5 de Janeiro de 2016
por esmael
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Blog do Esmael entra em recesso

blog_recesso2014

Como a próxima Copa do Mundo será na Rússia, por óbvio, combinei com os russos que nada acontecerá durante o recesso do Blog do Esmael, entre os dias 5 de janeiro e 8 de fevereiro. Portanto, os principais acontecimentos terão de esperar — ou não. Leia mais

4 de Janeiro de 2016
por esmael
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Governo Richa em baixa no ranking da transparência da Lava Jato

O procurador do Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato, botou água no chope do governador Beto Richa (PSDB) ao divulgar no Twitter o Índice de transparência dos governos estaduais. O Paraná ficou na rabeira deste ranking, no vergonhoso 18º lugar — atrás de estados como Piauí e Maranhão.

O exame do MPF levou em conta aspectos legais e boas práticas de transparência e foi feito com base em questionário elaborado pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA).

A tuitada do procurador Deltan Dallagnol, que ocorreu no dia 11 de dezembro de 2015, quase passou batida, mas hoje praticamente anulou o festerê do Palácio Iguaçu acerca do ranking da revista Veja, publicado no dia 31 de dezembro de 2015, onde o governo Richa surge como “bom exemplo” na educação, segurança e robustez fiscal.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), em tom de ironia, ao analisar o ranking da transparência da Lava Jato, tuitou que se trata de “mais uma maldade contra o Betinho”.

4 de Janeiro de 2016
por esmael
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Em 2º nas pesquisas, candidatura de Paulo Skaf resistirá à CPI do Sistema S?

Com informações do Brasil 247

O deputado federal João Arruda (PMDB-PR) não tem dúvidas de que o bilionário Sistema S está sendo utilizado para fins eleitorais do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, pré-candidato do PMDB ao governo de São Paulo.

De acordo com levantamento da Paraná Pesquisas, se as eleições fossem hoje, o senador José Serra (PSDB), com 42,6% das intenções de voto, disputaria um eventual segundo turno com Skaf, que tem 30,2% (abaixo, leia a íntegra do relatório da sondagem).

Só que não (sqn).

Para chegar a esses índices, o presidente da poderosa Fiesp tem utilizado as costas dos políticos como trampolim. Ou seja, Skaf faz discurso do “apolítico” para conquistar um cargo político tal qual o “caçador de marajás” de antanho.

É aí que a porca torce o rabo.

João Arruda é sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), de quem herdou a verve belicosa.  Skaf o cutucou em dezembro pagando caríssimos anúncios em jornais do Paraná afirmando que o parlamentar teria votado a favor do CPMF. O diabo é que a recriação do imposto do cheque para financiar a saúde sequer entrou na pauta da Câmara.

Pois bem, o deputado João Arruda agora quer uma CPI para investigar sonegação de impostos no Sistema S que ele calcula em R$ 18 bilhões. O deputado ainda defende que o governo federal corte metade do orçamento dessas entidades, que é público, para comprar remédios para quem precisa e financiar a saúde no país.

Nesta terça-feira (4), no mesmo dia em que foi divulgada pesquisa sobre a disputa pelo governo de São Paulo, onde Skaf aparece em segundo lugar, o parlamentar do PMDB reafirmou em seu perfil no Facebook o compromisso pela instalação da CPI do Sistema S em fevereiro, no início dos trabalhos legislativos.

“Vou propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o destino dos recursos das entidades do Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat e Sescoop)”, escreveu Arruda.

Agora, a pergunta que não quer calar: a candidatura de Paulo Skaf resistiria a uma devassa no Sistema S?

Leia a íntegra da Pesquisa sobre a disputa pelo governo de São Paulo:

https://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2016/01/sao_paulo_governo2018.pdf

4 de Janeiro de 2016
por esmael
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Veja debocha ao mentir sobre “robustez fiscal” no governo Beto Richa

richa_pr_quebradoNa série ‘me engana que eu gosto’ da revista Veja, publicada no apagar das luzes de 2015, o Paraná se destaca no ranking nacional pela “robustez fiscal” (endividamento público e investimento).

De acordo com o semanário da Editora Abril, o Paraná serve de “bom exemplo” de gestão pública, por isso levou “nota 98” no quesito fiscal (quase outro 100, obtido no ranking da segurança pública).

Até os cada vez mais escassos leitores de Veja sabem que o governador Beto Richa (PSDB) quebrou o Paraná. Não é à tona que o tucano deu calotes em fornecedores e funcionários públicos ao logo dos últimos anos, fechou universidades, deixou faltar merenda nas escolas.

Depois do terceiro calote, como manda o programa Fantástico, Beto Richa até ganhou musiquinha dos paranaenses (clique aqui para assistir ao vídeo).

No afã de reforçar o CU (Caixa Único) do estado, o tucano também confiscou a poupança previdenciária dos servidores na base do tacape, ou seja, massacrando professores no dia 29 de abril de 2015.

Aliás, Veja faz mais deboche do que jornalismo ao colocar Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo, ao lado de Richa, com “bons exemplos” para a educação. O primeiro terminou o ano batendo em alunos, enquanto o segundo iniciou o ano surrando os educadores.

Coincidente às “boas notícias” veic

4 de Janeiro de 2016
por esmael
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Bolsa desaba e dólar sobe em nova ‘Black Monday’ na China

do Brasil 247, com Reuters

O Ibovespa abriu em forte queda nesta segunda-feira 4, primeira sessão do ano e marcada por aversão ao risco, após a atividade industrial na China mostrar retração pelo 10º mês seguido, reacendendo as preocupações sobre a economia do país asiático.

Os mercados acionários chineses despencaram cerca de 7% na sua primeira operação de 2016, com as pesquisas da atividade industrial fraca e com a queda do iuan aumentando as preocupações sobre a economia em dificuldade, forçando as bolsas a suspenderem as operações pela primeira vez.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, despencou 7,02%, para 3.469 pontos, de acordo com um novo mecanismo que entrou em vigor nesta segunda, para reduzir a volatilidade. Os novos mecanismos pretendem impedir fortes quedas nas bolsas chinesas e evitar baixas como as do verão passado.

O índice de Xangai caiu 6,86%, para 3.296 pontos. Perdas no começo da sessão cresceram rapidamente, com as operações sendo suspensas por volta das 3h30 (horário de Brasília), cerca de 90 minutos antes do horário regular de fechamento.

Segundo a agência oficial chinesa Xinhua, a desvalorização da moeda chinesa, o iuan, chegou ao nível mais baixo sobre o dólar desde maio de 2011. Já o dólar saltava 2% sobre o real nesta manhã. Às 9h20, a moeda norte-americana avançava 2,02%, a R$ 4,0276 na venda, após subir 1,83% na última sessão de 2015 e encerrar o ano com alta de 48,49%.

Confira reportagens do portal Infomoney sobre o assunto:

Ibovespa cai forte em 1º pregão de 2016 em meio a novo “Black Monday” na China

Por Ricardo Bomfim – O Ibovespa inicia em queda o primeiro pregão de 2016 seguindo o pânico global por conta da China depois de novos dados abaixo das expectativas. A bolsa chinesa despencou 7%, enquanto os índices europeus recuam entre 2,4% e 4,2% e os futuros do Dow Jones e S&P 500 caem mais de 1,7%. No Brasil, as previsões do Relatório Focus mostram mais um ano de forte retração da economia. O Citi prev

4 de Janeiro de 2016
por esmael
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Gustavo Fruet diz ser “inevitável” novo reajuste na tarifa do ônibus

O prefeito Gustavo Fruet (PDT), considerado amigo dos donos das empresas de ônibus, em entrevista ao blog Bem Paraná, disse nesta segunda-feira (4) que um novo reajuste na tarifa é “inevitável”, tem que ser dado, pelo “edital” e pela “inflação”.

As notícias de Fruet também não são nada animadoras para os 12 mil motoristas e cobradores do sistema de transporte coletivo, pois, segundo o prefeito, a tendência é que de agora em diante é implantar o sistema eletrônico nos ônibus.

“Acho que o futuro ideal é ter 100% o cartão”, antecipou o pedetista.
Gustavo Fruet afirmou ainda que o fim da integração foi o fim do subsídio do governo do estado. “Agora se alguém quiser interpretar isso diferente, eu não tenho o que fazer”, lamentou.

Na entrevista ao blog Bem Paraná, o prefeito admitiu pela primeira vez ser candidato à reeleição. Fruet vai apostar na tese de que é “limpinho” em relação aos concorrentes, livre de escândalos, para conquistar o eleitor em outubro deste ano.

4 de Janeiro de 2016
por admin
Comentários desativados em Coluna do João Arruda: Redes sociais, JoãoTV, e a política às claras

Coluna do João Arruda: Redes sociais, JoãoTV, e a política às claras

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João Arruda*

As redes sociais se consolidaram como veículos eficientes de aproximação entre as pessoas. Isso vale, também, para políticos e eleitores. Ferramentas surgem de tempo em tempo para estreitar ainda mais esses contatos. Todos ganham. Quem tem mandato pode prestar conta do que faz diariamente. Já o eleitor pode sugerir, fiscalizar e cobrar diretamente aquele que elegeu. É uma relação que pede respeito e bom senso. Quando isso acontece, faz muito bem à democracia.

O uso adequado das redes sociais leva o político que se pauta pela seriedade a praticar transparência. É por isso que sou um entusiasta desse modelo de relacionamento com meus eleitores e simpatizantes. Tanto que resolvi criar a JoãoTV, um canal de vídeo para contato ao vivo com meus seguidores do Facebook. A estreia, mesmo com improviso, mostrou a força da ferramenta para essa aproximação sem intermediários.

A JoãoTV consiste em realizar transmissões ao vivo para todos os seguidores da minha ‘fanpage’ no Facebook. Minha ideia é apresentar um programa semanal de uma hora e, em outros momentos, entradas e inserções a partir de diferentes pontos, no Congresso Nacional, nas cidades que visito pelo interior do Paraná, eventos, solenidades, seminários, inaugurações, debates, manifestações e reuniões do meu partido.

Quero ir além da mera prestação de contas, até porque dar satisfação sobre as atividades parlamentares é um dos meus deveres como deputado. Minha ideia é explicar projetos, além de comentar e me posicionar sobre assuntos que movimentam o País, o Paraná, e os 399 municípios do nosso estado.  Quem curtir ou já curtiu a minha página será sempre avisado antes de cada transmissão e poderá participar com perguntas, comentários, sugestões e críticas.

Isso me torna ainda mais acessível aos quase 178 mil eleitores de todo o Paraná que estiveram comigo em 2014 e de todos que quiserem participar de um bom debate. Quem não estiver junto com eles, ao vivo pela JoãoTV, saberá aonde estou e o que estou fazendo. Ser votado em mais de 350 municípios e manter contato com todos é sempre um desafio.

Esse nível de relação é um avanço desses tempos em que vivemos conectados. Aliás, cabe lembrar que, quando fui presidente da comissão especial que analisou do Marco Civil da Internet, tr

4 de Janeiro de 2016
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Ano novo só para os que merecerem

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Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade

Luiz Cláudio Romanelli*

O ano de 2015 não foi um ano qualquer.

Foi atípico. Foi cheio de surpresas. Foi um ano de ressaca pós-eleitoral. Foi intenso. Foi longo. E com todas as intempéries, nos preparou para uma certeza — aconteça o que acontecer,  2016 não nos pegará de surpresa.

O fato é que, ao final de 2014, sabíamos que teríamos problemas, mas havia a expectativa que com a mudança da equipe econômica, com a indicação de um especialista indicado pelo “mercado”,  seriam feitos os ajustes necessários, criaria-se uma agenda propositiva de reformas e isso  recolocaria o país no rumo certo. Ledo engano. A gestão do Ministro Joaquim Levy acabou sendo um fracasso e quando foi substituído, já no final do ano, a sensação de  foi de alívio.

Ainda assim, sabemos que a economia não está em plena atividade e que podemos ter alguns reveses, que acarretarão em dificuldades em 2016. Nesse sentido, considero inevitável incluir na lista de desejos para o ano novo, o otimismo.

E tendo sido 2015 um ano difícil para todos nós, brasileiros, o que nos resta desejar — e lutar — mais do nunca, é por um 2016 melhor em todos os sentidos. E com a  crise onipresente, cabe nesta época, a metáfora do copo pela metade.

Para quem não sabe ou não lembra, essa metáfora diz que existem várias formas de posicionamento ao se analisar um copo com água até a metade: a dos otimistas, que sempre veem o copo quase cheio, a dos pessimistas, que enxergam o copo meio vazio, e por fim, a dos realistas, que dizem que o copo está ali e tem água.

Fato é que por mais otimistas que sejamos em relação ao país, há que se reconhecer que com o cenário econômico e político atual, as perspectivas para este ano que  se inicia são desafiadoras. A não resolução da crise política e a falta de soluções (ou o excesso de soluções erradas) para a economia, deixam os brasileiros menos confiantes do que em anos anteriores.

Mas parte dessa desconfiança, ao meu ver, vem pelo bombardeio diário da mídia em cima apenas de d

3 de Janeiro de 2016
por esmael
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Mesmo com massacre de professores, Veja dá “nota 100” para a segurança pública de Beto Richa

Não é só com a educação que a revista Veja fez putaria, não, ao escolher os governadores Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Beto Richa (PSDB-PR) como “bons exemplos” para a área cuja publicação de “ranking” envergonha até o capeta.

Os Civita, donos da editora Abril, também chutaram o balde na área da segurança pública ao apontar o governo Beto Richa como “bom exemplo” dando-lhe “nota 100”.

Até as capivaras que o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), engorda no tradicional Parque Barigui, sabem que a segurança pública estadual converteu-se num verdadeiro fiasco internacional ao massacrar professores no dia 29 de abril de 2015.

Nunca é demais recordar que, há duas semanas, o governo do Paraná, mesmo em crise e fechando universidades, pagou anúncio duplo nas páginas de Veja.

O ranking dos “bons exemplos” do tucano na educação e na segurança, além de provocação, seria retribuição pela farra publicitária nas vésperas das festas de Papai Noel?

Na época do massacre, o secretário da Segurança Pública era o deputado federal Fernando Francischini (SD). Depois da carnificina autorizada pelo governador, que deixou 213 feridos, o parlamentar “caiu” para Brasília. Batman indicou para o seu lugar o também delegado federal Wagner Mesquita.

Aliás, Francischini, o Batman, prometeu revelar em depoimento à Justiça o nome de Beto Richa como mandante do massacre no Centro Cívico.

3 de Janeiro de 2016
por esmael
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Artigo de Flávio Lyra: “O Banco Central e as duas moedas”

por Flavio Lyra*

Aprendemos nos textos de economia que o Banco Central é o guardião do valor da moeda. Elemento primordial na vida econômica de um país, tanto a perda de valor da moeda (inflação), quanto sua valorização (deflação) acarretam grandes problemas ao bom funcionamento da economia, na medida em que desorientam as decisões dos agentes econômicos.

Depois que o Brasil adotou o chamado regime de metas de inflação, no final do governo de FHC, no qual a taxas de juros dos títulos da dívida pública, tem sido o instrumento primordial de combate à inflação, nosso Banco Central tem a seu cargo a administração do valor de duas moedas: a moeda que constitui o meio circulante comum e a moeda Títulos do Tesouro Nacional, aquela a que somente têm acesso os detentores de saldos positivos de moeda comum, o conhecido real, aplicáveis na segunda moeda, uma espécie de “moeda dos ricos”

Nas condições endêmicas de inflação em que temos vivido, poder dispor da moeda Títulos do Tesouro, é sem dúvida um grande privilégio, pois esta não se desvaloriza e ainda rende uma taxa de juros positiva, que permite valorizar o patrimônio de quem a detém, com riscos muito reduzidos.

Por certo, que a grande maioria da população não tem como fugir aos custos da desvalorização da moeda comum, pois seu poder de compra varia inversamente ao valor da moeda. Já os ricos, não precisam ter maiores preocupações com a perda de valor dos Títulos do Tesouro nos quais aplicam suas poupanças. Pelo contrário, a inflação para estes tem sido frequentemente um bom negócio, pois o guardião da moeda, o Banco Central, em sua atuação frenética para controlar o aumento dos preços, tende sempre a manter alta a taxa de juros que remunera os títulos públicos.

A dívida pública é conformada pelo estoque dos títulos da dívida pública e esse estoque tende a crescer por meio de dois mecanismos: o aumento da taxa de juros e a existência de déficit público primário (quando o governo gasta mais em investimento e em consumo do que arrecada).

Durante muitos anos o país não apresentou déficit público. Pelo contrário, apresentava superávit, o que permitiu a dívida pública diminuir como percentagem do PIB. Não diminuiu muito, porém, pois as taxas de juros consideradas adequadas para alcançar as metas de inflação, impediram grandes reduções.

É interessante e mesmo paradoxal que o Estado tenha uma atuação contraditória em relação ao tamanho da dívida pública. Quando ocorre um déficit primário, o Tesouro Nacional vende títulos da dívida pública para cobrir a diferença negativa entre a Receita e a Despesa. Quase que simultaneamente o Banco Central, compra o excesso de Títulos do Tesouro em poder do público, para evitar que a taxa de juros caia e prejudique alcançar a meta de inflação.

Mas quem paga o custo de manter essa moeda (Títulos do Tesouro), que se desvaloriza durante a inflação? Evidentemente, o povão! A dívida pública nada mais é do que uma ob

3 de Janeiro de 2016
por esmael
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Sobrinho de Requião propõe criação de CPI para investigar o Sistema S

O deputado federal João Arruda (PMDB), coordenador da bancada paranaense no Congresso Nacional, afirmou que no retorno dos trabalhos legislativos, início de fevereiro, vai propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o destino dos recursos nas entidades do Sistema S.

O parlamentar, que é sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), adiantou ao Blog do Esmael que defende a destinação de parte do orçamento do Sistema S, que é dinheiro público, para bancar a saúde brasileira.

Assista ao vídeo:

Por outro lado, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que é aliado do vice-presidente Michel Temer (PMDB), depois de aderir ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), agora quer usar os recursos do Sistema S para constranger, em suas respectivas bases eleitorais, os deputados favoráveis à recriação da CPMF – o imposto do cheque para financiar a saúde.

Arruda também disse que pretende na CPI propor a utilização do dinheiro gasto em propaganda pelo Sistema S para a compra de remédios para a população brasileira.

No último dia 15 de dezembro, em sua coluna semanal no Blog do Esmael, o deputado do PMDB acusou o Sistema S de sonegar anualmente R$ 18 bilhões em impostos. Além disso, revelou o parlamentar, recurso arrecadado compulsoriamente pelo Sistema S seria desviado da finalidade, que é formação de mão de obra dos trabalhadores, para especulação no mercado financeiro.

Com informações do Brasil 247 e do Estadão, via Sonia Racy.

3 de Janeiro de 2016
por admin
Comentários desativados em O que diz a velha mídia neste domingo

O que diz a velha mídia neste domingo

img_edg_9169Jornais do Paraná

Folha de Londrina: Razões para acreditar em 2016

O Diário (Maringá): Candidatos a prefeito de só quatro cidades poderão gastar mais de R$ 100 mil Leia mais

2 de Janeiro de 2016
por esmael
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Na putaria de Veja, governos Alckmin e Richa lideram ranking de “bons exemplos” para a educação

Na metade do mês passado, portanto em dezembro de 2015, o Blog do Esmael registrou que o governo Beto Richa (PSDB) estava fechando escolas para financiar o golpismo da revista Veja. Pois bem, esta página atirou no que viu e acertou no que não viu.

O anúncio duplo na revista da Abril chamou a atenção pelo desperdício de recurso público justamente na semana que Richa anunciara apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Passadas duas semanas, no último dia 31 de dezembro, no apagar das luzes do ano, eis que Veja divulga um “ranking” em que os governos do Paraná e São Paulo se destacam nas áreas de educação e segurança. A publicação dos Civita dá uma dourada na pílula ao classificar a putaria como “ranking da competitividade dos estados”.

O Paraná de Beto Richa estaria em segundo lugar geral, mas o troféu de primeiro lugar seria de São Paulo — governado pelo também tucano Geraldo Alckmin.

Como putaria pouca é bobagem, o governo Alckmin, que encerrou o ano batendo em alunos e fechando escolas, no ranking de Veja, é o melhor exemplo para a educação. Richa, que massacrou os professores no começo de 2015, não se fez feio ao ficar em terceiro lugar nesse quesito.

Veja perdeu a vergonha na cara. Richa e Alckmin, como já dissemos aqui antes, enterraram a compostura há muito. Definitivamente, não dá para levar a sério esse trio golpista haja vista que o problema deles, em relação ao povo, é ideológico. Mas a questão do ranking que beneficia os tucanos tem a ver com pixulecos, ou não?

2 de Janeiro de 2016
por esmael
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Dilma criticada por “privilégio” à Folha

O jornalista Leandro Fortes, ativista digital de esquerda, abriu o pelotão de críticas à presidente Dilma Rousseff, que escolheu ontem (1º) o jornal Folha de S. Paulo para saudar os brasileiros com a vinda de 2016 (clique aqui).

“Ou seja, a nossa querida presidenta não aprendeu nada”, concluiu Fortes, antes, porém, ele enumerou os motivos que  Dilma tinha para não “privilegiar” os Frias — a família dona do grupo de mídia.

“A mesma Folha que, há três meses, fez um editorial intitulado ‘Última chance’, no qual exigia a saída dela, de forma desrespeitosa e degradante”, pontuou.

O jornalista Paulo Nogueira, do Diário Centro do Mundo, também contestou o artigo de Dilma na Folha. “Lula deu também entrevistas coletivas não a jornalistas da Folha, Globo, Veja – mas a blogueiros”, demarcou.

“Em situações normais, a relação entre figuras públicas e a imprensa segue outro caminho, mais cordial. Mas estamos brutalmente distantes de uma situação normal”, anotou Nogueira.

A seguir, leia a íntegra das considerações dos jornalistas:

AOS FRIAS, COM CARINHO

por Leandro Fortes

O artigo da presidenta Dilma Rousseff com desejos de um feliz 2016 a todos brasileiros e brasileiras foi, primeiro, publicado na Folha de S.Paulo.

A mesma Folha que, há três meses, fez um editorial intitulado “Última chance”, no qual exigia a saída dela, de forma desrespeitosa e degradante.

A mesma Folha da ficha falsa, da campanha eleitoral de 2010.

Sem falar no fato de que, até o Blog do Planalto ser autorizado a reproduzir o artigo, às 13h39 do dia 1º, somente os assinantes da Folha (em sua maioria, partidários do impeachment) puderam ler o texto – a tempo de ridicularizá-lo nas redes.

Tiveram a primeira manhã inteira de 2016 para isso.

Redes que Dilma poderia ter usado para, democrática e gratuitamente, publicar o texto para todos os brasileiros e brasileiras.

Sobretudo para aqueles que enfrentaram a Folha de S.Paulo, entre outras cidadelas do golpe, para mantê-la no cargo, em 2015.

Ou seja, a nossa querida presidenta não aprendeu nada.

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A polêmica em torno do artigo que Dilma escreveu para a Folha

por Paulo Nogueira

A primeira treta de 2016 já está no ar. No centro está um artigo que Dilma escreveu para a Folha a propósito do Ano Novo.

A questão é: Dilma apanhou tanto da Folha, e é assim que ela responde?

Para mim, trata-se de um modelo mental obsoleto. Dilma enxerga a mídia ao velho modo – jornais e revistas impressos, rádios e televisão.

A internet, nesta ótica, é uma coisa exótica e para poucos.

Os que defendem o

2 de Janeiro de 2016
por esmael
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Veja essa: Aumento na passagem de ônibus fez a terra tremer em Londrina

onibus_tremor_kireeffO prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), é apontado como principal suspeito pelo tremor sentido ontem (1º) na zona leste da cidade.

Moradores acreditam que o aumento da tarifa de ônibus, que subiu de R$ 3,25 para R$ 3,60, seja o “real” motivo da sequência de estrondos e tremores.

Durante o mandato de Kireeff, os reajustes na tarifa foram quase três vezes maiores (63,63%) que a inflação no período de (21,84%).

2 de Janeiro de 2016
por esmael
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Blog Gazeta do Povo vê dificuldades para a reeleição de Fruet

Convertido no mais “chapa branca” dos blogs ligados à Prefeitura de Curitiba, o Gazeta do Povo, na coluna do jornalista Celso Nascimento, admite neste fim de semana que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) terá de rebolar bastante na tentativa de reeleger-se em outubro.

“Difícil citar uma obra do prefeito nestes três anos de mandato”, reconhece o blog, que, citando o cientista político Beto Almeida, adiante adverte Fruet: “prefeitos com aprovação abaixo dos 50% devem pensar duas vezes antes de buscar a reeleição. Com 48%, ele ainda se encontra abaixo da taxa de segurança”.

Segundo o instituto Paraná Pesquisas, na véspera da virada do ano, 48% disseram que a aprovam; 48,7%, que a desaprovam. Pouco mais de 3% não emitiram opinião.

O blog Gazeta do Povo, no entanto, vê uma luz no final do túnel nesses tempos de Lava Jato: “ele faz parte dos raros gestores sobre os quais não pesam acusações de escândalos”.

O espirituoso deputado Requião Filho (PMDB), um dos que enfrentará o prefeito nas urnas, a respeito dessa máxima do oficialismo municipal, já declarou anteriormente que Fruet é uma espécie de Maluf invertido: “não rouba, mas também não faz nada”.

A seguir, leia a íntegra da análise do blog Gazeta do Povo:

Que chance tem Fruet?

por Celso Nascimento

Os eleitores curitibanos entrevistados pouco antes do Natal pelo Instituto Paraná Pesquisa foram convidados a avaliar a administração do prefeito Gustavo Fruet: 48% disseram que a aprovam; 48,7%, que a desaprovam. Pouco mais de 3% não emitiram opinião.

Desconsiderando-se a diferença ínfima de sete décimos porcentuais, pode-se dizer que exata metade da cidade está satisfeita com o prefeito e outra parte do mesmo tamanho está insatisfeita. Se fosse para enxergar este empate de um jeito simplório, poderíamos dizer que Curitiba tem um prefeito que “não cheira nem fede”?

Não é bem assim. Como diria Einstein, tudo é relativo. Quando se observa a derrocada moral e administrativa pela qual passa grande parte dos gestores públicos do país e se toma conhecimento, por exemplo, de que a presidente Dilma Roussef e o governador Beto Richa amargam respectivamente 80% e 73% de reprovação, ser mal avaliado por “apenas” 48,7% não deixa de ser um trofeu para Fruet.

Difícil citar uma obra do prefeito nestes três anos de mandato. Difícil também perceber iniciativas inovadoras no modo de governar, muito menos soluções urbanas originais que devolvam Curitiba à condição de modelo.

Afora medidas cosméticas e de baixo custo, como pintar asfalto para delimitar caminhos exclusivos para ônibus e ciclistas, além de decretar como “calmas” algumas ruas onde não se pode trafegar acima de 40 km/h, são pouco visíveis ou sentidas quaisquer outras intervenções urbanas importantes. Sem falar na sensação de abandono que transparece para quem anda pela cidade.

Certamente vem daí a decepção que a administração de Fruet evoca para quase metade dos ele

2 de Janeiro de 2016
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: Existe terrorismo no Brasil?

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Jorge Bernardi*

O mundo tem assistido estarrecido atos de terrorismo em diversas partes do planeta. O ataque do Estado Islâmico, em 13 de novembro passado, na boate Bataclan e em bares de Paris, com 130 mortes e dezenas de feridos, foi mais um destes atos insanos.

Além deste ataque, a capital francesa presenciou os atentados ao jornal Charlie Hebdo e a uma loja de produtos judaicos, com mais de uma dezena de mortos. Atos terroristas derrubaram um avião russo no Egito, e atacaram hotéis na África. O terrorismo deve ser condenado por todos. Não se justifica em nenhuma situação.

O Congresso Nacional está votando uma lei antiterror, que já foi aprovada pelas duas Casas mas, como sofreu alterações no Senado, deverá retornar para votação a Câmara dos Deputados. A lei define os crimes de terrorismo e estabelece competência para julgá-los a Justiça Federal.

É crime de terrorismo “provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa ou tentativo de ofensa, à vida, à integridade física ou à saúde ou a privação da liberdade de pessoa. Pena – reclusão, de 15 a 30 anos”.

A pergunta que se faz: existe terrorismo no Brasil? Antes de responder, lembro de dois fatos ocorridos recentemente em nosso país. Em 13 de agosto passado, em Osasco e Barueri, São Paulo, grupos armados, entraram em bares, mercearias e em ruas da periferia daquelas cidades, “infundido terror e espalhando pânico”, atiraram e mataram 18 pessoas. Até hoje a autoria dos crimes é incerta, embora policiais tenham sido presos.

Outro fato: em 11 e 12 de abril de 2015, uma milícia em Itaguaí, saiu às ruas também “infundido terror e espalhando pânico”. Foram mortas sete pessoas em apenas 12 horas. Esta notícia nem foi destaque nos noticiários de televisão, ficou restrita ao Rio de Janeiro.

A lei antiterror vai pegar estes criminosos que atuam soltos na periferia das grandes metrópoles, ou será utilizada para combater movimentos sociais que reivindicarem melhorias nas condições de vida, combate a corrupção ou educação de qualidade?

O que vai acontecer se esta lei for aprovada ainda não se sabe. A certeza que se tem é que