresa e o Brasil. Não eliminaria as vantagens de determos o petróleo, nem seu uso para gerar royalties e apoiar programas sociais.

23 Comentários

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  8. É preciso investigar todos os gerentes do terceiro escalão da Petrobras que atuaram na Gestão do Diretores Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Jorge Zelada ou subordinados a Pedro Barusco.

    FALTA INVESTIGAR E PRENDER GERENTES DO TERCEIRO ESCALÃO DA PETROBRAS QUE VIABILIZARAM A ROUBALHEIRA DE SEUS DIRETORES.
    VEJAM ARTIGO QUE O ENGENHEIRO APOSENTADO J. B. ASSIS PUBLICOU NA REDE LINKEDIN.

    https://www.linkedin.com/pulse/corporativismo-intenso-na-petrobras-atualidade-impede-pereira?trk=pulse_spock-articles

    CORPORATIVISMO INTENSO NA PETROBRAS NA ATUALIDADE IMPEDE O FUNCIONAMENTO PLENO DA OUVIDORIA GERAL

    A Diretoria da Petrobras entregou, nesta terça-feira (18/01/2016) ao Conselho de Administração uma proposta que em linhas gerais projetaria a reestruturação da empresa visando aumentar a responsabilidade individual dos Gerentes Executivos da Petrobras que passariam a ser corresponsáveis pelas decisões ate então exclusivas dos diretores das áreas, de forma a evitar que se repitam as ações de improbidades administrativas e corrupção observados no Petrolão.

    Entretanto, essa proposição não condiz com a postura atual da Diretoria de governança, Risco e Conformidade da Petrobras que não consegue exterminar com o intenso corporativismo interno reinante na Estatal, que tem protegidos esses mesmos Gerentes (terceiro escalão da Petrobras) de serem investigados internamente por possíveis participações no Petrolão, seja como participante ativo ou passivo, a ponto de não levar a frente as denúncias que chegam a Ouvidoria Geral da Petrobras envolvendo esses Gerentes.

    Há que ser considerado que os Diretores corruptos flagrados no Petrolão, não poderia abster-se desses gerentes, sem os quais não conseguiriam atingir a performance que tiveram na roubalheira que se instalou na Petrobras na última década.

    Os técnicos de reconhecida seriedade, valor e competência que foram designados para a gestão dos negócios na Estatal na atual administração, são em sua maioria, os mesmos que trabalharam, lado a lado com o Pedro Barusco da Engenharia, Paulo Roberto Costa, Cerveró, Zelada e Renato Duque no auge do esquema denominado de Petrolão.

    Se não participaram diretamente da quadrilha que assaltou a Petrobras sob comando do Renato Duque, PRC, Cerveró, Zelada e Pedro Barusco, atuaram como coadjuvante e de forma passiva, sabedores que eram do esquema fraudulento que fluía na estrutura a qual pertencia na Estatal, obtendo extrema vantagem em ocupar e manter, por longo período, cargos relevantes de Gerentes na Diretoria da Petrobras.

    Uma boa parte desses gerentes encontram-se no exercício de cargos relevantes na Estatal na atualidade, protegidos que são do corporativismo reinante e a Diretoria de Governança Risco e Conformidade com sua Ouvidoria Geral fingem que nada de anormal esta acontecendo.

    Em 06/10/2015, na condição de engenheiro aposentado da Petrobras compareci no edifício sede da Petrobras no Rio de Janeiro e em atendimento presencial efetuei apresentação de denuncias de atos de improbidades administrativas com sérios indícios de corrupção que presenciei na Petrobras de 2003 a 2015.

    Naquele mesmo dia, compareci ao MPF sediado no RJ e formulei denuncia com o mesmo teor que havia formulado a Ouvidoria da Petrobras.
    Fiz naquela oportunidade uma apresentação ao Coordenador de Denuncia Sr André D’Oliveira Seidel, representando a Ouvidoria Geral da Petrobras.
    No final da apresentação com duração de cerca de duas horas, deixei com o coordenador um “pen-drive” contendo 391 arquivos (206Mb).
    A denuncia que efetuei na Petrobras recebeu o Protocolo Ouvidoria-Geral Nº 13178/2015.

    No MPF foi protocolada sob nº (PR-RJ-00068670/2015)

    Decorridos mais de três meses e sem nenhum resultado prático ou qualquer informação, a dúvida que resta é saber se as denúncias às quais empenhamos a fazer à Ouvidoria Geral da Petrobras são averiguadas e tratadas com seriedade.

    ATE QUE PONTO O CORPORATIVISMO REINANTE NA PETROBRAS PODE ATRAPALHAR AS INVESTIGAÇÕES DE DENÚNCIAS QUE CHEGAM À OUVIDORIA GERAL DA ESTATAL?

    https://www.linkedin.com/pulse/ate-que-ponto-o-corporativismo-reinante-na-petrobras-pode-pereira?trk=pulse_spock-articles

    ASSIS PEREIRA, ENGENHEIRO APOSENTADO DA PETROBRÁS MONTOU EXTENSO RELATÓRIO DE DENÚNCIAS E PEDIU INVESTIGAÇÃO DO TERCEIRO ESCALÃO DA EMPRESA

    Vejam resumo das denúncias do Relatório em entrevista concedida ao website PETRONOTÍCIAS:

    http://www.petronoticias.com.br/archives/77465#comments

    A entrevista concedida ao site foi devido a inatividade da Ouvidoria Geral da Petrobras que não considerou as denuncias que fiz.

    Ao conceder a entrevista supramencionada, fui ameaçado por um gerente executivo da Petrobras de me processar (vejam ameaça formulada pelo Gerente no link:

    https://www.linkedin.com/pulse/engenheiro-aposentado-da-petrobr%C3%A1s-rebate-gerente-e-acusa-pereira?trk=pulse_spock-articles

    A ameaça formulada pelo gerente executivo em me processar, constitui na prática, numa espécie de constrangimento ilegal imposto ao denunciante, promovido pela própria estatal, já que a Petrobras possui um contrato de elevado valor que celebrou com uma empresa de assessoria jurídica que o disponibiliza a custo zero a seus Gerentes e Diretores para essas demandas.
    Ao impor constrangimento ao denunciante, a Estatal contraria o seu próprio Código de Ética, além de descumprir a Lei Sarbanes Oxley que deveria respeitar na condição de signatária.

    A Lei Sarbanes-Oxley SOx foi criada nos Estados Unidos da América para inibir as fraudes e escândalos contábeis nas corporações que tenham ações listadas na SEC (Securities and Exchange Commission). A criação desta lei foi em consequência das fraudes e escândalos contábeis que atingiram grandes corporações nos Estados Unidos (Enron, Arthur Andersen, WorldCom, Xerox etc). Tem como intuito tentar evitar a fuga dos investidores causada pela insegurança e perda de confiança em relação as escriturações contábeis e aos princípios de governança nas empresas.

    A SOx torna os Diretores Executivos e Diretores Financeiros explicitamente responsáveis por estabelecer e monitorar a eficácia dos controles internos em relação aos relatórios financeiros e a divulgação de informações.
    Aproveito a oportunidade para solicitar aos leitores da Rede Linkedin que encaminhe essa denuncia a Ouvidoria Geral da Petrobras, ao Ministério Público Federal e a Policia Federal.

    J. B. Assis Pereira
    Engenheiro aposentado da Petrobras

  9. Empresa pública é cabide de emprego. Vejam as empresas paranaenses como copel e sanepar. Se não conseguem governar nem as obras públicas que sempre tem corrupção e sempre ultrapassam o orçamento imaginem administrar uma empresa. Tem que privatizar. Poucas exceções devem se mantidas. Uma empresa pública que seja privatizada rende muito mais em impostos do que uma empresa pública na mão de políticos e seus comparsas.

  10. Boa Noite José Carlos…
    O que falta para acontecer?
    Sua explanação foi exata, mas ainda assim questiono..
    Achas tu que se fosse outro partido, seria diferente?
    Ate+

  11. Querem entender o que é promiscuidade entre o público
    e o privado?
    Então vejam a verdadeira história da venda da Vale do
    Rio Doce.
    A Petrobras seguirá pelo mesmo caminho, só que pelas
    mãos do PT. Aí que dó do Brasil!
    A VERDADEIRA HISTÓRIA DA VALE
    O rompimento das barragens em Minas Gerais provocou uma avalanche de publicações no sentido de tentar fazer a sociedade ver a tragédia como resultado do capitalismo, já que a Vale, controladora da Samarco, é apontada como uma empresa privada − privatizada por FHC!
    Se considerarmos que um partido político é uma instituição privada, sim, a Vale foi privatizada. A Vale é do PT. A Samarco também.
    O processo de tomada do controle da Vale pelo PT é muito bem descrito num dos capítulos livro Reinventando o Capitalismo de Estado, de Aldo Musacchio e Sergio Lazzarini.
    Um resumo:
    A privatização da Vale promovida por Fernando Henrique Cardoso em 1997 foi parcial. O governo vendeu pouco mais de 41% das ações da empresa para a Valepar, holding que na época era liderada pelo empresário Benjamin Steinbruck. Porém, o governo manteve o controle das golden shares, ações que lhe davam poder de decisão em vários assuntos, por exemplo, sobre os objetivos da empresa.
    No ano de 2001, o conselho de administração da Vale aprovou a nomeação de Roger Agnelli como CEO da empresa. Um ano depois, a privatização foi concretizada com o BNDES vendendo 31,5% de sua participação. No entanto, no ano seguinte, 2003, início do governo Lula, o mesmo BNDES recomprou 1,5 bilhão em ações da empresa. Nesse mesmo ano, Lula apadrinhou a nomeação do ex-sindicalista e ex-vereador petista Sergio Rosa (hoje investigado pela Operação Lava Jato) como CEO do Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil.
    Sob a liderança de Agnelli, a Vale deu um salto de produtividade, de rentabilidade, de admissão de funcionários e de pagamento de impostos e de royalties.
    A partir de 2009, o grupo que reúne fundos de pensão de empresas estatais controlados pelo PT (Previ, Petros e Funcef) se utilizou da Litel, holding criada por eles mesmos, para assumir o controle da Valepar e por meio dela obter 49% das ações da Vale, o que somados aos 11,5% que já estavam nas mãos do BNDESPAR, braço de investimentos do BNDES, deu ao PT o controle sobre mais de 60% das ações da empresa.
    Começou, então, a pressão de Lula sobre Agnelli para que a Vale fizesse mais investimentos no Brasil, principalmente na aquisição de siderúrgicas e na encomenda de navios, mesmo que os similares estrangeiros custassem a metade do preço.
    Lula também tentou fazer um certo Eike Batista chegar à presidência da Vale. Não conseguindo, tentou substituir Agnelli por Sergio Rosa. Também não conseguiu.
    A despeito das pressões, Agnelli continuou seus projetos na Vale, incluindo a encomenda de navios na China e na Coreia do Sul, o que enfureceu Lula. Em 2011, logo após a Vale registrar um lucro trimestral quase 300% acima do trimestre anterior, Agnelli foi demitido. Seu sucessor e atual presidente, Murillo Ferreira, foi indicado por Lula – e até dois meses atrás, Ferreira também ocupava uma cadeira no conselho de administração da Petrobrás. Desde então, os rumos da Vale são ditados pelos interesses do PT.
    Ignorando normas de licitação e do TCU, a mineradora firmou diversos contratos com empresas beneficiadas pelo programa de proteção e de incentivo à indústria nacional iniciado por Lula e que, obviamente, formava o grupo de financiadores (Odebrecht, por exemplo) de seu partido e de todos os movimentos que o apoiavam.
    Não por acaso, desde então, a Vale vem registrando perdas. Hoje, a Litel tem, sozinha, 52,5% das ações da Vale.
    Em tempo: Todos os setores que foram beneficiados pelo protecionismo do PT estão hoje em colapso e todos os fundos de pensão de empresas estatais controlados por petistas estão deficitários.
    Três perguntas:
    O grupo que detém o controle acionário da Vale não seria o maior responsável pelos projetos de suas empresas?
    O governo não foi negligente na concessão de alvarás e na fiscalização?
    O PT, que controla a Vale, que governa Minas Gerais e o Brasil não tem nada, absolutamente nada a ver com isso?
    E assim, mais uma vez, nos deparamos com a razão de o estado não poder participar do mercado. Quando participa, o próprio estado se torna o mais interessado em abafar as responsabilidades em caso de incompetência e de negligência, deixando a sociedade completamente desamparada institucionalmente. As pessoas que perderam suas casas, suas fontes de renda e familiares na tragédia com toda certeza ouvirão muitas promessas do governo e talvez recebam algum dinheiro, mas a probabilidade é de que não verão ninguém sendo punido.
    A realidade que deveria ser vista pela sociedade é que a maioria das grandes empresas brasileiras está sob influência direta ou indireta do governo, essas empresas estão sujeitas aos interesses de militantes do PT e de políticos de sua base aliada que geram lucros para si mesmos e prejuízos para a sociedade. Os bancos, os fundos de pensão e as agências regulatórias do estado não passam de instrumentos políticos. Para saber quais são as empresas que estão sob o controle do PT, basta checar seus quadros acionários, os benefícios fiscais, a quantidade de dinheiro que receberam do BNDES e os valores que doaram aos partidos nos últimos anos.
    Se estivéssemos num país regido pelo livre mercado, a Samarco e a Vale seriam empresas realmente privadas e suas responsabilidades nesse acidente seriam realmente levantadas, julgadas e punidas, já que o governo não teria interesse em livrá-las do peso da justiça. Se fossem privadas, o estado iria com toda sua força contra as empresas. Se fossem privadas, alguém iria para a cadeia.
    Como se fosse pouco mortes e prejuízos ambientais, a tragédia também levará consigo muitos bilhões de reais investidos pelos fundos de pensão que controlam as duas empresas, ou seja: os prejuízos serão estendidos aos funcionários da Caixa, da Petrobrás e do Banco do Brasil.
    Um acidente como o ocorrido em Minas poderia ter acontecido com qualquer empresa e em qualquer lugar do mundo, como já ocorreu tantas vezes, porém, o caso em questão evidencia mais uma vez que a participação do Estado na Economia potencializa a impunidade. Ninguém será punido pela tragédia em Minas, assim como ninguém foi punido pelos acidentes nas plataformas da Petrobrás nem pelos prejuízos sociais e ambientais provocados pela falência das empresas de Eike Batista, o ilustre filho bastardo das políticas “desenvolvimentistas” do PT.
    Para evitar problemas, dias depois da tragédia em Minas, Dilma assinou o decreto 8572 que diz que “…considera-se também como natural o desastre decorrente do rompimento ou colapso de barragens que ocasione movimento de massa, com danos a unidades residenciais”. Com uma simples canetada, Dilma tirou da Samarco e da Vale toda a responsabilidade sobre a tragédia.
    José Carlos Del Grande Silva
    F 9 9841 6658 – Tim
    9 9522 6284 – Claro
    9 7404 6492 – Nextel
    ID 35*135*18914

    • TONICO

      Escreveu muito, mas não me convenceu, um ponto que vale ressaltar no seu longo texto é que o atual governador de Minas Gerais assumiu em 2015, você culpa o atual governo de Minas por anos de negligência de administrações anteriores, incluindo governos do PSDB do Sr. “Neves”, quem deseja informa-se melhor, vai descobrir que houve outros rompimentos de barragens que foram abafados, vale lembrar que o governo federal tem limites impostos na constituição na interferência nas administrações estaduais.
      Outro ponto que desejo destacar é que o DECRETO Nº 8.572, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2015, foi assinado para permitir às famílias atingidas pelo desastre a usarem recursos do FGTS para reconstruírem suas vidas.
      Quanto ao PT controlar a “VALE”, parece muito mais notícia de facebook, então quero pedir que me indique como posso averiguar a veracidade do fato, assim posso formar uma opinião a respeito.
      Fundo de pensão do Banco do Brasil, só sei que FHC usou para financiar um certo consócio nas privatizações, além disso não tenho como questioná-lo.
      Mas lembro a todos que o PSDB do Paraná na figura do Sr. “Richa” pegou 8 bilhões do fundo de previdência dos servidores, que por sinal, só falta raspar o tacho para zerar.
      Nem vou comentar sobre o fundo de pensão dos CORREIOS, saqueado pelo PMDB e o herói maior dos “milhões de Cunhas”.
      As administrações das estatais concordo em partes, realmente elas são alvos dos políticos bandidos, veja o exemplo da Sanepar e Copel no Paraná, Sabesp e Eletropaulo e a mais famosa de todas, a Lista de Furnas, envolvendo muitos nomes da oposição.
      Não quero justificar roubo nenhum, quem roubou deve ser preso, mas vejo muita seletividade nas investigações e prisões, Chico levando paulada enquanto Francisco é poupado (alguém sabe justificar a diferença?).

  12. ERRATA.
    No 4º parágrafo, 1ª linha: …suaS…

  13. Parece que fora o mérito de proporcionar emprego a
    alguns milhares de empregados ( estou falando somente
    dos honestos e que realmente trabalham), tudo nas
    estatais vira corrupção e prejuízo, e quem paga a conta
    é o povo ordeiro e trabalhador.
    Só que simplesmente privatizar a estatais não irá
    purificar o governo, as administrações, e muito
    menos os políticos.
    Com certeza o valor auferido com a venda da Vale do
    Rio Doce, mesmo que corrigido monetariamente a
    valores atuais, não é suficiente para quitar os
    prejuízos causados pela lambança “público-privada”
    no manejo dos rejeitos da exploração mineral.
    O dinheiro dessa venda, mesmo corrigido, não seria
    suficiente para pagar e/ou reparar os estragos
    sociais e ambientais.
    A Petrobras como empresa, deduzidas as sua dívidas
    e compromissos financeiros, vale praticamente zero.
    Sobram as reservas minerais e os recursos naturais,
    que a politicalha canalha e a elite dirigente
    acabarão por entregar.
    Para mim é indiferente uma empresa ser estatal ou
    privada, o que temos que extirpar é essa putaria
    entre o público e o privado, e isso só se consegue
    punindo os culpados, e NÃO oferecendo-lhes infinitas
    chicanas devido às suas cores partidárias, perfis
    ideológicos, orientação política, ou cargos.

  14. Tivessem privatizado esse dinossauro estatal há 20 anos não teríamos o espetáculo grotesco e deprimente que estamos assistindo agora e que já custou e ainda vai custar muito caro aos cofres do país e aos brasileiros.

    • Perfeito MARIO. Se já tivessem privatizado, não estaria a empresa sendo usada para os mandos e desmandos dos que chegam ao poder federal. E, não pensem os srs. que isso vai parar no petrolão dessa década. Enquanto estiver nas mãos do Gov., a Estatal será usada dessa forma. Seja com Governaça, mídia em cima, Pf ou não…mais e mais Petrolões virão…preparem-se.

  15. Fui ver o curriculum do pirata.

    Basta isso, a inflação de seu período chegou a 1.037,53 e pode ser vista na NET.
    Digite Maílson.
    Agora é nem sei, uns 15 e a Fóia chia.

  16. Se é Maílson que fala, então já puxo a descarga. Esse aí, Haras, Armínio Nsufraga, e outros garotos de feagá deviam ter vergonha nessas caras e jamais aparecerem em público.Vocês não tem povo. Sumam.

    Agora, essa historia de piratar mais empresas já encheu. Basta.Sacanas. Devolvam o Bec ao povo do Ceará.Devolvam o Banestado.Ou calem-se.

  17. Bem como em época de campanha política,mentira regada de mais mentiras protegida com muitas mentiras,golpistas.

  18. O diabo também tentou JESUS,Com promessas QUE JAMIS PODERIA CUMPRIR,SEMPRE foi assim prometem APONTAM SUPOSTOS SONHOS MAS A REALIDADE SEMPRE VEM regada de fantasia e fantasmas vivos.

  19. VAI CHEGAR UM DIA QUE ??? UM VAI TER APAR A LUZ ,PROVAVELMENTE VÃO APONTAR UM SUPOSTO culpado QUE DEVE SER ??? QUEM FICAR POR ULTIMO QUEM ???SEMPRE QUEM PAGA E OS MENOS favorecidos O POVO BRASILEIRO,JÁ ELES SE SAFARÃO COMO SEMPRE CULPADOS ELES PROTEGIDOS PELO PODER E A GANANCIA,SEMPRE ESTÃO CERTO,CONTINUAREMOS A TER UM SONHO,SONHO IMPROVÁVEL $$$$$$ O GOLPE CONTINUA.

  20. Permaneça no sarcofogo, entreguista desnaturado! Explorador que faz parte da velha e putrefata oligarquia nordestina.