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Sobrinho de Requião propõe criação de CPI para investigar o Sistema S

No último dia 15 de dezembro, em sua coluna semanal no Blog do Esmael, o deputado do PMDB acusou o Sistema S de sonegar anualmente R$ 18 bilhões em impostos. Além disso, revelou o parlamentar, recurso arrecadado compulsoriamente pelo Sistema S seria desviado da finalidade, que é formação de mão de obra dos trabalhadores, para especulação no mercado financeiro.

No último dia 15 de dezembro, em sua coluna semanal no Blog do Esmael, o deputado do PMDB acusou o Sistema S de sonegar anualmente R$ 18 bilhões em impostos. Além disso, revelou o parlamentar, recurso arrecadado compulsoriamente pelo Sistema S seria desviado da finalidade, que é formação de mão de obra dos trabalhadores, para especulação no mercado financeiro.

O deputado federal João Arruda (PMDB), coordenador da bancada paranaense no Congresso Nacional, afirmou que no retorno dos trabalhos legislativos, início de fevereiro, vai propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o destino dos recursos nas entidades do Sistema S.

O parlamentar, que é sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), adiantou ao Blog do Esmael que defende a destinação de parte do orçamento do Sistema S, que é dinheiro público, para bancar a saúde brasileira.

Assista ao vídeo:

Por outro lado, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que é aliado do vice-presidente Michel Temer (PMDB), depois de aderir ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), agora quer usar os recursos do Sistema S para constranger, em suas respectivas bases eleitorais, os deputados favoráveis à recriação da CPMF – o imposto do cheque para financiar a saúde.

Arruda também disse que pretende na CPI propor a utilização do dinheiro gasto em propaganda pelo Sistema S para a compra de remédios para a população brasileira.

No último dia 15 de dezembro, em sua coluna semanal no Blog do Esmael, o deputado do PMDB acusou o Sistema S de sonegar anualmente R$ 18 bilhões em impostos. Além disso, revelou o parlamentar, recurso arrecadado compulsoriamente pelo Sistema S seria desviado da finalidade, que é formação de mão de obra dos trabalhadores, para especulação no mercado financeiro.

Com informações do Brasil 247 e do Estadão, via Sonia Racy.

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