9 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Curitiba pode ter pela 2ª vez prefeito nipônico: vem aí o “Japa da Federal”

japa_leprevostO agente da Polícia Federal Newton Ishii, o Japa da PF, esteve o último final de semana degustando um churras na casa do deputado estadual Ney Leprevost na praia de Guaratuba, Litoral do Paraná, quando recebeu convite para ingressar no PSD para disputar a Prefeitura de Curitiba.

A ideia consiste em fazer uma pesquisa qualitativa, a quali, para definir quem tem melhor condições de chegar ao Palácio 29 de Março – a sede do executivo municipal curitibano – se Ney ou o Japa da Federal.

Tanto o “Japa da PF” quanto Leprevost deixaram-se ser fotografados para comunicar o entendimento político.

O diabo é que o “Japa da Federal” tem uma ficha corrida capaz de corar o ex-ministro Zé Dirceu ou mesmo Marcelo Odebrecht. O moço do olho puxado é produto de marketing da criminosa “Tenda Digital” (by Sérgio Kobayashi, na foto). Entretanto, a nova aquisição do PSD não se faz de rogada de concorrer à sucessão do prefeito Gustavo Fruet (PDT).

9 de Fevereiro de 2016
por admin
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Curitibanos politizam Carnaval contra Richa e Fruet, mas mídia esconde

carnaval2016
O Carnaval é a festa nacional de maior expressão e liberdade popular. A folia que precede a quaresma se consolidou como o momento para extravasar sentimentos, entre eles a indignação.

Apesar de uma parcela mais conservadora dos curitibanos defender que Curitiba não é lugar de Carnaval, a festa de Momo vem crescendo e atrai cada vez mais gente nas suas mais diversas manifestações. Temos os Blocos de Pré-carnaval, o desfile dos Blocos e Escolas de Samba, o Psycho Carnival, a Zombie Walk… Enfim, Carnaval para todos os gostos.

E no meio de tanta folia, o que apareceu com força nos últimos dias foi a politização bem humorada da festa. Como não poderia deixar de ser, sobrou para o governador Beto Richa (PSDB) e para o prefeito Gustavo Fruet (PDT). O estranho é que a grande mídia escondeu essa faceta do Carnaval, mostrando somente as mulheres seminuas e os enredos menos politizados (abaixo, assista ao vídeo).

9 de Fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do João Arruda: Corrupção no governo Beto Richa prejudica investimentos no Paraná

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João Arruda*

Até as paredes do Palácio Iguaçu sabem: fica difícil pedir dinheiro federal quando o que vem para o Paraná é roubado. Isso está acontecendo com o nosso estado, onde os escândalos que se sucedem ameaçam investimentos. Um novo ano começou, mas a suspeita de corrupção segue firme e forte no governo de Beto Richa (PSDB), agora acuado pela Operação Quadro Negro.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e o ministério público federal investigam o desvio de recursos destinados à construção de escolas para a campanha de reeleição do governador Beto Richa, em 2014. A teia de corrupção, formada por políticos, autoridades e empresas, teria garfado quase R$ 20 milhões em dinheiro público. Em vez de salas de aulas, ganhamos obras inacabadas e a vergonha nacional.

O atual governador passou os últimos cinco anos reclamando que o estado não recebia verbas federais. Aí, quando elas vêm, os recursos são roubados. Isso desmoraliza o Paraná e repercute muito em Brasília, especialmente nos ministérios.

Quer outro exemplo? O governo do estado devolveu R$ 19 milhões para a União, dinheiro que deveria ser usado na construção de quatro escolas, hoje inacabadas. Você leu certo: Beto Richa devolveu recursos federais. Na verdade, foi uma manobra para tentar manter a investigação da Quadro Negro sob jurisdição estadual e evitar a Controladoria Geral da União (CGU). Isso não vai funcionar.

Depois do Carnaval, pretendo denunciar o escândalo que desviou dinheiro da educação ao Tribunal de Contas da União (TCU). Ainda vou requisitar junto à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, da qual sou membro titular, uma auditoria no Paraná. Além disso, quero convocar os delatores da Operação Quadro Negro e analisar todos os contratos do Ministério da Educação com o estado.

Com isso, deixo claro ao governador Beto Richa que ele não vai conseguir abafar o caso. Todas as informações que eu colher serão encaminhadas para o Ministério Público Federal (MPF). No que depender de mim, a investigação continua. Os responsáveis serão punidos. O Paraná não pode pagar pela má conduta de alguns poucos agentes públicos.

*João Arruda é deputado federal pelo PMDB, coordenador da bancada do Paraná no Congresso Nacional, escreve nas terças-feiras sobre “Os bastidores do poder em Brasília”. Excepcionalmente escreveu nesta segunda-feira.

9 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Pupilo de ex-governador Pessuti dá no queixo do tucano Beto Richa

sergio_pessuti_richaO deputado federal Sérgio Souza (PMDB), pupilo do ex-governador Orlando Pessuti, atual diretor do BRDE, em entrevista à Veja, deu um cruzado de direita no queixo do governador Beto Richa (PSDB) ao discorrer sobre os motivos de o tucano ter caído em desgraça.

Segundo o parlamentar peemedebista, aumento de IPVA e ICMS, massacre dos professores, além da criação da bancada do camburão, motivaram o título de pior governador do país — de acordo com levantamento da Paraná Pesquisas.

9 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Há um ano iniciava greve histórica de 43 dias na educação do Paraná

O Paraná não é mais o mesmo desde 9 de fevereiro de 2015, ou seja, há exato um ano, desde que fora deflagrada a greve dos educadores. Eles buscavam – e ainda buscam – dignidade, respeito, manutenção da ParanáPrevidência e dos quinquênios, auxílio-transporte, cumprimento de acordos de reajustes, enfim, propunham a justa bandeira “nenhum direito a menos”.

Pois bem, o Paraná não é mais o mesmo desde então porque o governador Beto Richa (PSDB) também já não é o mesmo. Antes, o tucano ostentava popularidade na casa dos 70%. Hoje, segundo o instituto Paraná Pesquisas, ele tem a pior avaliação do país com quase 80% de reprovação.

Além disso, o governador do PSDB corre o risco de ir para a cadeia ainda durante seu mandato, de acordo com reportagem da revista Veja – que é alinhada ao tucanato nacional – em virtude de corrupção na Receita Estadual e na educação (Operações Publicano e Quadro Negro, respectivamente).

Fevereiro é um mês especial para os educadores paranaense porque lembra o início de todo o movimento paredista que culminou com o desmonte da farsa chamada Beto Richa.

Também é importante recordar a data 10 de fevereiro, que marcou a ocupação da Assembleia Legislativa do Paraná. O momento é igualmente histórico porque resultou no fim do da comissão geral (tratoraço) naquela Casa e na suspensão do pacotaço tucano que punha fim a conquistas do magistério e de servidores públicos. (Aqui faço um parêntese para recordar o patético e hilário camburão que transportou os deputados governistas. Como esquecê-los?).

Professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado podem não ter conseguido vitórias econômicas expressivas com a greve de 2015, mas, na opinião do Blog do Esmael, eles obtiveram êxito na batalha das batalhas, a da comunicação, ou seja, politicamente conseguiram um feito que nenhum movimento antes conseguiu.

A histórica greve da educação foi transmitida ao vivo pelo Blog do Esmael em parceria com a TV 15, do início ao fim,

9 de Fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Falsa valentia ou declarada covardia?

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Marcelo Araújo*

Primeiramente quero cumprimentar o leitor e ouvinte da minha coluna no Blog do Esmael, os que concordam e discordam das minhas opiniões, em especial àqueles que dedicam seu tempo a comentar, protegidos ou não pelo anonimato e pelo pseudônimo, os quais sempre que possível procuro responder.

Apesar da crença que o ano só começa a partir de amanhã, à tarde, no cenário político municipal já tivemos um aperitivo interessante com a sabatina da Gazeta do Povo aos pré-candidatos à prefeitura de Curitiba que se deu a partir de 18 de janeiro.

Houve a participação de sete pré-candidatos escolhidos pelo aleatório critério de possuir mais de 4% de índice nas pesquisas. Me parece que este critério de corte nesse momento preliminar não ofereceu a todos a oportunidade de se expor e expor. Ter índice abaixo de 4% não significa necessária indiferença ao processo eleitoral, pois 5 candidatos com 3% representariam 15% dos votos, sem as margens de erro.

Uma análise do perfil dos pré-candidatos também expôs um lado preconceituoso do jornal, pois apenas citou e não entrevistou duas mulheres e ainda destacou a ausência de um negro, mesmo já tendo feito correções em matérias anteriores reconhecendo a presença de um negro, o que mostra que quem escreve na Gazeta não lê a Gazeta.

Mas, o mais surpreendente, inesperado, inexplicável e em momento algum analisado pela Gazeta foi a ‘recusa’ do atual prefeito a participar da sabatina. Não se analisou se é estratégia de não se expor e não arriscar queda nos atuais índices, se é medo ou falta de propostas.

Ao contrário, numa inversão de valores o jornal foi desrespeitoso àqueles que se dispuseram a participar da sabatina, covardemente acusados de frágeis tecnicamente e ignorantes da realidade, impossibilidade de realizações e falsa valentia. Entre acusar de falsa valentia e não apontar a declarada covardia do atual prefeito não sei o que é pior.

O fato é que os sabatinados, tratados pela alcunha de ‘bolas murchas’, genericamente criticados, deveriam interpelar o periódico para esclarecer quem é acusado do que e sob quais fundamentos e provas, ou meras palavras lançadas a esmo.

Vamos ver até onde a estratégia avestruz do atual prefeito receberá essa blindagem, pois nem precisa ser analista pol

9 de Fevereiro de 2016
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Coluna do Enio Verri: Reforma tributária com justiça social

Enio Verri*

Constituído sob desigualdades sociais e mazelas que integram o Brasil desde sua colonização, o sistema tributário brasileiro não só apresenta disparidades que motivam constantes reclamações e reforçam as hierarquias sociais, como ainda, reproduz um modelo antiquado e desequilibrado que equaliza a taxação entre ricos e classe média.

Um sistema formulado por diferenças e normatizações que permitem a taxação de uma grande parcela que recebe pouco mais de dois salários mínimos — na essência, deveriam estar isentos — enquanto iguala rendas médias e altas, como se o impacto fosse o mesmo na vida desses contribuintes. Sem contar os outros benefícios, como o não pagamento de imposto sobre lanchas ou grandes fortunas, que os mais ricos recebem.

Um modelo arcaico que se encontra sob a necessidade e proposta de reforma, formulada pelos deputados federais do PT Sibá Machado, Afonso Florence, Vicente Cândido, José Mentor e Paulo Teixeira, além deste que assina essa coluna, que não só reconfigura a tabela do Imposto de Renda, como ainda, aumenta a arrecadação governamental, em tempos de reajuste fiscal, com justiça tributária.

Contrariando a lógica estabelecida pelo Leão, a reforma sugerida ao IR prevê um novo enquadramento que amplia o número de isentos e reduz consideravelmente a tributação a quase todas as faixas de renda. Sob essa nova perspectiva, todos aqueles que recebem até R$ 3.390,00 por mês estariam isentos – hoje, quem não contribui são os brasileiros com renda mensal de até R$ 1.903,98, beneficiando uma grande parcela de trabalhadores.

Do outro lado da pirâmide, rendas que variam entre R$ 27.120,01 e R$ 108.480,00 passariam a contribuir com 30%, enquanto valores acima desse limite seriam taxados em 40%. As faixas intermediárias variariam entre 5%, 10%, 15% e 20%, abaixo do modelo atual. Mudanças expressivas que garantem maior justiça tributária e aumento na arrecadação do Governo Federal.

Uma preposição que não só reduz a tributação de cerca de 95% da população brasileira, como ainda, prevê o aumento em aproximadamente R$ 70 bilhões na arrecadação federal, reiterando a discrepância do modelo vigente com a realidade. Disparidade, essa, refletida nos inúmeros privilégios que portadores de grandes fortunas contêm sobre os trabalhadores.

Uma proposta significativa que chega a Câmara dos Deputados com o poder de reestruturar o modelo do Imposto de Renda, desafogar a cobrança de impostos à maioria dos brasileiros e ainda favorecer o orçamento em um período de dificuldades econômicas. Uma matéria que, em meio a outras 13 propostas do PT, pode contribuir para a retomada do crescimento.

*Enio Verri é deputado federal, presidente do PT do Paraná e professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.

9 de Fevereiro de 2016
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O que diz a velha mídia nesta terça

img_edg_9362Jornais do Paraná

Gazeta do Povo: Desemprego chega a quem tem mais estudo

Folha de Londrina: Clima de ‘normalidade’ e novas regras motivam pré-candidatos Leia mais