12 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Em nota, PT defende rompimento de contrato com empresas de ônibus de Curitiba e Região Metropolitana

ptonibusA direção do Partido dos Trabalhadores (PT) de Curitiba emitiu nesta quinta-feira (11) uma nota oficial sobre o novo aumento na passagem de ônibus de Curitiba e sobre a situação do transporte público da Capital e Região Metropolitana. O partido defende o rompimento do atual contrato com as empresas concessionárias do serviço.

O pronunciamento dos petistas corroboram com a tese do deputado Requião Filho (PMDB), que no mês passado defendeu o rompimento do contrato entre Prefeitura de Curitiba e as empresas que exploram o transporte público na capital, que estariam descumprindo a licitação, provocando greves e locautes.

O partido da vice-prefeita Mirian Gonçalves defende a “reestruturação da URBS e uma nova forma de gestão do transporte público com frota pública; nova licitação que integre o sistema público de transporte com a Região Metropolitana; Conselho Municipal e Metropolitano de Transporte aberto a sociedade civil com poder de fiscalização da tarifa e serviços prestados”.

Além de criticar a condução da prefeitura e da Urbs, a nota responsabiliza o governador Beto Richa (PSDB) e seu secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano (SEDU), Ratinho Júnior (PSC), pela desintegração do transporte na Região Metropolitana de Curitiba. Leia mais

12 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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De conspirador, vice Temer vira caçador de mosquito da República

temer_dengueO vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, desembarcará às 9h15 deste sábado (13), em Curitiba, com a nobre missão caçar mosquito da dengue.

Houve uma evolução considerável do vice, pois, de conspirador, agora virou soldado do combate ao inseto Aedes aegypti — transmissor da dengue.

O senador Roberto Requião (PMDB) não está nessa frente de guerra contra o mosquito porque está em viagem oficial. Leia mais

12 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Requião radicaliza com deputados “tucanos” no PMDB: “ou eles saem do partido ou o partido sai com eles”

O senador Roberto Requião (PMDB), em pleno período de Quaresma, resolveu sair à caça de lobisomens no partido, isto é, aqueles deputados “tucanos” que o traíram na última eleição e que dão sustentação política ao governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná.

Nesta quinta-feira (12) de Quaresma, todos os 54 parlamentares da Assembleia receberam em seus respectivos gabinetes cópia de uma reportagem da revista CartaCapital, edição desta semana, cujo título o leitor já pode saber o pancadaria que vem a seguir: “Família, amigos e menores”, diz o semanário do jornalista Mino Carta, que exibe uma foto de Richa ao lado do ex-assessor Marcelo Tchello Caramori – acusado de pedofilia por promover festinhas com menores de idade.

“Apoiar um governo assim é uma indignidade”, escreveu o senador Roberto Requião em um cartão endereçado a cada um dos deputados estaduais da situação e oposição.

Ao Blog do Esmael, o senador peemedebista radicalizou o discurso: “ou eles saem do partido ou o partido sai com eles”.

Para que o leitor possa compreender melhor, “eles”, no caso, são ao menos três deputados do PMDB que fizerem de tudo para que Requião não fosse candidato em 2014. Depois de vencer a convenção, “eles” jogaram pesado para eleger Beto Richa contra o próprio time, ou seja, contra a própria meta do PMDB.

Os deputados peemedebistas “infiéis” que estão na marca do pênalti são Luiz Claudio Romanelli, líder do governo na Assembleia, Artagão Júnior, e Jonas Guimarães.

Requião diz esperar a saída dos três das hostes do PMDB com a abertura da janela da infidelidade, no próximo dia 18 de fevereiro, que se fechará novamente em 18 de março. “Ou eles saem do partido ou o partido sai com eles”, repete o senador.

Se os deputados Romanelli, Artagão e Jonas deixarem o PMDB na “janela da infidelidade” eles não perdem o mandato.

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12 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Um ano depois ainda se pergunta: quem seria o frouxo do camburão?

Até os dias atuais, servidores públicos e a frente política paranaense não esqueceram nem perdoaram os integrantes da “Bancada do Camburão”. Onde eles passam, como se fosse uma reação fisiológica do povo, como respirar, por exemplo, são vaiados e expulsos dos locais pela ira santa. Esses deputados ainda sequer conseguiram “deputar”, pois não têm certeza se podem ir à esquina comprar pão ou tomar um inocente cafezinho na tradicional Boca Maldita, em Curitiba.

Foi hilário e trágico o surgimento da “Bancada do Camburão”, há exato um ano, na Assembleia Legislativa do Paraná, com direito a valsa dançada pelo então secretário da Segurança, Fernando Francischini (SD), com um professor que protestava contra o confisco da poupança previdenciária dos servidores públicos do estado.

Assista ao vídeo

Além desses fiascos iniciais, onde três dezenas de parlamentares tentavam enganar os manifestantes entrando pelos fundos na Assembleia amparados por robustos policiais militares, também houve um deputado que se cagou nas calças no curto trajeto entre o “Chapéu Pensador” – um gabinete secreto do governador Beto Richa (PSDB) – e o Centro Cívico.

Assista ao vídeo

A revelação coube ao colunista Dante Mendonça, colunista do blog Gazeta do Povo, que, para frustração de muitos paranaenses, não declinou o nome da Excelência com frouxos intestinais. Houve um “pacto malcheiroso” dos passageiros do camburão naquele dia 12 de fevereiro de 2015 para viesse à tona o nome do cagão. Mas, para deleite de todos, até hoje se pergunta: quem seria o frouxo do camburão?

Independentemente de quem tenha sido o frouxo daquela ocasião, o fato mais danoso é que mesmo depois da vergonhosa submissão – e decisão – que fez 34 deputados entrarem no caveirão da PM, esses mesmos parlamentares continuaram fazendo cagadas bovinas na Casa de Leis. Votaram tratoraços, pacotaços que aumentavam ICMS, IPVA, confisco da previdência, enfim, dentre outras maldades arquitetadas no Palácio Iguaçu.

Até os dias atuais, servidores públicos e a frente política paranaense não esqueceram nem perdoaram os integrantes da “Bancada do Camburão”. Onde eles passam, como se fosse uma reação fisiológica do povo, como respirar, por exemplo, são vaiados e expulsos dos locais pela ira santa. Esses deputados ainda sequer conseguiram “deputar”, pois não têm certeza se podem ir à esquina comprar pão ou tomar um inocente cafezinho na tradicional Boca Maldita, em Curitiba.

A seguir, veja quais sãos os deputados que compõem a “bancada do camburão” na Assembleia:

 – Ademar Traiano (PSDB)
– Alexandre Curi (PMDB)
– Alexandre Guimarães (PSC)
– André Bueno (PDT)
– Artagão Jr. (PMDB)
– Bernardo Ribas Carli (PSDB)
– Claudia Pereira (PSC)
– Cobra Repórter (PSC)
– Cristina Silvestri (PPS)
– Dr. Batista (PMN)
– Elio Rusch (DEM)
– Evandro Jr. (PSDB)
– Felipe Francischini (SD)
– Fernando Scanavaca (PDT)
– Francisco Bührer (PSDB)
– Guto Silva (PSC)
– Hussein Bakri (PSC)
– Jonas Guimarães (PMDB)
– Luiz Carlos Martins (PSD)
– Luiz Claudio Romanelli (PMDB)
– Marcio Nunes (PSC)
– Maria Victoria (PP)
– Mauro Moraes (PSDB)
– Missionário Ricardo Arruda (PSC)
– Nelson Justus (DEM)
– Paulo Litro (PSDB)
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12 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Coluna do Marcelo Belinati: A internet não é mais uma terra sem lei

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Marcelo Belinati*

A Internet, uma ferramenta que revolucionou o mundo e foi concebida para trazer benefícios à humanidade, infelizmente tem sido utilizada para propagar o ódio e a mentira.

Verdadeiras campanhas são institucionalizadas no submundo dos poderosos para denegrir imagens e destruir biografias, sendo deflagradas de forma inescrupulosa todos os dias.

Em muitos casos, cidadãos de bem compartilham verdadeiras barbaridades, de forma inconsciente e até ingênua, como se fossem verdades absolutas.

As redes sociais ganharam o status de exercerem um papel importante na vida das pessoas, tanto para o bem quanto para o mal.

Em Londrina, cerca de 70% da população utiliza este meio de comunicação.

O Facebook, Twitter, Instagram, Whatsapp vieram para romper as fronteiras e revolucionar a comunicação, sendo muitas vezes desvirtuadas para atenderem a interesses políticos e econômicos.

Mas isso está mudando, a Internet não é mais uma terra sem lei.

O Marco Civil da Internet é um importante avanço que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o seu uso.

Outra legislação recente veio para coibir excessos e impedir que a Internet seja uma terra de ninguém, é a chamada Lei do Direito de Resposta.

A própria legislação eleitoral mudou e hoje estabelece como crime o uso da Internet para atacar adversários.

Antes de espalhar informações pelas redes sociais, é preciso conferir as fontes e a veracidade das informações.

Pessoas inescrupulosas utilizam a boa fé dos cidadãos, única e exclusivamente para tentar alcançar o objetivo de semear a mentira.

Coisa de gente que quer prejudicar a imagem dos outros para obter algum tipo de benefício.

Mais grave que divulgar inverdades, são os comentários e Leia mais

12 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Coluna do Bruno Meirinho: ¿Feliz año nuevo?

Bruno Meirinho*

Hoje quero falar sobre a situação política na Argentina. Agradeço à preciosa contribuição do brasileiro-argentino Rodolfo Jaruga, que acaba de voltar daquele país, para as informações contidas no texto.

A eleição de Maurício Macri além de representar, obviamente, um retrocesso social na Argentina, modifica radicalmente o mapa geopolítico latinoamericano. Do ponto de vista político, nunca tinha havido, na Argentina, um alinhamento dos governos federal com os da Província de Buenos Aires (a mais rica) e da Cidade de Buenos Aires.

Mas o partido político de Macri, PRO, líder da correlação de forças denominada CAMBIEMOS, governa essas três instâncias, o que representa um certo acirramento da geografia política da Argentina, com o centro portenho alinhado com Macri contra a Krchnerismo hegemônico nas periferias e no interior.

Mesmo controlando poder na maior cidade e na província mais rica, Macri e seu partido não têm maioria no Congresso Federal, onde o peronismo tem ampla representação. Esse peronismo, ancorado sobretudo no partido justicialista, é disputado por Cristina Kirchner (que apoiou Daniel Scioli) e por Sergio Massa, que obteve um quinto dos votos para presidente.

Ou seja, a oposição a Macri ocorrerá no legislativo federal e os primeiros movimentos do presidente eleito mostram, de entrada que a relação não será republicana. Dentre os primeiros atos institucionais, dois revelam singular relevância, ambos praticados por decreto: a designação de dois ministros para a Corte Suprema e a destituição do titular da Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA), cujo mandato havia sido instituído por lei.

A primeira medida foi revogada, já que membros do próprio governo se escandalizaram com o decreto. A segunda foi levada a cabo e se trata do primeiro passo para reverter as conquistas populares da reconhecida Ley de Medios, que democratizou as Leia mais