1 de janeiro de 2016
por Esmael Morais
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Salário Mínimo de R$ 880 vai injetar R$ 57 bi na economia, diz Dieese

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) afirma que o novo salário mínimo, em vigor a partir desta sexta-feira (1º), vai injetar R$ 57,042 bilhões na economia nacional.

A renda extra que deverá reforçar a economia dar-se-á pelo aumento do mínimo, que passou de R$ 788,00 para R$ 880,00. Trata-se do maior valor desde o Plano Real, equivalente a US$ 223.

O Dieese também calcula que a arrecadação tributária subirá R$ 30,7 bilhões e impactará em R$ 30,2 bilhões nas contas públicas em 2016.

O aumento do salário mínimo é uma das apostas do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) para retomar o crescimento neste ano novo.

Conforme o Blog do Esmael registrou na quarta-feira (29), a presidente da República planeja mudanças mais radicais na economia.

Dilma pretende utilizar parte das reservas — cerca de US$ 100 bilhões — para vitaminar a economia interna, enfrentar a crise, retomar o crescimento e a geração de empregos.

A cerca do salário mínimo nacional

Dos 48,3 milhões de brasileiros que recebem o mínimo, 22,5 milhões são beneficiários do INSS, 13,4 milhões são empregados, 8,1 milhões trabalham por conta própria, 3,99 milhões são trabalhadores domésticos e apenas 169 são empregadores.

A lei que criou o salário mínimo foi assinada em 1936, pelo então presidente Getúlio Vargas. A legislação definiu o valor como a remuneração mínima devida ao trabalhador, capaz de satisfazer suas necessidades de alimentação, vestuário, habitação, higiene e transporte.

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1 de janeiro de 2016
por Esmael Morais
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Contra golpe, Dilma afirma em artigo ser “injustamente questionada”

do Brasil 247

A presidente Dilma Rousseff diz ter sido “injustamente questionada pela tentativa de impeachment”, mas que mesmo assim ‘não alimenta mágoas nem rancores”. A afirmação está em artigo publicado nesta sexta-feira 1º na Folha de S. Paulo, em que a presidente anuncia ações para a melhoria da economia e afirma acreditar que “teremos um 2016 melhor”.

Ontem, Dilma também publicou uma mensagem de fim de ano em suas redes sociais, admitindo que 2015 foi um ano difícil e desejando um feliz 2016 a todos os brasileiros. No artigo desta sexta, ela define 2015 como “um ano muito duro”. E lembra que, no ano que passou, “as instituições da nossa democracia foram exigidas como nunca e responderam às suas responsabilidades, preservando a estabilidade institucional do Brasil”.

Criticada por alas do PT e por movimentos sociais por implementar o ajuste fiscal, que promoveu corte bilionário nas contas do governo, a presidente dá um aceno à esquerda quando defende a importância do equilíbrio das contas públicas: “É claro que os direitos adquiridos serão preservados, e devem ser respeitadas as expectativas de quem está no mercado de trabalho, mas de forma efetivamente sustentável”.

“O governo está fazendo sua parte. Executamos um duro plano de contenção de gastos. Fizemos e faremos esse esforço sem transferir a conta para os que mais precisam”, diz ainda a presidente. “O governo fará de 2016 um ano de diálogo com todos os que desejam construir uma realidade melhor”, assegura Dilma.

Abaixo, leia a íntegra do artigo:

Um feliz 2016 para o povo brasileiro

Dilma Rousseff *

O ano de 2015 chegou ao final e a virada do calendário nos faz reavaliar expectativas e planejar novas etapas e desafios. Assim, como sempre, nos traz a necessidade de refletir sobre erros e acertos de nossas decisões e atitudes.

Este 2015 foi um ano muito duro. Revendo minhas responsabilidades nesse ambiente de dificuldades, vejo qu Leia mais

1 de janeiro de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: A velha prática política de aumentar a tarifa do ônibus na virada do ano

onibus

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Marcelo Belinati*

Prática reincidente das velhas raposas políticas do rabo felpudo se repetem agora na virada do ano.

Governantes que tentam vestir um véu de modernidade, mas adotam as mesmas práticas políticas antigas e desgastadas que perduraram por anos a fio em nosso país.

Brasil afora vemos governos estaduais e municipais aumentando impostos, taxas e tarifas públicas.

Contam os governantes, adeptos da velha política, que as pessoas em sua maioria estão confraternizando com seus familiares, em viajem, de férias etc e deixem passar batido os aumentos abusivos. Contam que as pessoas se esquecerão…

Enganam-se redondamente, o mundo mudou, o Brasil também, as pessoas têm muito mais facilidade de acesso à informação e estão acompanhando com muito maior interesse decisões políticas que impactam diretamente na vida de todos os cidadãos e cidadãs.

Especificamente quanto aos aumentos da tarifa de transporte coletivo, afora a q Leia mais

1 de janeiro de 2016
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Que venha o ano novo

novoBruno Meirinho*

No ano de 2016, será necessário concluir as tarefas inacabadas de 2015, a primeira delas, a queda de Eduardo Cunha.

A permanência do presidente da Câmara dos Deputados na posição está com os dias contados. A depender da denúncia, Eduardo Cunha poderá ser afastado da presidência da Câmara e do próprio cargo de deputado. A decisão está nas mãos do ministro Teori Zavascki do STF.

Um misto de esperteza e burrice, Eduardo Cunha foi capaz de obter uma fortuna em propinas e também comparecer voluntariamente a uma sessão de uma CPI, para a qual não foi convocado (por isso, voluntariamente), e na qual fez questão de esclarecer, por vontade própria, que não possuía contas no exterior, uma mentira que, depois, foi desmascarada em rede nacional.

Outro assunto que continuará em 2015 será o impeachment da Dilma. Baseado nas chamadas pedaladas fiscais, constatadas pelo ex-deputado Augusto Nardes, do famigerado PP, partido mais denunciado em processos de corrupção. Augusto Nardes foi o responsável no TCU por elaborar um relatório sobre o orçamento da Dilma, e resolveu achar problema nas pedaladas, praticadas impunemente por diversos governos. Leia mais