8 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
18 Comentários

Secretário deixa governo Richa para ingressar no PMDB de Requião

O ex-prefeito de Maringá e ex-secretário de Estado do Planejamento do Paraná, Silvio Barros II, que recentemente abandonou a balsa do governador Beto Richa (PSDB), está de mala e cuia rumo ao PMDB do senador Roberto Requião.

Fontes peemedebistas em Curitiba e Maringá confirmaram ao Blog do Esmael as conversas sobre a migração de Barros para o “MDB velho de guerra”.

O próprio Requião, consultado por essa página, não disse “sim” nem “não”. Ele apenas se limitou a dizer que Silvio Barros II “é sério, mas”, segundo o senador, “é irmão do deputado Ricardo Barros (PP)”.

Egresso do PHS, Silvio planeja voltar à Prefeitura de Maringá pelo PMDB. A janela para mudança de partido, para quem vai disputar as eleições de 2016, abrirá no próximo dia 18 de fevereiro e ficará aberta durante um mês.

Silvio Barros II é cunhado da vice-governadora Cida Borghetti, que também deixou recentemente o PROS para flertar com o PSD. Ela é casada com Ricardo Barros, mandachuva no PP e vice-líder do governo Dilma Rousseff (PT) no Congresso.

Na frente política, ninguém entendeu direito a movimentação de Silvio Barros alinhado com a tropa de Requião. Entretanto, há quem enxergue um racha na família Barros, ou seja, entre os irmãos Silvio e Ricardo. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
7 Comentários

Para Veja, Richa é ‘tucano problema’

do Brasil 247

Campeão de avaliação negativa e agora na mira do Ministério Público, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), é considerado o “tucano problema” pela revista Veja, da Editora Abril.

Em uma extensa reportagem sobre Richa, a publicação destaca que ele “é o governador mais mal-avaliado do Brasil, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas”, e “agora entrou na mira do Ministério Público”, “acossado por duas frentes de investigação”.

A revista cita as operações Publicano e Quadro Negro, investigadas no Estado e cujas suspeitas são de que houve dinheiro desviado dos cofres públicos para abastecer a campanha de Richa e de seus aliados. Um caso envolve fraudes na Receita, o outro, desvio de verba que seria investida em escolas no Paraná.

Para a Veja, no entanto, o “estopim” para a baixa popularidade do governador foi a batalha do Centro Cívico – violência da Polícia Militar contra professores que manifestavam no centro de Curitiba em abril do ano passado, e que deixou mais de 200 servidores públicos feridos.

“O episódio foi criticado até pela cúpula do PSDB”, lembra a reportagem. O texto traz ainda uma lista, em ordem cronológica, com “os tropeços de Richa”, sendo o último deles o pedido feito este mês pelo Ministério Público Federal de abertura de investigação contra o governador tucano.

Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por admin
5 Comentários

Artigo: População de rua diz não ao ‘camburão social’ em Curitiba

Milton Alves*

Nos últimos dias um polarizado debate sobre como lidar com o grave problema social dos moradores de rua, ou população em situação de rua, mobilizou segmentos empresariais, o poder público, entidades de assistência social e defensores dos direitos humanos.

Curitiba, como toda grande metrópole do país e do mundo, tem um contingente expressivo de pessoas em situação de rua. Segundo projeção do Movimento Nacional da População em Situação de Rua (MNPR), há de quatro a cinco mil pessoas que vivem nas ruas da capital paranaense. A Fundação de Assistência Social (FAS) não tem uma estimativa sobre o número de pessoas nessa condição.

A questão é de difícil solução e demanda arranjos variados e diálogos transversais com toda a sociedade. Propostas simplistas ou soluções de força como a retirada compulsória dos moradores de rua não resolvem o problema e reforçam o preconceito e a exclusão.

A abordagem, por exemplo, divulgada pela Associação Comercial do Paraná peca pelo imediatismo e conservadorismo, na medida em que apela para uma solução de tipo higienista, excludente e ultrapassada.

Na semana passada ocorreu uma reunião entre a FAS, representantes do empresariado, Ministério Público e outras entidades do poder público, sem dúvida um diálogo importante, mas é preciso envolver nesse debate os afetados diretamente pela questão, os moradores de rua e organizações com atuação na área da assistência social.

Segundo informou o site da Fundação de Assistência Social: “Durante a reunião, a FAS também apresentou as novas estratégias que serão adotadas ainda no primeiro semestre de 2016. Além do Atendimento Social Avançado (ASA), instalado no antigo módulo policial na Praça Osório, no Centro de Curitiba, onde educa Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
4 Comentários

Ratinho oferece PSC para Joel Malucelli disputar Prefeitura de Curitiba

O deputado licenciado Ratinho Junior (PSC), secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano (SEDU), procurou semana passada o megaempresário aposentado Joel Malucelli (PSD) para oferecer-lhe o partido na corrida pela Prefeitura de Curitiba.

Em contrapartida, Ratinho pediu desde já apoio de Malucelli para a disputa pelo Palácio Iguaçu em 2018. O megaempresário, além de pedágio e empreiteira, é dono da TV Bandeirantes no Paraná e da rádio Bandnews FM.

A troca de apoio, se consumada, criaria um consórcio midiático haja vista Ratinho ser herdeiro da Rede Massa (SBT) no estado.

Ratinho Junior prepara-se para pular fora da balsa do governador Beto Richa (PSDB), que vai a pique em breve segundo todos os analistas políticos. O parlamentar do PSC estuda deixar a secretaria para voltar à Assembleia, assim, tentaria desvincular-se do tucano para ganhar a eleição para o governo do estado.

Envaidecido pelo inesperado convite, Malucelli ficou de pensar na proposta. O megaempresário aposentado tem até início de março para pular a cerca, ou seja, mudar de partido utilizando a janela da infidelidade.

Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
15 Comentários

Coxinhas da praia de Caiobá vaiam Richa e aplaudem Requião

O governador Beto Richa (PSDB) foi impiedosamente vaiado em seu antigo reduto, a Praia Mansa, em Caoibá, município de Matinhos. Nem os coxinhas daquele pedaço de orla aturam mais o tucano e sua entourage.

Richa caminhava pelo calçadão da Mansa na semana passada quando os veranistas, formados basicamente pelos endinheirados de Curitiba, começaram a vaiá-lo. O governador voltou correndo para sua casa da Rua Céu Azul.

Por outro lado, o senador Roberto Requião (PMDB) foi recebido ontem (7) na mesma Praia Mansa, outrora ambiente hostil, sob aplausos dos mesmos coxinhas que não o aturavam. Até lhe serviram uma saborosa moqueca de peixes e frutos do mar.

Na orla de Matinhos, o peemedebista era festejado com inúmeros e espontâneos “Volta, Requião”. Isso, caro leitor, faltando mais de três anos para encerrar o mandato de Richa.

Ainda no calçadão de praia de Matinhos o retrato do abandono foi testemunhado pelo senador e milhares de foliões que se preparavam para seguir a Caiobanda. Poças d’água que podem virar um criadouro de dengue, obra inacabada, enfim, campo fértil para dar “zika”. Um horror!

Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
18 Comentários

De olho na Presidência da República, Requião lança programa com 5 pontos para retomar a economia

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) começou sair a campo para viabilizar sua candidatura à presidente da República, em 2018, dentro do partido. Uma das primeiras tarefas dele foi elaborar, em conjunto com economistas e intelectuais, 5 pontos essenciais à retomada do desenvolvimento do país. São eles: 1- o compromisso com a democracia; 2- o compromisso com a soberania; 3- o compromisso com a solidariedade; 4- o compromisso com o desenvolvimento; e 5- o compromisso com a sustentabilidade.

Inspirado no nova-iorquino Bernie Sanders, o pré-candidato democrata que ameaça derrotar no partido a ex-primeira-dama Hillary Clinton com 10 pontos os quais contestam a supremacia de Wall Street.

“Requião, você é o nosso Bernie Sanders do Brasil”, comparou em mensagem o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O petista é um entusiasta da candidatura do colega paranaense à sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Os cinco pontos de Requião são o ponto de partida da discussão de uma proposta para economia brasileira. O documento será levado à apreciação de uma pré-convenção do PMDB dos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – no próximo dia 5 de março, em Porto Alegre, data em que o senador completará 75 anos. Já a convenção nacional do partido ocorrerá no dia 12 de março próximo, em Brasília.

Tal qual o democrata Bernie, Requião é o pesadelo dos banqueiros. O senador peemedebista propõe, dentre outras medidas para retomar a economia brasileira, limitar os juros dos cartões de crédito em 15% ao ano ante os 431% atuais.

A seguir, leia a íntegra da proposta de Requião:

  1. Olhando numa visão histórica o Brasil como nação é um êxito: saindo de levas populacionais marginalizadas deslocadas de suas origens, criamos um povo novo.  Indígenas, portugueses e africanos, acrescidos depois de gente de todo mundo, formaram o povo brasileiro, hoje, uno e diversificado, dotado de identidade, algo que inexistia há relativamente poucas gerações. Estruturamos um sistema produtivo, habitamos um território bem-definido, falamos a mesma língua sem dialetos, fundamos um Estado Nacional, constituímos memória e sentimentos comuns. Estamos unidos por uma clara identidade nacional. Ela não tem raízes em ideias de raça ou de religião, em vocação imperial, em xenofobias e ódios, em qualquer tipo de arrogância. Tudo nos une na construção exitosa de um mundo novo no Novo Mundo. Olhamos sempre para o futuro, somos abertos ao que é novo, aceitamos a diferença e temos na cultura – uma cultura de síntese – a nossa razão de existir. Somos um grande país e temos o maior povo novo do mundo moderno.

Nossa história também registra, porém, um enorme fracasso: esse povo, a imensa maioria, não assumiu até hoje o controle de sua Nação. O estatuto colonial originário transmudou-se em dependência externa e o escravismo prolongado, em gigantescas desigualdades sociais. Ao longo da história, governado por uma elite que nunca se identificou com o seu povo, nunca se sentiu nacional, o Brasil mudou, mas sempre de forma a conservar relações com o passado.

Até recentemente, essa situação podia perpetuar-se, com alto custo humano, apesar de comprometer significativamente a nossa existência. Agora não pode mais: o crescimento demográfico, a formação de inúmeras grandes metrópoles, o acesso à informação e a maior capacitação técnica colocaram o nosso povo diante de um dilema incontornável. Cada vez mais, ele pode e deve tornar-se o agente de sua história.

O Brasil, que desde a origem se organizou para servir ao mercado mundial, terá agora de organizar-se para si mesmo. O Brasil de poucos terá de ser o Brasil de todos. Se formos incapazes de dar esse salto, nossa existência como Naçã Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por admin
10 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: As boas notícias do início de 2016

Download áudio

Gleisi Hoffmann*

O preço que pagamos pela energia vai reduzir! É isso mesmo, a partir de março teremos, em média, 3% a menos na conta da luz. Pode parecer pouco, mas a aposta de grande parte do mercado é de que iria subir!

A taxa de juros não subiu! É verdade que ainda está muito alta, mas a avaliação majoritária era de que aumentaria meio ponto percentual. Mesmo não tendo sido uma decisão unânime do Banco Central, o indicativo que temos é de que não subirá no futuro. Espera-se, sinceramente, que comece um processo de redução.

O governo anunciou R$ 85 bilhões em crédito, que vão ajudar a animar a economia. Esse é um dinheiro que já está no mercado, não causará mais inflação e o juro será menor mesmo sem subsídio. São os recursos das ditas pedaladas fiscais, que a presidenta devolveu aos bancos públicos de uma só vez. Com isso, terão mais crédito a agricultura, microempresas, pequenas e médias empresas exportadoras. E não venha o mercado afirmar que não há demanda por crédito. Os bancos privados deixam de emprestar e quando o fazem, é com juros estratosféricos.

O dólar está estabilizando na casa dos R$ 4,00. Isso melhora a competitividade brasileira e faz nossa balança comercial permanecer positiva. Exportamos mais do que importamos.

Nossas reservas internacionais continuam a ser a sexta maior do mundo. São U$ 370 bilhões que protegem o país da especulação. Isso é o diferencial que temos diante de outras crises já enfrentadas pelo Brasil.

Vamos controlar a inflação este ano. A maioria dos analistas avalia que ficaremos perto da meta superior, cerca de 7%, mesmo com a alta deste início de ano, ligada ao reajuste das tarifas de ônibus, mensalidades escolares e preço de alguns alimentos.

As medidas de ajuste foram tomadas em 2015. Houve economia de mais de R$ 100 bilhões no orçamento, despesas foram reduzidas sem afetar os programas sociais. Muitas medidas foram discutidas e aprovadas pelo Congresso, aumentando receita e diminuindo despesas. O novo ministro da Fazenda também informou que colocará em dia o pagamento aos fornecedores de serviços e produtos prestados em convênios com a União.

E uma noticia interessante publicada foi de que as companhias aéreas bateram o recorde de passageiros no final de 2015. Nunca haviam transportado tantas pessoas como nessa temporada.

Apesar disso, a análise majoritária do mercado é de que o Brasil está em recessão, por ter queda no PIB pelo terceiro ano consecutivo, podendo cair mais em 2016 do que o previsto. A queda do PIB vai acontecer, já estava precificado. A economia internacional também vai sofrer reveses, atingindo parceiros importantes do Brasil, como China e Estados Unidos.

O que não pode continuar acontecendo é a apologia ao pessimismo e a desconfiança. Muitas medidas e muitas coisas foram feitas. Temo Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por admin
7 Comentários

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Os moradores de rua de Curitiba e o “constrangimento” da classe média

Download áudio

Luiz Cláudio Romanelli*

A liberal Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) e a conservadora Associação Comercial do Paraná (ACP), quem diria, uniram forças para  “exigir providências” contra os moradores de rua de Curitiba.

A Abrabar, via Facebook, foi radical: pediu a remoção à força dos moradores de rua. Suspeito que o autor do texto estivesse alguns graus etílicos acima do tolerável. A ACP também  resolveu se manifestar. Mais comedida, a entidade reclamou que  o grande número de moradores de rua em Curitiba causa constrangimento social e  problemas de higiene e pediu providências ao poder público.

As duas entidades verbalizaram o que pensa parte da elite curitibana: a saída para os moradores de rua é se livrar deles, ainda que à força, ou escondê-los para evitar o tal “constrangimento social”.

Mais do que depressa, a presidente da Fundação de Ação Social marcou uma reunião com as entidades para falar sobre as políticas públicas para o atendimento da população em situação de rua. Revelou que a Prefeitura de Curitiba  aumentou  de 615 para 1115 as vagas de acolhimento e pagou 8.670 passagens para que moradores de rua voltassem a suas cidades de origem e garantiu que a Prefeitura vai instalar um guarda-volumes próximo ao terminal Guadalupe, para armazenagem de utensílios de uso pessoal dos moradores de rua. Outra medida:  o cadastro de moradores de rua para uso de banheiros da Urbs em vários locais do Centro.

Como diz a sabedoria popular: seria cômico, não fosse trágico.

Pelas declarações da presidente da FAS, depreende-se que a cidade não tem uma política consequente de atendimento aos moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade social.  A Prefeitura não sabe sequer quantas pessoas moram nas ruas e tudo o que pretende fazer é permitir que os sem teto cadastrados usem banheiros da Urbs e guardem seus pertences em guarda-volumes.

Das declarações da presidente da FAS, apenas duas guardam bom senso:  “a questão dos moradores de rua é um problema social que atinge cidades do mundo todo e nenhum lugar até agora conseguiu resolver efetivamente a questão” e “se existe uma coisa que podemos afirmar com toda a certeza é que não é a retirada à força dessas pessoas das ruas que irá resolver este problema social” (frases que constam de material jornalístico publicado no site da Prefeitura de Curitiba).

Se não há solução definitiva, há pelo menos medidas que o poder público pode adotar. A primeira é ter um levantamento atualizado sobre quem são os moradores de rua, quantos são e por que estão na rua. Pelo visto, a FAS não tem esses dados. E se os tem, parece que titubeia em adotar ações concretas que melhorem a vida dessas pessoas.

É público e notório que muitos estão na rua por vontade própria, seja por dependência química ou por desagregação familiar, mas quantos dos moradores de ru Leia mais

8 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
14 Comentários

Na volta do recesso, Blog do Esmael vê Beto Richa no ‘bico do corvo’

corvo_richaO país para no Carnaval, mas o Blog do Esmael segue em frente depois de um breve recesso.

Como o caro leitor pôde perceber durante esse período, a parada técnica foi fundamental para que incrédulos vissem com os próprios olhos que a terra há de comer que esta página não pinta o diabo – no caso o governador Beto Richa (PSDB) – mais feio do que ele realmente é. Pelo contrário. Cada um teve a absoluta certeza de que o “coisa ruim” é feio mesmo!

Nesse hiato veio à tona que o governador tucano está a ser investigado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) devido o rolex nas operações Quadro Negro (corrupção na educação) e Publicano (corrupção na Receita Estadual).

O prejuízo aos cofres públicos pode ultrapassar R$ 1 bilhão nesses dois esquemas, segundo o Ministério Público do Paraná.

Para usar uma expressão da ultradireitista revista Veja, Richa é hoje “o tucano problema” para o sonho do PSDB chegar à Presidência da República.

A publicação da Editora Abril classifica os dois eventos como “propinoduto” do governador tucano, lembra que ele é o pior avaliado do país, de acordo com o instituto Paraná Pesquisas, e avalia que dificilmente o eleitor paranaense o perdoará pelo massacre de professores no ano passado. Além disso, Veja anota que o clima de pressão na Assembleia Legislativa favorece a instalação da “CPI da Operação Quadro Negro” para investigar desvios de R$ 18 milhões que eram destinados à construção de escolas.

Do outro lado da Praça Nossa Senhora da Salete, no Centro Cívico, desembargadores do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), outrora complacentes com Richa, agora avaliam entre si que o governador poderá ir para a cadeia ainda no exercício do mandato. A tese é que, em tempos de Lava Jato, pau que bate em Chico também bate em Francisco em termos de corrupção, ou seja, vale tanto para PT e quanto para PSDB. Leia mais