Em 2º nas pesquisas, candidatura de Paulo Skaf resistirá à CPI do Sistema S?

Com informações do Brasil 247

Sondagem da Paraná Pesquisas, realizada entre os dias 16 e 20 de dezembro de 2015, em 68 municípios do estado de São Paulo, aponta que o senador José Serra (PSDB) disputaria um eventual 2º turno com Paulo Skaf (PMDB), presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); porém, o líder do Sistema S comprou briga feia com o deputado João Arruda (PMDB-PR), sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), ao utilizar as costas do moço e de outros políticos como trampolim para seu projeto pessoal de chegar ao Palácio dos Bandeirantes; “Vou propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o destino dos recursos das entidades do Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat e Sescoop)”, escreveu o parlamentar; agora, a pergunta que não quer calar: a candidatura de Paulo Skaf resistiria a uma devassa no Sistema S?

Sondagem da Paraná Pesquisas, realizada entre os dias 16 e 20 de dezembro de 2015, em 68 municípios do estado de São Paulo, aponta que o senador José Serra (PSDB) disputaria um eventual 2º turno com Paulo Skaf (PMDB), presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); porém, o líder do Sistema S comprou briga feia com o deputado João Arruda (PMDB-PR), sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), ao utilizar as costas do moço e de outros políticos como trampolim para seu projeto pessoal de chegar ao Palácio dos Bandeirantes; “Vou propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o destino dos recursos das entidades do Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat e Sescoop)”, escreveu o parlamentar; agora, a pergunta que não quer calar: a candidatura de Paulo Skaf resistiria a uma devassa no Sistema S?

O deputado federal João Arruda (PMDB-PR) não tem dúvidas de que o bilionário Sistema S está sendo utilizado para fins eleitorais do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, pré-candidato do PMDB ao governo de São Paulo.

De acordo com levantamento da Paraná Pesquisas, se as eleições fossem hoje, o senador José Serra (PSDB), com 42,6% das intenções de voto, disputaria um eventual segundo turno com Skaf, que tem 30,2% (abaixo, leia a íntegra do relatório da sondagem).

Só que não (sqn).

Para chegar a esses índices, o presidente da poderosa Fiesp tem utilizado as costas dos políticos como trampolim. Ou seja, Skaf faz discurso do “apolítico” para conquistar um cargo político tal qual o “caçador de marajás” de antanho.

É aí que a porca torce o rabo.

João Arruda é sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), de quem herdou a verve belicosa.  Skaf o cutucou em dezembro pagando caríssimos anúncios em jornais do Paraná afirmando que o parlamentar teria votado a favor do CPMF. O diabo é que a recriação do imposto do cheque para financiar a saúde sequer entrou na pauta da Câmara.

Pois bem, o deputado João Arruda agora quer uma CPI para investigar sonegação de impostos no Sistema S que ele calcula em R$ 18 bilhões. O deputado ainda defende que o governo federal corte metade do orçamento dessas entidades, que é público, para comprar remédios para quem precisa e financiar a saúde no país.

Nesta terça-feira (4), no mesmo dia em que foi divulgada pesquisa sobre a disputa pelo governo de São Paulo, onde Skaf aparece em segundo lugar, o parlamentar do PMDB reafirmou em seu perfil no Facebook o compromisso pela instalação da CPI do Sistema S em fevereiro, no início dos trabalhos legislativos.

“Vou propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o destino dos recursos das entidades do Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat e Sescoop)”, escreveu Arruda.

Agora, a pergunta que não quer calar: a candidatura de Paulo Skaf resistiria a uma devassa no Sistema S?

Leia a íntegra da Pesquisa sobre a disputa pelo governo de São Paulo:

https://s3.amazonaws.com/static.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2016/01/20204226/sao_paulo_governo2018.pdf

 

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